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sábado, 3 de outubro de 2026

Reflexão dos movimentos


 

Ah minha essência de bruxa...

Que me leva para esse mar de projeções astrais.


Quem eu sou?

Quem somos de fato?

Navegando por essas galáxias perdidas, tentando nos encontrar.


É tudo uma quimera...


Uma alquimia enferrujada,

Na expectativa de desvendar mistérios,

Resolvendo enigmas,

Decifrando códigos,

Apenas mera presunção.


Quem comanda todo esse absurdo,

Orquestrando o destino?

Como premiados sobrevivemos tão descompassados,

As agruras diárias.

Adquirindo a malemolência, 

O jogo de cintura,

Para não ser mais um jogado de escanteio –

Batendo de frente com a Matrix.


A maldade humana não tem cara,

Ela se apresenta com as oportunidades.

Por isso, faz-se necessário estarmos atentos,

Nem sempre é fácil nos manter sadios diante das situações.


De repente, o caos se instala,

Arrebatando-nos juntos em seu imenso redemoinho, 

Afastando -nos de nossos caminhos –

Arrastando-nos em sua maré para distante de sábios conhecimentos.


Há quem passe por esta vida,

Como simples expectadores,

Observando a tudo e a todos com um imenso ar solene de omissão.

Sem servir...

Sem mudar uma única folha do lugar.

Talvez seja inconscientemente ou por preguiça, tal anulação,

 Não se alinhando com a realidade.


Os dias estão cada vez mais densos,

Em meio aos devaneios do cotidiano.

Sobrevivendo as turbulências impostas.

No entanto, não se dão conta, de que precisam viver as suas sombras...

É desse modo que age o despertar.


Toda ação gera uma consequência,

E a estagnação não leva a lugar algum.

É preciso evoluir,

Revolver as energias,

Para progredir e escapar da ilusão.

Porém, a humanidade precisa refletir os seus movimentos,

Mudar a percepção de como enxerga essa etapa de existência.

Ainda há um longo caminho pela frente,

Portanto, é preciso transmutar o alinhamento,

Para que renasça o discernimento.


É imprescindível a transformação!



Porta do paraíso

 



É um alívio me sentir assim,
Completamente anestesiada.
Sem pensar em nada,
No meu amor próprio amparada.

Quem foi que disse que é o fim?
É o começo de tudo,
Dar voz e vazão.
Longe dos holofotes,
Sem qualquer razão.
Desbravando outras dimensões,
A consciência em projeções.
Lapidando as emoções,
Longe de qualquer reação.

Volitando pelo interdimensional,
Cocriando no interior,
Fugindo dessa realidade de caos.
Que tanto atormenta, vigilância,
Desvencilhando-me da arrogância.

Aos olhos da hipocrisia,
Ser colocada em uma caixinha,
Rotulada como anormal.

Quem foi que nomeou o certo?
Quem foi que criou o capitalismo?
O ter – O dinheiro –
Ditando as regras do poder,
Em desespero.
A imbecilidade, a ambição,
Sob o efeito da manipulação.

Parte da humanidade,
Não vale o prato que come, heresia.
Nas descargas os dejetos, hipocrisia.
Atitudes e circunstâncias, 
Agem de acordo com os interesses.
Cristãos volúveis,
Causando-me ânsia.

A solitude,
Nenhum barulho mental.
Levando-me a porta do paraíso,
A contemplar o meu templo.
O tempo voluntário e precioso,
Fornecendo o conforto –
Fomentando a luz.
Luminescência que trago no peito,
É necessidade, harmonia.
O Espírito em transmutação,
Reabastecendo-se de energia.




sexta-feira, 2 de outubro de 2026

Recíproca densidade


 

Mais um...

Quantas vidas mais?

Familiares desamparados,

Zona de conflito lastimável,

O contrário, ressoa impossível.


Mergulhados nesse mar de obsessão,

Pelo jogo de poder, teor da manipulação.

Uma adrenalina, desencadeia feridas,

Correndo pelas veias, e cicatrizes.

Enredados em podres teias, sem diretrizes,

Onde quem ganha, também perde, realidade.

Nesta sina, triste sanha – Crueldade,

Efeitos colaterais, infinitas artimanhas.


Qual será o futuro da juventude?

Tantas crianças aliciadas,

O Estado febril e opressor.

Ceifando futuros, nenhum despudor,

Não há resquícios de remorso, despudor.


Derramado em qualquer circunstância,

O sangue de inocentes.

Sobrevivendo em modo descrente,

Na pele a dor do abandono.

De um lugar falido,

Saindo totalmente do rumo.

A terceira dimensão, recíproca densidade,

Como última estância, a esperança,

De  vivermos felizes, completa bonança.

quinta-feira, 1 de outubro de 2026

Carta para Outubro - 2.026

 



Outubro -

Seja bem vindo,

Trazendo alegria e a festa da Natureza!


Torne-se o contraste com os meus dias,

Um pouco indiferente,

Com os últimos acontecimentos.


Não sei muito como reagir,

Sinto-me como se estivesse anestesiada, procurando por algum sentido que me faça prosseguir nesse ímpeto de sobrevivência.

O meu intuito de doação...

O de querer sempre ajudar, mas que em mínimos detalhes não é nem um pouco reconhecido. 

E  trago isso como uma reflexão sobre o silêncio e o limite buscando me resguardar.

Infelizmente muitos buscam a sua utilidade.


Ainda é primeiro de outubro, 

Uma sensação de cores misturadas,

Tornando-me neutra em todos os sentidos.

Disfarçando o desejo de permanecer quieta em meu canto.

Tentando – Reaprendendo a confiar...

Mas em quem?

Na expectativa de alcançar um novo rumo.

Algum objetivo que justifique toda essa questão de vida que, às vezes, parece que vai dá um nó.

É como se ficasse acuada em um lugar invisível,

 Assistindo as pessoas viverem as suas correrias diárias, ocupadas em uma rotina vazia, fria e sem nenhum sentimento que lhes confortem, não se dando do que verdadeiramente importasse, aos valores humanos dignos de atitude que em algum momento possa dar aval ao discernimento, cocriando um jeito mais ameno e gentil de ser.


Nem sempre é tão fácil e simples...

Há instantes nos quais me fazem asfixiada com tanta vaidade e ambição que agradeço qualquer segundo por permanecer sozinha.

É um respiro para a alma,

Uma lufada de ar para o espírito que no silêncio encontra o bom senso ao sexto sentido, espelhando em outras dimensões, divagando por inúmeras realidades.


Outubro sempre foi especial norteando as minhas percepções.

Que Outubro seja mágico –

Como o alinhamento da consciência que me desperta para o bem,

Ensinando-me a lidar com as minhas sombras.

Permito que a Espiritualidade seja o meu guia em momentos de dúvidas.

Que seja a curas para as minhas... As nossas enfermidades, principalmente, as da alma.

Que sejam sanadas todas as dores e sofrimentos.

Que toda e qualquer iminência de guerra sejam desfeitas.

Que possamos ser prósperos,

Que sejamos benevolentes,

Que todo e qualquer resquício de luz possa ser multiplicado para o bem de todos.

Que Outubro –

Seja repleto de boas novidades.



Assim está feito.

Assim está selado.


01/10/2.026.


sábado, 19 de setembro de 2026

Rreminicencias atemporais

 



Há quanto tempo estamos separados ,

É uma vida inteira,

Nesta simples existência.

O coração apertado,

Em busca de um porto seguro.

Sobrevivendo neste profundo caos,

De anseios e esperança.


Por enquanto, permaneço aqui,

Cansada de velhas questões,

Não aceitando migalhas.

Aguardando o finito da terceira dimensão,


Você é tudo o que deveria ter, 

Para me fazer companhia.

Trilhar o livre caminho,

Que planejamos viver juntos.

Mas enveredou por outros lugares,

Que o levaram cada vez mais distante,

Deixando-me sozinha.

Deixando-se impregnar por mentiras,

Não duvido que seja uma grande aventura.


Quando foi que prometemos,  as estrelas,

Sem piscar os olhos,

De não nos deixarmos nunca mais.

Tudo não passou de um sonho,

Hoje restam apenas,

As linhas dos versos que componho.

Os meus lábios sussurram baixinho,

O teu nome.

Ficando marcado no corpo,

O último encontro,

Em outra realidade –

Contemplando a Natureza

Ao som de risos,

Dos cantos dos pássaros,

Demonstrando a completa felicidade.


Volitando pelo espaço sideral,

Na urgência da entrega.

A alquimia da transmutação,

Condensando o espaço e o tempo,

Para a nossa satisfação.


Outra vez me deixastes,

Não acordei em teus braços.

Diga-me se isso é possível,

O perfume das rosas,

Inebriando o meu quarto.

Só quero outra oportunidade,

De me embriagar novamente,

No deleite de teu clímax.

Sentir-me embalada pelo amor,

E me fazer viva,

Como ao seu lado sempre sou.


Essa distância é um detalhe,

E que está a minha espera.

Desejando-me com a mesma emoção,

Do primeiro dia em que te vi.

 Quando a ingenuidade se fazia presente,

É tudo o que mais quero.


Nesse ínterim,

O meu peito sente o aconchego.

Adormecendo todas as noites,

Com um anseio na alma -

O de te reencontrar.


Não estou mais solitária,

O amor me acompanha, solitude.

Chegará o dia,

Em que o sentirei por inteiro.

Em total completude,

Existirão outras vidas,

Para serem vividas.


segunda-feira, 14 de setembro de 2026

Nascente da felicidade


 

Aproxima-se –

O fogo crescente.

Não queima,

É intenso,

Porém, frio.

Revela todo o desprezo,

Da essência invisível.

O olhar negro sombrio,

O culminar da raiva.

Num gesto narcisista,

Diante de sua incredulidade.

O contra golpe,

O silêncio.

Talvez algo inesperado,

Quebrando a expectativa.

Neutralizando os efeitos,

Causando os colaterais.

Disponíveis anseios artificiais,

É tão certo, quanto perspicaz.

Na loucura arrebatadora,

Desbrava a loucura.

Na antítese dos fatos,

Subjugada,

Vilipendiada,

Até a exaustão,

No fundo.

Desconhecem o poder da resistência,

A dor não é infinita.

Fortalece-se na solitude,

A nascente da felicidade.

Espelha-se na dignidade,

Através de papéis e canetas.

Transcende a realidade,

Transmutando as dimensões.

Almejando nova consciência,

Rebuscando o elo com a existência.


A terceira dimensão,

Corta na carne.

O espírito volita a procura de abrigo,

Aprendendo com os erros.

Convivendo com alheias sombras,

Lembrando-se sempre de ser luz.

Em meio às provações,

Infindas  provocações.

Diante da tormenta do caos,

Desviando-me dos perigos.


Rege-me a centelha divina,

O discernimento da luminescência.

Por mais que seja difícil,

Pisar em ovos, ambiente hostil.


Escolho-me –

Acolho-me –

Em minha singela amplitude,

Ser do bem.


quinta-feira, 10 de setembro de 2026

Psicografia 10/09/2.026


O Mundo não é somente o Planeta Terra,

Há um aglomerado de Galáxias que precisam existir.

Os seres ditos humanos ou não, em qualquer espécie há uma dualidade – 

A polarização: Positivos e negativos.

Por isso, compreender quem realmente somos, rege-nos ao equilíbrio ou a um total colapso dessas forças, colocando-nos a mercê de qualquer tipo de sorte,

Sem sabermos por onde caminhar e/ou como devemos agir.

Por isso, permitimo-nos levar por distrações, devido ao cansaço que nos acomete.

Não é nada fácil nos mantermos atentos, no foco, no alerta de permanecermos sempre bem e neutralizarmos os ataques de seres que  negativados demandam em nossa direção.

Ser desperto não é uma escolha, e sim, uma necessidade.

O bem...

O amor...

São as melhores respostas.

Também nos afastarmos de energias ruins, isso nos transmite certo conforto, transmutando e vencendo qualquer obstáculo.

A cura vem com o tempo, conforme o merecimento e a força de vontade de realizarmos boas ações.

A transferência com os outros e, principalmente, conosco, eleva-nos a outros patamares, a outras dimensões, com a expansão da consciência, cocriando o discernimento e o amor próprio.

A solitude têm lições imprescindíveis ao Espírito.

É no silêncio que ouvimos a alma que se expande, e não com aqueles que gritam frases decoradas para nos anularem e manipular o raciocínio, levando-nos a realizar o que tanto desejam, irracionais.

Mas as ameaças não vêm somente do lado externo, o sobrenatural é uma caixa de Pandora.

É preciso nos resguardar -

Devemos aprender a distinguir o que ecoa do fundo de nossa essência, a intuição, de pensamentos externos que sopram aos nossos ouvidos.

Sinceramente não é fácil!

Mas o aprendizado é individual.

Apenas há o direcionamento.

Não podemos mostrar como os eventos se realizarão, porque o futuro depende de escolhas.

A Humanidade deve aprender a caminhar com as próprias pernas, sem repetir os mesmos erros do passado.

E pelo jeito está longe de acontecer.

Apesar de tanta maldade existir em um Planeta tão bonito e exuberante, 

É preciso compartilhar conhecimentos e não a Guerra.

quarta-feira, 2 de setembro de 2026

Carta para Setembro - 2.026


 

Setembro –

Seja bem vindo,

Colorido e luminescente com as cores da próxima estação.


A vida continua,

Não sabemos se é do jeito que dá, 

Ou se é da maneira que deva ser,

Ou se ainda poderia ser diferente, repleta de alegria.

Não é sempre que a realidade é do modo que desejamos.

Em nosso ser buscamos realizar grandes feitos e iluminar ao redor com a gentileza de nossos atos.

Porém, não vivemos sozinhos, estamos cercados por uma sociedade que se deixa levar por distrações, não fornecendo valor ao que realmente é necessário, ressoando com a baixa vibração.

O verdadeiro ideal de existência está tão longe de ocorrer nessa luta diária, que nos mantém absorvidos em alerta vinte e quatro horas por dia, deixando-nos exaustos.

Será que foi este o real motivo para a criação? Apenas com a intenção de servi-los, de alguma maneira ou de outra usados como alavancas para tanta maldade? 

Sobrevivemos subjugados e entregues a revelia a qualquer tipo de sorte.

Entretanto, a humanidade em algum momento vira esse jogo recriando outra consciência, de alguma maneira fluindo o despertar e/ou neutralizando toda a maldade.

Porque não estamos perdidos, pelo contrário, encontramo-nos mais focados no que realmente desejamos.

A cada ciclo, renova-se a resistência.

Com ele também vem uma retomada de discernimento.

Jamais podemos permitir que façam o que quiserem.


Todos os dias notícias de mal agouro e fakes news tomam as manchetes.

Há uma legião maligna nos rondando, principalmente, neste período de turbulência.

No entanto, é preciso com quem tenhamos o discernimento para possuímos a clareza e tentar separar o joio do trigo.

Manter-nos atentos se faz imprescindível com aqueles que estão ao nosso redor, redobrando o cuidado conosco e com os nossos.


Que Setembro –

Seja um mês de boa aventurança, estendendo-se aos demais.

Está em nosso DNA vencermos os obstáculos mesmo não possuindo o reconhecimento de quem realmente somos.


Não se preocupe!

Porque essa realidade não é o que aparenta ser.

Muitos são movidos pelo ego e pela ostentação.

Aqueles que caminham na direção contrária são julgados, e este tipo de julgamento não nos cabe, não leva ninguém em nenhuma direção, é totalmente equivocado.


Setembro –

Seja iluminado –

Assim como é a primavera,

Repleto de amor próprio.


Assim está feito!

Assim está selado!


Sejamos luz!


domingo, 23 de agosto de 2026

Reconhecimento da consciência


 

Diante dos fatos, a inquietação,

 Incapacidade de compreensão.

 As pessoas lutando por seus ideais,

 Forma de tratamento desleais.

Na múltipla funcionalidade,

Também gera falta de caráter.

 

 Reciprocidade -

 Via de mão dupla, invisível.

 A grande roda sentido anti-horário,

 Na refração da percepção, insensibilidade. 

Mostrando-nos o contrário,

Percorrendo o velho rio.


A redescoberta do próprio amor,

Vem demonstrar o imenso valor.

Ligando o modo detetive,

Observando a tudo e a todos com atenção.

Olhos de águia,

Sexto sentido apurado.

Com ele a intuição,

Sempre ativa a decepção.


Para que aceitar migalhas?

Se podemos ser servidos como reis ou rainhas,

 Abundante banquete.

O reconhecimento da consciência,

Em meio a tantos tempos e desafios.

A lufada de ar na essência,

Para que se manipulado?

- Jamais!

 Ao ponto de ser aceito,

A febre inconsciente da bajulação.

Curar-se  é necessário,

 E realizarmos por onde merecer o despertar.


Essa é a jogada de mestre,

A virada da chave.

Antes só do que mal acompanhada,

 Na solitude angariando novos aprendizados.

 A enorme guinada,

 O giro total de trezentos e sessenta graus.

 Observando a minoria com tão pouco,

Ostentando dias fúteis de materialismo.


 Enquanto definha o espírito,

 Subordinados a obsessores.

 Persuadindo como contraventores,

 Sentindo na carne o  mando e os desmandos.


 Não  quero ser como eles,

 Andando na corda bamba.

Queda livre no precipício,

Essa escolha...

Sinto que não realizei desde o início.


 A Terra é um capítulo à parte,

Mais denso dessa jornada.

Contribuindo para a evolução da existência,

 Mesmo sabendo que o ser humano é falho.

 Também cometo erros, em plena caminhada,

 Nesta densidade em contraditória realidade,

Em meio a dor e a serenidade.


Correndo atrás do discernimento,

 Silenciando a mente na ânsia de alcançar o olhar de diferente.

Refletindo sobre as minhas várias versões, 

Alimentando a luz.

Não aniquilando as sombras,

Mantenho o equilíbrio,

 Como deva coexistir, a proteção.

 Alcançando a coerência,

 Sem nenhum resquício de servidão.


terça-feira, 18 de agosto de 2026

Inefável coração

 

O tempo é o mestre,

Trás ensinamentos.

É preciso está atento -

Fechar os olhos,

Ouvir o silêncio.

Ao espírito o alento,

É assim desde o início.

A leveza das águas,

A correnteza de um rio.

Que sinuosamente,

Borbulha lembranças,

Não só dessa vida,

Como outras mais.


Em nossa vasta existência,

O Universo é tão amplo –

Às vezes, deveras complexo.

Com toda a sua magnitude,

Dentro de nós a juventude.

No esplendor das galáxias,

O calor invadindo a alma.

Nada de mera nostalgia,

A luz que irradia.


Porque é o que somos,

Porque é o que nos tornamos,

Mais do que aparentamos ser.


Buscamos respostas,

E não está ao lado de fora.

Mas em nosso interior,

Poeira de estrelas.

Um brilho de saudade,

Em um momento –

A feliz explicação,

Ao inefável coração.