Quem desejar colaborar com a manutenção do Blog Poesia Translúcida, é muito simples: Pix 21987271121. Qualquer valor, o mínimo será muito bem vindo! Muito grata!

sábado, 25 de julho de 2026

Erros da concepção


 

Não é solidão...

É a falta de pertencimento.

Afligindo-me a terceira dimensão,

Coloca a prova o discernimento.


Invisível aos olhares alheios,

A busca implacável pelos anseios.

Contesta o aprendizado,

Acatando o livre arbítrio.

Cada um tem o seu,

Abaixo do firmamento, o escarcéu.


Crer, respirar, confiar, indivisível,

A Espiritualidade,

Envolvendo-nos ao extraordinário.

No silêncio de nossas almas,

No fundo do coração, a calma.


O que nos leva a falta de conexão?

O próximo nos levando a exaustão,

Completo estado de ebulição.

O que nos torna invisível,

Em sua concepção?


Elos quebrados


 

Preconceitos –

Julgamentos imperfeitos.

Afinal, quem somos nós?

Banhados de hipocrisia,

Com um rei espalhafatoso na barriga.

Apenas, meras sensações,

Criados e manipulados,

No intuito da servidão.

No lado oculto,

Servimos como gados.


Pelo elo do ter, incompreensível,

Alguém julga ser melhor.

Prefiro pelo ser, imensurável,

Os ignorantes, obtendo espaço.

Os despertos, a lida na falta de compasso,

Equilibrando-se no mundo indivisível.


sábado, 4 de julho de 2026

Carta para a humanidade XXXIII

 

Por mais que estudemos determinados assuntos, nem sempre estaremos aptos a entender.

Só possuiremos a compreensão no tempo oportuno, o da Espiritualidade.


***


Os seres humanos...

Quem somos nós?

O que viemos realizar aqui?


Há um grande mistério que nos cerca, a criação e a existência da Humanidade com inúmeras teorias, poucas comprovações e muitas ideias sem nenhum fundamento.

A grande verdade distorcida, afim de angariar controle e bens materiais, abarrotando cofres e arrotando poder.

A tudo e a todos manipulam amassando e sovando a grande massa, jogados de um lado para o outro e, no instante propício sacrificados, sangue inocente derramado.

Sob o véu do esquecimento está o escudo de proteção, dissociando sentimentos, tornando-nos frios, almejando benefícios próprios, ostentação fora da realidade.

Anestesiados sem sabermos qual é a razão para tudo o que ocorre em pleno século XXI: A guerra e os seus sacrifícios.

A vidas humanas e os animais indefesos cortando na própria carne.

A Natureza se tornando mais uma vítima de tanta crueldade.

Por outro prisma - 

A humanidade presenteada com o despertar, no entanto, uma parcela não tende a possuir tal clareza.

Não são todos que terão a capacidade de compreender e enxergar além das aparências se libertando de espíritos obsessores que sugam as suas energias, e se alimentam através de vícios baixando a zero o seu grau de reação. 

Essas são pobres almas que lutam todos os dias enfrentando conduções cheias, para mais um dia árduo de trabalho, aguentando chefes chatos e arrogantes para no final do dia ou em dias de folga estarem se embriagando sem nenhuma noção do que realmente acontece.

No entanto, quanto mais se afundarem é melhor para “eles” que desejam o declínio doentio da raça humana.

Quanto mais nos afundamos no poço é melhor para os seus interesses.

***

Somos centelhas divinas.

Porém, muitas estão adormecidas.

Quando são despertos e conscientes ou não, buscam  fazer a ancoragem no Planeta Terra para que haja o equilíbrio entre a luz e as sombras.

Às vezes, sentimo-nos extenuados com tamanhas provações, contanto, não podemos desistir daquilo que trará benefícios a todos.

Há uma separação do joio e do trigo.

Não sei se por ego ou vaidade e/ou por falta de capacidade nem todos estarão aptos a continuar nesta jornada que não foi e nunca será fácil.

Para lidar com o ser humano requer muita capacidade psíquica e extraordinária.

Porém, a fé em uma empreitada benéfica nos faz caminhar... Galgar novos horizontes para vivermos o surreal e, finalmente aconteça o estado de graça.

Só precisamos ter algo que nos faça sentir vivos verdadeiramente e não inertes feito robôs, conectados a uma máquina o tempo inteiro.

É com urgência que tenhamos capacidade de nos desconectar daquilo em que nada acrescenta ao nosso crescimento espiritual.

É em algum recôndito de nossa essência que possa está a chave para alavancarmos a tão sonhada ascensão, expandindo-nos e nos religarmos com a espiritualidade, a ancestralidade – Com todos que  algum dia estiveram e, de alguma maneira em sua época lutaram para que pudéssemos chegar até aqui e tivéssemos a consciência que hoje possuímos, e não podemos desperdiçar nenhuma chance, por menor que ela seja.

A Luz é uma arma poderosa para que possamos acolher novos despertos.

Então, sejamos Luz!

 Então, façamos a Luz!

sexta-feira, 3 de julho de 2026

Carta para Julho - 2.026


 

Julho – 

Seja muito bem vindo,

Com toda a sua luminescência.


Consigo traga um novo ciclo que se inicia renovando a esperança de dias melhores. 

Também nos faça merecedores!

Embora, a humanidade esteja em declínio ao passar de cada segundo está se tornando mais complexa e insana com tamanha perversidade.

Os crimes antes cometidos sem julgarmos por pura ingenuidade, por falta de conhecimento estão acontecendo à olhos vistos com mais requintes de crueldade.

O dinheiro e o poder falam mais alto, não importa o grau de opressão e sofrimento imposto ao outro em sua mais tenra idade.

Enquanto, a nós seres humanos de luz só nos resta lutar de alguma maneira contra a todas essas mazelas.


Desde que me entendo por gente, a Terra está em uma luta sobrenatural, todos os dias acontecem batalhas surreais ao ponto de  nos fazer cair, porém, não podemos desistir do que há de mais precioso: A nossa dignidade quanto gente, como ser humano.

Nem sempre os nossos dias são feitos de superação.

Por mais que nos demonstramos fortes, aparentemente é somente uma centelha de energia.

A humanidade está caminhando perdida sem nenhum senso de direção guiada pelas sombras, sem ao menos sentir o mínimo de compaixão, quem dirá remorso, fazendo escolhas sem qualquer discernimento, levados pelo ego, ódio e ambição.

Sinto que esta guerra se torna sempre mais árdua sem algum escrúpulo.

Mas precisamos nos manter atentos e não cair em armadilhas e distrações.

Quando se sabe e tem a certeza da própria escolha, quando se é da luz, os eventos se tornam cada vez mais intensos, os ataques são iminentes, geralmente, disfarçados de gentilezas e falsos interesses.

Não há garantias de nada, apenas a cura ou se alimentando de energias positivas que se transmutam  em forças contrárias, arrefecendo tudo aquilo que há de bom.

É preciso se manter atentos e nos blindar desvencilhando de toda a maldade.


Cocrio Julho –

Um mês de benevolências.

Que todo o mal caia por terra.


E que a humanidade se renove em comunhão,

Cooperando um com os outros.


Sejamos luz!


Assim está feito!

Assim está selado!

segunda-feira, 29 de junho de 2026

Bandeira da comunhão


 


Ruíram-se os castelos,

Quebraram-se os elos.

Perdeu-se o prometido,

Entrelaçaram-se os pecados.


Permanece a fragilidade,

Entre a razão e a reação.

Imperfeita a realidade,

Em milhares de cacos, coesão.


O emaranhado, vis distrações,

Na distorção de fatores.

Ao paladar, os dissabores,

Desvanecendo os amores.


Ressoa como a quimera,

Resplandecente essa loucura.

Na terceira dimensão, desventura,

Nos sonhos, coloridas aventuras.


Os dias, triviais pensamentos,

Horas a fio, dissonante lamento.

Perdida por serenos devaneios,

Contemplo o céu, no peito o anseio.


Há quem diga que não é verdade,

Arrefecendo a melancolia, felicidade.

Acredito no impossível, translúcido,

Na alegria imensurável, atrevido.


A ternura, se esta é uma missão,

Transcrever cada verso, psicografia.

Nos arquivos arkasticos da essência,

No Universo emoldurando a emoção.


Carrego no peito indelével nostalgia,

De transformar ações em harmonia.

Bailando no compasso, a persuasão,

Tremulando a bandeira da comunhão.







quinta-feira, 18 de junho de 2026

Antônimos em mim

 


Tempestade – Calmaria – 

Antônimos dentro de mim.

Um mesmo lugar,

Onde sigo buscando o próprio caminho,

Reconhecendo-me feito ninho.

Sonhando com a máquina de teletransporte,

Que me alce para outro lugar.

E que possa ser infinitamente eu,

Sem nenhuma amarra ou represálias.

Arrefecendo qualquer menção de julgamento,

Em desfavor a minha pessoa.

Muitos são moldados pelo ego, 

Espelhando-se em triste ilusão.



O véu sob o meu olhar,

Não existe mais.

Coloco em prática outras percepções,

Florescendo as emoções.

Em tudo que vai se transmutando em harmonia,

Independente do caos lá fora.

Energias densas que não fazem parte de mim,

Deixo longe de minha essência.

Porém, de certa maneira,

Colaboram com o aprendizado.

Mostrando-me aquilo que não quero ser,

Porque o maior valor esta naquilo que somos –

E não no que possuímos, primordial.


Para ser percorrida, há uma estrada mágica,

No entanto, devemos permitir que aconteça o extraordinário.

Boas virtudes faz com que cresçamos, comunhão,

Almejando um novo despertar, luminescência.


Tudo é verdadeiro, 

Quando permitimos que seja, benevolência.

Sem nenhum percalço ou contratempo,

Contanto, tenhamos para perceber o discernimento,

O que acontece de fato.

Para que possamos nos blindar da maldade,

Pois chegará um dia,

Que nada mais será possível.

Seremos uma breve lembrança,

Mas no momento presente,

Brilha meio tímida, a esperança.


segunda-feira, 1 de junho de 2026

Carta para Junho - 2.026


Por incrível que pareça,

Chegamos na metade do ano.

Foi como um piscar de olhos,

O que era novo, tornou-se velho –

Ficando para trás.


O mundo está em completa ebulição.

O caos se espalhando.

O amor em total declínio, desvalorização.

Qual é a razão para todas essas questões que tanto nos afligem?

Tornamo-nos tão interessados pela vida fora do planeta Terra que não olhamos para quem está o nosso lado.

São tantas guerras desencadeadas, dilacerando vidas, infelizmente, destruindo sonhos.

Em meio a tanta dor e sofrimento ao que me parece, vai criando uma total desassociação de sentimentos, fazendo com que algumas sejam capazes de repetirem a agonia hostil, a cada minuto fazendo novas vítimas.

Porém, cocrio junho como um novo ciclo totalmente diferente,

Repleto de paz e de alegria, trazendo consigo inúmeras conquistas, amor próprio e esperança.

Porque acredito que a humanidade, 

Em algum momento, possa se transmutar em sentimentos bons.

Essa aventura na terceira dimensão não deve se resumir apenas em trabalho e a condições caóticas que nos levem ao  estresse, ansiedade e  pânico.

Também nos tornamos merecedores para viver e revivermos momentos reconfortantes em nossos corações.

Por mais que atravessemos toda essa turbulência,

Por mais que possamos cair, sempre haverá o tão sonhado momento de nos levantarmos com a cabeça erguida, e juntos nos regozijarmos com um belo sorriso estampado no rosto.

Desejo que a vida me surpreenda todos os dias:

Com algo positivo que mesmo na hora do cansaço possa me reconstruir...

Não  como a igual pessoa contanto, presenteando me com uma nova versão. 

Onde possa demonstrar com atitudes e dignidade quem realmente sou...

Em quem me  transformei.

 Que junho aconteça repleto de luz, liberdade e gentileza,

Em que os medos que ainda existem possam se arrefecer dentro de mim.

Acredito na paz...

Acredito na humanidade...

Mesmo que me mostrem caminhos totalmente ao contrário.


O que devemos fazer, é primeiramente por nós...

Ao nos mantermos conscientes, ao lado do bem, da luz, teremos chances de melhorarmos a vibração positiva da Terra.


Que não somente em Junho, 

Mas nós demais meses possamos mudar esta trajetória,

Espelhando a saúde, a abundância, a prosperidade e o amor.


Que sejamos mágicos redescobrindo o que realmente somos em meio aos que tentam nos rotular.


Que venha Junho –

Para vivermos boas e sadias experiências!


Sejamos luz!


Assim está feito.

Assim está selado!

 

quarta-feira, 27 de maio de 2026

Anos atemporais



Posso escuta-lo em meu silêncio,

Posso senti-lo em minha essência.

Não é nenhum devaneio,

Você permanece em cada um dos meus sentidos.

O arrepio na clara derme,

Vivenciado na carne.

Está no oxigênio que penetra pelas narinas, vitalidade,

Com tamanha ânsia, pediu calma,

Porque me ensinou a ter paciência.

Rebuscando toda felicidade.

O que era cinza,

Transformou-se no arco-íris.

Ao teu lado encontrarei o tesouro,

E não será um pote de ouro.


Respirar...

Respirar...

Respirar...

Os anos são atemporais,

No linear do calendário,

Correntezas de um rio.


Antes sangrava o peito,

Apertado o coração.

O teu amor fez nascer a resiliência,

 Almejando-te com persistência.

Aguardando o momento,

O instante para te encontrar, o espelho.

Enquanto, divaga a consciência,

No desdobramento Maya.

Tornou-se novo o que era velho,

Reencontrando-o através de projeções.

Pois sei que estás em algum lugar,

Devolvendo a vontade de viver, lufada de ar.

Rescreveremos uma linda história,

Ficará guardada em nossa memória.


Estou desperta, o que antes não compreendia,

Passa ter a razão, velando o meu sonho.

Reconfortando-me, devolvendo-me a certeza,

Cocriando o mundo, rara beleza.

De que um dia, não sei quando será possível,

Reconectar-se-á as nossas almas.

Viveremos o elo incondicional,

Não importa as circunstâncias, surreal.

Mas que de toca-lo tenha outra oportunidade,

Com o meu coração, arrefecendo a solidão.

Porque é na solitude que se faz presente,

Mostrando-me como devo prosseguir, o caminho.

Es o meu alento, como o canto do passarinho,

Estamos ligados, veementes.


Mesmo em outra dimensão, 

Trás o aconchego.

Livrando-me dos perigos,

Hoje reconheço os livramentos,

Sei que sempre esteve comigo.

Embora, inconsciente ou não,

Permitindo me levar por distrações.

Agora grito no âmago,

Sempre foi você,

Que trouxe formas a realidade.

Neste mundo tão abstrato,

Serei eternamente grata.

Pode até ser loucura,

Porém, essa é toda a verdade.


Posso parecer sozinha,

Mas nunca estive, consequência.

Nunca fostes ausência,

Há um véu muito fino, transparência.


Respirar...

Respirar...

Respirar...

Os anos são atemporais,

No linear do calendário,

Correntezas de um rio.


Sei que vou reencontra-lo.


sexta-feira, 22 de maio de 2026

Carta para o meu Eu do passado


 

Uma tarde fria...

O corpo pesado, sonolento.

Como distração, revi antigas fotos,

Pura nostalgia,

Mas também surgiram algumas lembranças ruins.

Um montão de “se” saltitando nos pensamentos,

Tantas coisas aconteceram de lá para cá,

Presenteada com o despertar.

Por isso, Fabby, venho por meio desta,

Informar-lhe que você, ou seja, Eu,

Nunca teve culpa do que aconteceu, inimaginável.

Porque sei que foram apenas algumas amostras grátis,

Do que pessoas maldosas são capazes de realizar –

Sem pensar nos sentimentos de alguém.

O livramento disfarçado de nãos,

A lucidez depois de anos.


O afeto –

O carinho – 

A proteção – 

Que não vieram de quem deveria.

O cuidado em forma de migalhas,

A falta e o ressentimento, a mágoa.


Por outro lado, 

Existia sempre uma magia.

A presença e o apoio constante do imaginário.

Ou melhor, o extraordinário,

O encantamento com o dom da escrita, 

Preenchendo as lacunas, a música.

Que de certa forma, acolhiam-me, para que a pessoa que hoje está aqui,

Finalmente, se desse conta do ser magnífico e incrível se transmutou, verdadeiro.

Aquela que muitas vezes,  suportou calada, 

Porém, depois gritou a sua dor para quem quisesse ouvi-la.

No entanto, foi ouvida uma única vez, mas valeu a pena ser compreendida.


Digo e repito:

Você nunca teve culpa!

Ninguém merece sofrer violência psicológica,

Ou qualquer outra que seja.

Você sempre protegeu a sua luz, inconsciente,

Até redescobrir quem de fato é!



A borboleta –

Mesmo presa na terceira dimensão,

Transformou-se –

E a consciência pode volitar por outras realidades.


Quem nasceu para ser farol,

Nunca perde o seu brilho.

Não é atoa que  és do signo de Escorpião,

Renasce das cinzas, a Fênix.

Embora, ainda haja ataques e tentativas de anulação,

Nunca dependeu de validação.


Nas poucas vezes, que me diminui para caber no mundo de alguém, 

Esse mesmo alguém encontrou uma maneira de me questionar, lamentável.

Até o dia em que entendi, reencontrei o meu próprio caminho na solitude.

Porque são nessas horas silenciosas e necessárias que a Espiritualidade se torna presente, aliás, está comigo a todo instante –

Entoando palavras e intuições,

Palavras de cura e discernimento, emanando o aprendizado,

Com o único intuito de não mais me perder,

Através da traição humana.

Eu acredito!


Longos anos se passaram,

Aparentemente deixei de ser aquela mesma adolescente sonhadora com os astros de rock,

Em sua fragilidade, com poucas informações, 

Com suas experiências e expectativas, aprendeu a desbravar este mundo, onde a falsidade vem em sua constância,

 Porém, não deixou de acreditar na verdade e justiça, essencialmente, na divina.


No fundo, sou aquela mesma adolescente e jovem até nos dias atuais, 

Guardo os mesmos sonhos, vislumbrando os seus artistas nos pôsteres nas paredes do quarto.

O tempo passou, tenho essa percepção,

O meu coração reclama descompassado.


Digo em voz alta:

Você não teve culpa!

Você não tem culpa do que fizeram contigo!

Para quem contou, a falta de acolhimento, 

A falta de zelo e empatia.

De quem não a protegeu, imensurável,

Neste momento.

E depois de anos, para quem confiou, repetindo o igual erro,

Não mensurando as suas cicatrizes, reabrindo-as novamente.


Acolho-te!

Acolho-me!

Protejo-te!

Protejo-me!

Perdoo-te!

Perdoo-me!

Tu és luz!

Eu sou luz!


Infelizmente, há quem nos trate como descartáveis,

Entretanto, devemos nos priorizar, sempre nos colocando em primeiro lugar.


É doloroso esperar demais e receber de menos –

Foi difícil.

Contanto, confesso que aprendemos,

Sem esquecer que sempre somos luz -

O amor próprio iluminando as nossas vidas.


sábado, 9 de maio de 2026

Sou grata

 


Sou grata por sentir o que sinto;

Sou grata por enxergar o que muitos não, mesmo a um palmo de seu nariz.

O véu se dissolvendo diante dos meus olhos,

O despertar do Espírito,

A alma em sintonia com a essência.

A sutileza da realidade,

O aprendizado que me é passado.

O discernimento em minha mente,

O desejo de ajudar sempre que é possível.

O cansaço, o descanso quando necessário,

O progredir sempre.

A expansão da consciência,

O livramento daquilo que não é meu –

Permanecendo somente do que sou merecedora,

Principalmente, a proteção.


Assim é a vida,

Mostrando-se em pequenos detalhes, 

O que realmente viemos realizar no Planeta Terra.


Para isso é providencial uma transformação!


Permita-se com quem aconteça,

Apareça a esperança,

Em dias melhores,

Os verdadeiros valores.


A gratidão é a chave,

Não a da boca para fora -

Mas a sentida em seu âmago.


Desse modo existirá a transmutação!