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domingo, 1 de novembro de 2026

Esperança na centelha divina


 


As últimas eleições para a presidência do Brasil,

Deixa um forte aprendizado para  todos.

Principalmente, para a humanidade.

Movidos pela esperança de aplacarmos a fome no mundo,

Fomentando a luta antifascista.

Com o intuito de cessar com genocídios impostos por aqueles que desejam apenas obter o lucro às custas de sofrimento e do derramamento de sangue dos inocentes.


Os que semeiam o mal,

Os que regam a terra com o líquido vital da vida, 

Também não sairão ilesos diante da maldade.

Em tudo há um preço,

E este é um valor muito alto a ser pago.


Pessoas de luz sempre existirão!

A luz e o bem são infinitos!


Para isso existe o livre arbítrio...

A vida terrena é feita de escolhas.

Os maus feitores que se vestem de bondade,

Em algum momento de fraqueza as máscaras cairão revelando verdadeiro terror de sua essência.

Aos seres de Luz, mantenham-se sadios,

Não entrem em provocações.

A melhor resposta nem sempre são as palavras,

Mas sim, o silêncio.

Nada melhor do que ignorar aqueles que se julgam sabidos,

Mas que por dentro a ignorância os corrói.


A existência é feita por etapas,

A terceira dimensão é apenas mais uma etapa a ser somada.


E o que desejamos para as nossas vidas:

Brigas, intrigas ou passar para a próxima fase do jogo?

Ainda existe outra possibilidade:

A de voltarmos e repetirmos quantas vezes mais forem necessárias.


Mantenha-se firme e forte em seu objetivo,

Mesmo que não tenha lembranças,

E que o julguem como fracassado -

Na terceira dimensão é tão relativo.


O mais promissor é seguir em frente,

Faz parte do processo,

Embora, no momento presente,

Não faça nenhum sentido.


E, no instante, do descanso,

Foque na luz –

Na sua centelha divina –

Que há dentro de você.

É nela que existe todo o significado para os dias,

Até mesmo aqueles que pareçam nublados...

O sol e a lua sempre voltam a brilhar!


Carta para Novembro - 2.026

 


Novembro –

Seja bem-vindo,

Com mais vida e cores,

Tão reluzentes quanto as sombras que me protegem.

Que seu início traga um novo significado,

Deixando para trás toda exaustão que foi o último mês –

Em que a densidade tomou conta e forma dos seres humanos.


Finalmente amanheceu!

É o primeiro dia de novembro:

O sol brilhando para iluminar e aquecer.

Não que os dias chuvosos não cumpriram o seu papel,

Foi o ponto crucial para que a humanidade, principalmente, os brasileiros pudessem acordar para ameaça que tanto nos afligia.


A esperança se vestiu de vermelho,

E brilhou fazendo com que vencêssemos a nossa primeira batalha.

Tenho a consciência de que outras tantas virão, enquanto, estivermos por aqui.

Não podemos desistir de nossa existência,

E desse modo deixarmos acesa a chama de um legado...

 Um lugar mais positivo para as próximas gerações,

Embora, uma parte não esteja contente fomentando polarização no mundo.


Porém, desejo um lugar em que possamos viver e não sobreviver – 

Mais leve!

E que possamos caminhar sem medo a qualquer parte,

No qual possamos ser reconhecidos como realmente somos,

E não como o inimigo em potencial.


Novembro seja especial –

Que a luz e sombras possam se equilibrar nos quatro cantos do Planeta Terra,

Não colocando em risco,

Não somente os seres mais inocentes indefesos.

A nossa fauna e flora são cruciais para nos mantermos aqui.

Do contrário nada mais existirá!

O Planeta Terra tem totais condições de se regenerar, 

Quanto a nós –

Tornamo-nos apenas poeira de estrelas, e podemos nos fragmentar a qualquer momento.


Se não existir um alicerce, uma base,

Viraremos História.

Mera lembrança de uma guerra cada vez mais iminente,

Por sermos tão inconsequentes.


Estamos somente no começo desse pequeno ciclo.

Que Novembro se torne tão extraordinário,

Quanto a nossa luta pela resistência de sermos e de existirmos -

Sem nenhum medo de sofrermos qualquer tipo de retaliação. 

Que o meu aniversário se torna incrível!

 

Novidades 

Otimismo 

Versatilidade

Esperança 

Moradia 

Brasilidade 

Revoada 

Orgulho


Seguirmos em frente:

Por um país, um lugar, um mundo é o que nos move.

É cansativo?

Sim!

Mas não podemos desistir.

E se algo não sair como o planejado,

Não tem problema de cessarmos um pouco 

Recuar não é fraqueza, 

É sim, estratégia.

E quanto aos que estão atrasados.

Eles estão apenas em degraus diferentes em nossa rota de tomada de consciência,

Cada um tem o seu tempo na terceira dimensão.

Façamos então, a nossa parte,

Trabalhando naquilo que nos foi confiado.


Creia e acredite que tudo dará certo.

E se não for como desejado,

Façamo-nos novamente.


Confie!


sexta-feira, 30 de outubro de 2026

Brava resistência


 

Rachou-se o espelho da realidade,

Onde uma parcela da humanidade,

Perdeu-se,  na própria vaidade -

Deixou de se reconhecer, negatividade.

Espelhando-se em indivíduos obtusos,

Para trás a própria identidade.


O âmbito se propagou ao sobrenatural,

Revelando a brutalidade carnal.

Sem nenhum consenso,

Nem tão pouco contrassenso.

Gerando discórdia,

Promovendo discurso de ódio.

A racionalidade escassa,

Empatia devassada.


A galope o emburrecimento,

Escalonada a idiotização,

A massa branca apodrecida.

Qual será o ponto de partida?

 Mecanismos fora de uso,

A força bruta manipulada.

Em rota de colisão,

Condicionados a contrária direção.

Atordoados –

Sem sabermos quem está com a razão,

Vozes negacionistas para todos os lados.


Direita, esquerda e extrema direita,

Querendo ditar as regras.

O constante atrito,

Aos menos favorecidos,

Tentando sobreviver aos gritos.

A maioria se fazendo de surdos,

 Enquanto, vestidos de omissão –

Testemunhas ocular da persuasão.


Há uma chance,

Uma virada de chave -

Movendo a enferrujada engrenagem.

Quem disse que não possuímos energia,

Para combatermos toda essa maldade?

Segue o instinto da resistência,

O bravo ensejo da sobrevivência.

Nada de recuar no meio do caminho,

As rosas florescem em meio aos espinhos.


Por mais complexo,

Por mais difícil que se torne, verdade.

Assumimos os nossos erros,

Emaranhando aos atropelos e tropeços.

Instigante luz no fim do túnel,

Na seca, a água no fundo do poço.

Há de transbordar, vivacidade,

Completando a felicidade.


domingo, 18 de outubro de 2026

Dualidade efêmera


 

Temperança –

Esta é a palavra do dia.

Em tempos atuais não que esteja nervosa,

Ou ainda desesperada.

Muito pelo contrário,

Apenas exausta com essa densidade, 

Que teima em pairar sobre as nossas cabeças,

Com a iminente probabilidade de uma bomba cair sobre nós.


O silêncio me acalma...

As provocações de ignorantes não arranham a esperança, 

De quem almeja por dias melhores –

Também repleto de calmaria,

Porém, o cenário se mostra totalmente diferente -

Há quem duvide dessa triste possibilidade


Sinto-me presa –

Atada em uma prisão.

Livre nos pensamentos,

Que me levam mundo afora. 

Os ataques são cada vez mais intensos.

Não posso me deixar levar...

Ressoar por forças negativas. 

Uma cisma que persiste em permanecer em looping, 

Batendo, martelando no meu peito.


Peço a espiritualidade para que não se concretize...

Não é apenas a percepção terrena,

O sobrenatural sempre a espreita.

As sombras se esgueirando, de maneira vil,

Desejando tomar conta do lugar.

Que mal cometemos para tal constatação?


 A humanidade com a necessidade de escolher um lado,

Perdendo o aval da própria vida.

Não enxergando o que está realmente em jogo,

A insanidade se apossando.

Inúmeros sacrifícios de sangue,

A falta da inteligência emocional,

A perversão em seu estado natural.


O mais cruel – 

Deixando marcas,

Gerando sofrimento.

Sobrevivendo com tanta falta de empatia,

Menosprezando os mais fracos.

Escravizando os semelhantes,

Há quem se  engrandeça por mérito de poder.


Será este o nosso destino?

De sermos aniquilados,

Por alguns, completo desatino.


É preciso honrar nossos ancestrais,

Que travaram lutas desleais. 

Para que usufruíssemos de mais direitos e menos deveres,

No entanto, somos tratados como efêmeros gados,

Trabalhar para favorecer os mais ricos.

E na peleja diária,

Permanecendo cada vez mais pobres.


quarta-feira, 14 de outubro de 2026

Deusas



Os despertos –

O lado mais sensível da humanidade.

A grande maioria envolvida pelo véu da mentira,

Absolvidos por sua própria embriaguez.

Olhando direto para o centro de seus umbigos,

Sem mensurar os riscos,

Idolatrando falsos políticos.


A Deusa –

Vem em meu socorro,

Desfazendo as amarras,

Quebrando os grilhões.

Permito a forma atuante,

No meu Eu Feminino.

De forma vibrante,

No acolhimento veemente.


Aquece-me –

Incendeia-me –

Demonstrando o quanto sou capaz.

Alimenta o meu fôlego,

Mantém acesa a chama,

Da energia sexual.

Como a Fênix,

Fogo de caieira.


As Mulheres -

Todas somos Deusas,

Não importa as palavras negativas pronunciadas,

Frases feitas são levadas ao vento.

De maneira vazia não surte efeito,

Não ressoa com a alma.


O despertar reconhece o seu poder,

Não precisa de validação,

Nem muito menos de bajulação.

Escolhe a própria existência,

Refazendo-se na solitude.


Empoderada por natureza,

Onde habita a verdadeira beleza.

Transita pelas dimensões,

Cocriando as emoções.


Nenhum simples mortal,

É capaz de manipulação.

Porque a sua essência é livre,

E o seu corpo,

É o seu maior templo.


sexta-feira, 9 de outubro de 2026

Pequenas peças


 

Somente uma chance -

De escapar de toda essa arbitrariedade que nos rodeia.

E mantermos distantes daqueles que por uma razão ou não, 

Julgam-se  superiores.

Há um nível extraordinário de imbecilidade espalhado pelo ar,

Teimando nos sufocar, covardia.

No entanto, é preciso agir com cautela e discernimento,

A batalha se conquista com estratégia, e não com o ataque iminente,

Cautelosa rebeldia disfarçada de boa vontade.


Estou humana –

Isso será comum?

Tanta sensibilidade,

A conexão com o Universo.

Sentir o que a maioria não se dá conta,

Sem nenhuma relevância.


A densidade atmosférica,

Para muitos conscientes ou não,

Emanando uma energia nefasta.

A vida perdendo todo o sentido,

Arrefecendo as energias.

Às vezes, bate o cansaço,

Persistindo na resistência.


Luz e sombras –

A dualidade.

Um grande véu sombrio,

 Apossando-se de suas retinas.

Perdendo o foco do que é imprescindível,

Por detrás das cortinas,

O jogo político.

Mudanças maquiavélicas,

Agenda global,

Demonstração de forças.

Estratégias,

A manipulação,

Escancarada a corrupção.


O enorme tabuleiro da geopolítica,

Antes os aliados,

De um instante ao outro,

Declarados inimigos.

Do nada a mira,

Tornando-nos alvos.

Santa insanidade,

Levando-nos a cruel realidade.


Somos as pequenas peças,

De mais uma rodada fadada ao fracasso.

Se não está no topo,

Você é quem sustenta toda essa engrenagem.

Escassos direitos,

Inúmeros deveres.

O peso da caneta em suas costas,

A mira do fuzil em sua cabeça.


É uma eterna luta entre o gato e o rato,

O sobrenatural ditando as regras.

A violência crescente,

A periferia um depósito de gente.

O negro fascista se achando o ariano,

Contenção de despesas, a gentrificação,

Sugada energia vital.


Nenhuma comida sobre as mesas,

Crianças com a barriga vazia chorando a míngua.

Enquanto, muitos comemoram ao lado,

Sentindo-se os privilegiados,

Em completa dissociação.

Não há remorsos ou resquícios de empatia,

A dor alheia não tem importância.

Isso me causa asco,

Também ânsia.


O que vale é a consciência,

Cada um age de acordo com o livre arbítrio,

O momento é de reflexão.


Quero continuar,

Manter as mãos limpas,

Sem sangue inocentes, dignidade.

Partindo da democracia,

Subtraindo o autoritarismo vigente.

Colorindo um lindo arco-íris no céu,

Todos trabalhando em sociedade,

Cumprindo o seu papel.



segunda-feira, 5 de outubro de 2026

Alinhamento espiritual


 

Reivindico o que é meu por direito,

A minha energia,

Opositora dessa densidade.

Tomo...

Aposso-me do meu Eu Superior,

E não do que o outro queira para si.


Não pode me atingir nenhum mal,

Declaro-me da luz.

Mas não se engane, nunca,

Também tenho sombras.


A dualidade habita o meu ser,

Tenho forças para emergi-las no instante propício.

A proteção vem de onde menos se espera, imprescindível,

Não há argumentos, 

Para quem não tem raciocínio,

O discernimento é indispensável.

Tudo é questão de justiça,

Não venha com pensamentos rasos,

Infundadas justificativas.


A conexão do Universo,

Alimenta-me com o prana.

Alinhando-me com quem realmente sou,

E não com o que muitos desejam, miseráveis.


Sou rica do que nenhum dinheiro possa comprar,

O amor próprio e a compaixão,

Por aqueles que sobrevivem marginalizados.


Eu reivindico –

Tomo posse – 

Compartilho com quem o deseja,

A luminescência é soberana.

Quanto mais se faz presente,

Mais e mais se regenera, está selado.

Auxilia-me a força vital,

O sopro da vida –

Eterna gratidão.


Transparência da alma


 

Há uma tempestade...

Aqui dentro,

Que teima fluir, realidade.

Perpetuando os caminhos,

Desenvolvendo a sua trajetória.


Água corrente –

Em abundância,

Corre a todo o instante.

O tempo –

Este percorre feito o vento.

Hoje mais parece uma tartaruga,

De tão lento,

Deixando o vazio.

Desenhando espaços em branco, 

Com sua tinta invisível.


Não sei porque, gratidão,

A Espiritualidade me faz tão sensível.

Posso ouvir o burburinho,

O canto dos pássaros,

Em meio ao barulho dos vizinhos -

Festejando em um dia pleno de chuva,

Alimentando certa alegria,

Fomentando a energia.


Não me importo, claridade,

Cada um contribui com a sua verdade.

Fortalecendo a esperança,

Por dias melhores.

Quem é que não os deseja, o brilho,

Outra roupagem no espelho.

Um sorriso verdadeiro nos lábios,

A minha alma se transveste de luz e cor.

Devolvendo só meu interior,

O próprio amor.

Sem alheia validação,

O que vale é a consciência.

De sermos pessoas do bem,

Em meio ao caos da inércia.


É como se vivêssemos uma distopia,

Inverdades completamente diferentes.

Manipulados –

Sob o efeito da lavagem cerebral.

Perdemo-nos em qual ponto?

Sob quais circunstâncias?

Atordoados com a maldade ao redor,

Almejando em quase desespero,

O despertar alheio.

Aquele que não vêm,

Perdendo a força que nos detém.


sábado, 3 de outubro de 2026

Reflexão dos movimentos


 

Ah minha essência de bruxa...

Que me leva para esse mar de projeções astrais.


Quem eu sou?

Quem somos de fato?

Navegando por essas galáxias perdidas, tentando nos encontrar.


É tudo uma quimera...


Uma alquimia enferrujada,

Na expectativa de desvendar mistérios,

Resolvendo enigmas,

Decifrando códigos,

Apenas mera presunção.


Quem comanda todo esse absurdo,

Orquestrando o destino?

Como premiados sobrevivemos tão descompassados,

As agruras diárias.

Adquirindo a malemolência, 

O jogo de cintura,

Para não ser mais um jogado de escanteio –

Batendo de frente com a Matrix.


A maldade humana não tem cara,

Ela se apresenta com as oportunidades.

Por isso, faz-se necessário estarmos atentos,

Nem sempre é fácil nos manter sadios diante das situações.


De repente, o caos se instala,

Arrebatando-nos juntos em seu imenso redemoinho, 

Afastando -nos de nossos caminhos –

Arrastando-nos em sua maré para distante de sábios conhecimentos.


Há quem passe por esta vida,

Como simples expectadores,

Observando a tudo e a todos com um imenso ar solene de omissão.

Sem servir...

Sem mudar uma única folha do lugar.

Talvez seja inconscientemente ou por preguiça, tal anulação,

 Não se alinhando com a realidade.


Os dias estão cada vez mais densos,

Em meio aos devaneios do cotidiano.

Sobrevivendo as turbulências impostas.

No entanto, não se dão conta, de que precisam viver as suas sombras...

É desse modo que age o despertar.


Toda ação gera uma consequência,

E a estagnação não leva a lugar algum.

É preciso evoluir,

Revolver as energias,

Para progredir e escapar da ilusão.

Porém, a humanidade precisa refletir os seus movimentos,

Mudar a percepção de como enxerga essa etapa de existência.

Ainda há um longo caminho pela frente,

Portanto, é preciso transmutar o alinhamento,

Para que renasça o discernimento.


É imprescindível a transformação!



Porta do paraíso

 



É um alívio me sentir assim,
Completamente anestesiada.
Sem pensar em nada,
No meu amor próprio amparada.

Quem foi que disse que é o fim?
É o começo de tudo,
Dar voz e vazão.
Longe dos holofotes,
Sem qualquer razão.
Desbravando outras dimensões,
A consciência em projeções.
Lapidando as emoções,
Longe de qualquer reação.

Volitando pelo interdimensional,
Cocriando no interior,
Fugindo dessa realidade de caos.
Que tanto atormenta, vigilância,
Desvencilhando-me da arrogância.

Aos olhos da hipocrisia,
Ser colocada em uma caixinha,
Rotulada como anormal.

Quem foi que nomeou o certo?
Quem foi que criou o capitalismo?
O ter – O dinheiro –
Ditando as regras do poder,
Em desespero.
A imbecilidade, a ambição,
Sob o efeito da manipulação.

Parte da humanidade,
Não vale o prato que come, heresia.
Nas descargas os dejetos, hipocrisia.
Atitudes e circunstâncias, 
Agem de acordo com os interesses.
Cristãos volúveis,
Causando-me ânsia.

A solitude,
Nenhum barulho mental.
Levando-me a porta do paraíso,
A contemplar o meu templo.
O tempo voluntário e precioso,
Fornecendo o conforto –
Fomentando a luz.
Luminescência que trago no peito,
É necessidade, harmonia.
O Espírito em transmutação,
Reabastecendo-se de energia.