Diante dos fatos, a inquietação,
Incapacidade de compreensão.
As pessoas lutando por seus ideais,
Forma de tratamento desleais.
Na múltipla funcionalidade,
Também gera falta de caráter.
Reciprocidade -
Via de mão dupla, invisível.
A grande roda sentido anti-horário,
Na refração da percepção, insensibilidade.
Mostrando-nos o contrário,
Percorrendo o velho rio.
A redescoberta do próprio amor,
Vem demonstrar o imenso valor.
Ligando o modo detetive,
Observando a tudo e a todos com atenção.
Olhos de águia,
Sexto sentido apurado.
Com ele a intuição,
Sempre ativa a decepção.
Para que aceitar migalhas?
Se podemos ser servidos como reis ou rainhas,
Abundante banquete.
O reconhecimento da consciência,
Em meio a tantos tempos e desafios.
A lufada de ar na essência,
Para que se manipulado?
- Jamais!
Ao ponto de ser aceito,
A febre inconsciente da bajulação.
Curar-se é necessário,
E realizarmos por onde merecer o despertar.
Essa é a jogada de mestre,
A virada da chave.
Antes só do que mal acompanhada,
Na solitude angariando novos aprendizados.
A enorme guinada,
O giro total de trezentos e sessenta graus.
Observando a minoria com tão pouco,
Ostentando dias fúteis de materialismo.
Enquanto definha o espírito,
Subordinados a obsessores.
Persuadindo como contraventores,
Sentindo na carne o mando e os desmandos.
Não quero ser como eles,
Andando na corda bamba.
Queda livre no precipício,
Essa escolha...
Sinto que não realizei desde o início.
A Terra é um capítulo à parte,
Mais denso dessa jornada.
Contribuindo para a evolução da existência,
Mesmo sabendo que o ser humano é falho.
Também cometo erros, em plena caminhada,
Nesta densidade em contraditória realidade,
Em meio a dor e a serenidade.
Correndo atrás do discernimento,
Silenciando a mente na ânsia de alcançar o olhar de diferente.
Refletindo sobre as minhas várias versões,
Alimentando a luz.
Não aniquilando as sombras,
Mantenho o equilíbrio,
Como deva coexistir, a proteção.
Alcançando a coerência,
Sem nenhum resquício de servidão.









