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domingo, 14 de novembro de 2021

Precipícios (G. Alves/F. Lima )

 


Escondo-me em minha própria prisão,

Para me defender de um sofrimento.

Tentando proteger o meu coração,

De qualquer tristeza e ressentimento.


Já estive à beira de precipícios,

Trilhando um falso caminho.

Acreditando no brilho dos artifícios,

Carente de amor e de carinho.


Refrão:

Já fui ferido e sei como dói esta dor,

Por isso, tenho medo de confiar.

Em tudo o que o amor

Oferece e tem pra dar.


Na luz que me atraiu outra dimensão,

Acreditei cegamente, falsa ilusão.

O punhal me feriu mortalmente,

Não sei se acreditarei novamente.


Não posso viver sem o amor,

Outra flecha lançada pelo cupido.

 O coração outra vez apaixonado,

Cessará de vez com esse desamor.


Refrão:

Já fui ferido e sei como dói esta dor,

Por isso, tenho medo de confiar.

Em tudo o que o amor

Oferece e tem pra dar.


Ao meu encontro então venha,

Essa sensação de vazio contenha.

Não desistirei, desate nossas algemas,

Pois sempre seremos almas gêmeas.


Posso estar à beira de precipícios,

Mas esta sensação é o meu vício.

Pois estarei sempre neste lugar,

Até o dia em que te reencontrar.


Refrão:

Já fui ferido e sei como dói esta dor,

Por isso, tenho medo de confiar.

Em tudo o que o amor

Oferece e tem pra dar.


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