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sábado, 19 de setembro de 2026

Rreminicencias atemporais

 



Há quanto tempo estamos separados ,

É uma vida inteira,

Nesta simples existência.

O coração apertado,

Em busca de um porto seguro.

Sobrevivendo neste profundo caos,

De anseios e esperança.


Por enquanto, permaneço aqui,

Cansada de velhas questões,

Não aceitando migalhas.

Aguardando o finito da terceira dimensão,


Você é tudo o que deveria ter, 

Para me fazer companhia.

Trilhar o livre caminho,

Que planejamos viver juntos.

Mas enveredou por outros lugares,

Que o levaram cada vez mais distante,

Deixando-me sozinha.

Deixando-se impregnar por mentiras,

Não duvido que seja uma grande aventura.


Quando foi que prometemos,  as estrelas,

Sem piscar os olhos,

De não nos deixarmos nunca mais.

Tudo não passou de um sonho,

Hoje restam apenas,

As linhas dos versos que componho.

Os meus lábios sussurram baixinho,

O teu nome.

Ficando marcado no corpo,

O último encontro,

Em outra realidade –

Contemplando a Natureza

Ao som de risos,

Dos cantos dos pássaros,

Demonstrando a completa felicidade.


Volitando pelo espaço sideral,

Na urgência da entrega.

A alquimia da transmutação,

Condensando o espaço e o tempo,

Para a nossa satisfação.


Outra vez me deixastes,

Não acordei em teus braços.

Diga-me se isso é possível,

O perfume das rosas,

Inebriando o meu quarto.

Só quero outra oportunidade,

De me embriagar novamente,

No deleite de teu clímax.

Sentir-me embalada pelo amor,

E me fazer viva,

Como ao seu lado sempre sou.


Essa distância é um detalhe,

E que está a minha espera.

Desejando-me com a mesma emoção,

Do primeiro dia em que te vi.

 Quando a ingenuidade se fazia presente,

É tudo o que mais quero.


Nesse ínterim,

O meu peito sente o aconchego.

Adormecendo todas as noites,

Com um anseio na alma -

O de te reencontrar.


Não estou mais solitária,

O amor me acompanha, solitude.

Chegará o dia,

Em que o sentirei por inteiro.

Em total completude,

Existirão outras vidas,

Para serem vividas.


segunda-feira, 14 de setembro de 2026

Nascente da felicidade


 

Aproxima-se –

O fogo crescente.

Não queima,

É intenso,

Porém, frio.

Revela todo o desprezo,

Da essência invisível.

O olhar negro sombrio,

O culminar da raiva.

Num gesto narcisista,

Diante de sua incredulidade.

O contra golpe,

O silêncio.

Talvez algo inesperado,

Quebrando a expectativa.

Neutralizando os efeitos,

Causando os colaterais.

Disponíveis anseios artificiais,

É tão certo, quanto perspicaz.

Na loucura arrebatadora,

Desbrava a loucura.

Na antítese dos fatos,

Subjugada,

Vilipendiada,

Até a exaustão,

No fundo.

Desconhecem o poder da resistência,

A dor não é infinita.

Fortalece-se na solitude,

A nascente da felicidade.

Espelha-se na dignidade,

Através de papéis e canetas.

Transcende a realidade,

Transmutando as dimensões.

Almejando nova consciência,

Rebuscando o elo com a existência.


A terceira dimensão,

Corta na carne.

O espírito volita a procura de abrigo,

Aprendendo com os erros.

Convivendo com alheias sombras,

Lembrando-se sempre de ser luz.

Em meio às provações,

Infindas  provocações.

Diante da tormenta do caos,

Desviando-me dos perigos.


Rege-me a centelha divina,

O discernimento da luminescência.

Por mais que seja difícil,

Pisar em ovos, ambiente hostil.


Escolho-me –

Acolho-me –

Em minha singela amplitude,

Ser do bem.


quinta-feira, 10 de setembro de 2026

Psicografia 10/09/2.026


O Mundo não é somente o Planeta Terra,

Há um aglomerado de Galáxias que precisam existir.

Os seres ditos humanos ou não, em qualquer espécie há uma dualidade – 

A polarização: Positivos e negativos.

Por isso, compreender quem realmente somos, rege-nos ao equilíbrio ou a um total colapso dessas forças, colocando-nos a mercê de qualquer tipo de sorte,

Sem sabermos por onde caminhar e/ou como devemos agir.

Por isso, permitimo-nos levar por distrações, devido ao cansaço que nos acomete.

Não é nada fácil nos mantermos atentos, no foco, no alerta de permanecermos sempre bem e neutralizarmos os ataques de seres que  negativados demandam em nossa direção.

Ser desperto não é uma escolha, e sim, uma necessidade.

O bem...

O amor...

São as melhores respostas.

Também nos afastarmos de energias ruins, isso nos transmite certo conforto, transmutando e vencendo qualquer obstáculo.

A cura vem com o tempo, conforme o merecimento e a força de vontade de realizarmos boas ações.

A transferência com os outros e, principalmente, conosco, eleva-nos a outros patamares, a outras dimensões, com a expansão da consciência, cocriando o discernimento e o amor próprio.

A solitude têm lições imprescindíveis ao Espírito.

É no silêncio que ouvimos a alma que se expande, e não com aqueles que gritam frases decoradas para nos anularem e manipular o raciocínio, levando-nos a realizar o que tanto desejam, irracionais.

Mas as ameaças não vêm somente do lado externo, o sobrenatural é uma caixa de Pandora.

É preciso nos resguardar -

Devemos aprender a distinguir o que ecoa do fundo de nossa essência, a intuição, de pensamentos externos que sopram aos nossos ouvidos.

Sinceramente não é fácil!

Mas o aprendizado é individual.

Apenas há o direcionamento.

Não podemos mostrar como os eventos se realizarão, porque o futuro depende de escolhas.

A Humanidade deve aprender a caminhar com as próprias pernas, sem repetir os mesmos erros do passado.

E pelo jeito está longe de acontecer.

Apesar de tanta maldade existir em um Planeta tão bonito e exuberante, 

É preciso compartilhar conhecimentos e não a Guerra.

quarta-feira, 2 de setembro de 2026

Carta para Setembro - 2.026


 

Setembro –

Seja bem vindo,

Colorido e luminescente com as cores da próxima estação.


A vida continua,

Não sabemos se é do jeito que dá, 

Ou se é da maneira que deva ser,

Ou se ainda poderia ser diferente, repleta de alegria.

Não é sempre que a realidade é do modo que desejamos.

Em nosso ser buscamos realizar grandes feitos e iluminar ao redor com a gentileza de nossos atos.

Porém, não vivemos sozinhos, estamos cercados por uma sociedade que se deixa levar por distrações, não fornecendo valor ao que realmente é necessário, ressoando com a baixa vibração.

O verdadeiro ideal de existência está tão longe de ocorrer nessa luta diária, que nos mantém absorvidos em alerta vinte e quatro horas por dia, deixando-nos exaustos.

Será que foi este o real motivo para a criação? Apenas com a intenção de servi-los, de alguma maneira ou de outra usados como alavancas para tanta maldade? 

Sobrevivemos subjugados e entregues a revelia a qualquer tipo de sorte.

Entretanto, a humanidade em algum momento vira esse jogo recriando outra consciência, de alguma maneira fluindo o despertar e/ou neutralizando toda a maldade.

Porque não estamos perdidos, pelo contrário, encontramo-nos mais focados no que realmente desejamos.

A cada ciclo, renova-se a resistência.

Com ele também vem uma retomada de discernimento.

Jamais podemos permitir que façam o que quiserem.


Todos os dias notícias de mal agouro e fakes news tomam as manchetes.

Há uma legião maligna nos rondando, principalmente, neste período de turbulência.

No entanto, é preciso com quem tenhamos o discernimento para possuímos a clareza e tentar separar o joio do trigo.

Manter-nos atentos se faz imprescindível com aqueles que estão ao nosso redor, redobrando o cuidado conosco e com os nossos.


Que Setembro –

Seja um mês de boa aventurança, estendendo-se aos demais.

Está em nosso DNA vencermos os obstáculos mesmo não possuindo o reconhecimento de quem realmente somos.


Não se preocupe!

Porque essa realidade não é o que aparenta ser.

Muitos são movidos pelo ego e pela ostentação.

Aqueles que caminham na direção contrária são julgados, e este tipo de julgamento não nos cabe, não leva ninguém em nenhuma direção, é totalmente equivocado.


Setembro –

Seja iluminado –

Assim como é a primavera,

Repleto de amor próprio.


Assim está feito!

Assim está selado!


Sejamos luz!


domingo, 23 de agosto de 2026

Reconhecimento da consciência


 

Diante dos fatos, a inquietação,

 Incapacidade de compreensão.

 As pessoas lutando por seus ideais,

 Forma de tratamento desleais.

Na múltipla funcionalidade,

Também gera falta de caráter.

 

 Reciprocidade -

 Via de mão dupla, invisível.

 A grande roda sentido anti-horário,

 Na refração da percepção, insensibilidade. 

Mostrando-nos o contrário,

Percorrendo o velho rio.


A redescoberta do próprio amor,

Vem demonstrar o imenso valor.

Ligando o modo detetive,

Observando a tudo e a todos com atenção.

Olhos de águia,

Sexto sentido apurado.

Com ele a intuição,

Sempre ativa a decepção.


Para que aceitar migalhas?

Se podemos ser servidos como reis ou rainhas,

 Abundante banquete.

O reconhecimento da consciência,

Em meio a tantos tempos e desafios.

A lufada de ar na essência,

Para que se manipulado?

- Jamais!

 Ao ponto de ser aceito,

A febre inconsciente da bajulação.

Curar-se  é necessário,

 E realizarmos por onde merecer o despertar.


Essa é a jogada de mestre,

A virada da chave.

Antes só do que mal acompanhada,

 Na solitude angariando novos aprendizados.

 A enorme guinada,

 O giro total de trezentos e sessenta graus.

 Observando a minoria com tão pouco,

Ostentando dias fúteis de materialismo.


 Enquanto definha o espírito,

 Subordinados a obsessores.

 Persuadindo como contraventores,

 Sentindo na carne o  mando e os desmandos.


 Não  quero ser como eles,

 Andando na corda bamba.

Queda livre no precipício,

Essa escolha...

Sinto que não realizei desde o início.


 A Terra é um capítulo à parte,

Mais denso dessa jornada.

Contribuindo para a evolução da existência,

 Mesmo sabendo que o ser humano é falho.

 Também cometo erros, em plena caminhada,

 Nesta densidade em contraditória realidade,

Em meio a dor e a serenidade.


Correndo atrás do discernimento,

 Silenciando a mente na ânsia de alcançar o olhar de diferente.

Refletindo sobre as minhas várias versões, 

Alimentando a luz.

Não aniquilando as sombras,

Mantenho o equilíbrio,

 Como deva coexistir, a proteção.

 Alcançando a coerência,

 Sem nenhum resquício de servidão.


terça-feira, 18 de agosto de 2026

Inefável coração

 

O tempo é o mestre,

Trás ensinamentos.

É preciso está atento -

Fechar os olhos,

Ouvir o silêncio.

Ao espírito o alento,

É assim desde o início.

A leveza das águas,

A correnteza de um rio.

Que sinuosamente,

Borbulha lembranças,

Não só dessa vida,

Como outras mais.


Em nossa vasta existência,

O Universo é tão amplo –

Às vezes, deveras complexo.

Com toda a sua magnitude,

Dentro de nós a juventude.

No esplendor das galáxias,

O calor invadindo a alma.

Nada de mera nostalgia,

A luz que irradia.


Porque é o que somos,

Porque é o que nos tornamos,

Mais do que aparentamos ser.


Buscamos respostas,

E não está ao lado de fora.

Mas em nosso interior,

Poeira de estrelas.

Um brilho de saudade,

Em um momento –

A feliz explicação,

Ao inefável coração.

Mudança de chave (feminicídio)


 

Há uma egrégora –

De luz e sombras, 

Pairando pelo interdimensional.

As ameaças são constantes,

A mulher designada como sexo frágil,

Colocadas em riscos constantemente no cotidiano.


Elas são os verdadeiros portais,

Entre o prometido e o Planeta Terra.

Vidas ceifadas abruptamente,

Eliminando a possibilidade de desenvolvimento.

A inquisição hoje e dia tem outro nome:

Feminicídio!


O perigo está a espreita,

Vem de onde menos se espera.

Pode está ao nosso lado,

De repente, a violência revelada.

A manipulação, 

O ata covarde,

Causando alarde,

Nenhuma reação.


Normalizando o absurdo,

Arrigementando mais inquisidores.

O retrocesso em forma de leis,

Na iminência de calar as vozes.

Alimentando o poder do masculino,

De progredir com o movimento hostil.

Escondendo-se atrás de religiões,

Impondo pautas sem respaldo.

A negligência no alto do pódio.

Em último os direitos de fato,

O silêncio dos argumentos.


Na televisão estampado mais um crime,

Da estupidez sem tamanha.

Para tanta crueldade interior,

Falta de conscientização.

O indivíduo caminhando na face da terra,

Apenas um número na aquisição.

Sem conhecimento,

Nem tão pouco discernimento.

Nenhum raciocínio que leve a expansão,

Falhos pensamentos.


Essa luta é de todos,

Mulheres e homens –

Devem promover a união e respeito.

Afim de transmutarmos essa realidade,

Arrefecendo a fatalidade,

Continuar com a evolução.

Diminuir – Zerar a estatística,

Extinguir a turbulenta barbaridade.

Desse genocídio global feminino.

Deixando vários órfãs,

A mercê de um futuro incerto.

Reféns dessa maldade,

Até quando conviveremos com essa situação?


Toda vida é importante,

Necessária a mudança de chave,

Cessando com esse entrave.


O laço


 

Pareço distante,

Pensamento longínquo,

Absorvida em minha própria mente.

A alma em foco,

No que me trás paz.

 

A escrita,

Interessante companhia.

Quem para os dias,

Devolve a poesia.

 

Não aceito migalhas,

Pílulas homeopáticas.

Sou merecedora do prato cheio,

A transmutação,

Em doses cavalares.

 

A alquimia da imaginação,

A consciência por outras dimensões.

Fugindo das limitações,

Do corpo físico em colapso.

Com a espiritualidade mantenho o laço,

Para os demais,

Embora, nem sempre perceptível,

Ao lugar denso, faço-me sutil.

A uma parcela, imensurável,

O respeito com o extraordinário.

 

A solitude é o meu combustível,

O Universo sem o véu.

Em busca de novos caminhos,

Volitando pelo céu.

 

domingo, 16 de agosto de 2026

Sejamos conscientes


 

Às vezes, ou quase sempre,

Tudo vai se tornando tão distante,

Permeando o desejo e a realização.

Como se uma bola de futebol,

Resvalasse na trave,

E nada de ouvir a comemoração do gol –

Somente o silêncio da decepção,

E a vida permanecesse em constante stand by.

O que paira no ar é a mesma pergunta em looping:

Por quê?

***

Talvez seja a transição da existência,

Demonstrando um caminho diferente,

O qual não deva ser seguido...

Inconsciente livre arbítrio.

 

A humanidade tende a agir pelo ego,

Por mais que reajamos com qualquer grau de consciência,

A não pender por este lado,

Ao nos vigiar, ainda existe uma porção de incompreensão,

Que tende a nos coagir pela carne.

 

O ser humano é falho,

Ainda tem muito o que aprender, dignidade.

Por mais que aqueles que menosprezem a cultura da ilusão e distrações,

Não é sempre que está atento a esse lado.

O cair é normal, acontece,

O levantar que demanda muita coragem e exatidão,

Reconhecer os próprios erros –

E não atingir o próximo,

Como algum dia foi ferido, quase mortalmente.

 

É compreensível que exista a exaustão,

Por está atento a terceira dimensão,

Os despertos se tornam alvos constantes.

Porque quem convive com nas sombras,

Torna-os como troféus,

 Quando atingem os seus objetivos.

 

Relutar contra a gravidade,

Contra a densidade,

Requer esforço e energia.

É muito árduo,

Transmutar as sombras em luminescência.

Portanto, recuar e nos manter neutros,

Possa ser uma estratégia,

Mas que não seja uma constante, nessa inércia.

Pois devemos enfrentar os dissabores,

Dessa transição para que seja válido o aprendizado.

 

Não importa se seja o melhor caminho,

Contanto, que se faça trilhado, margeando totais sentimentos.

Perpetuando a benevolência imprescindível,

A ser perpetuada  a paz e o amor aos confins de cada coração.

 

A luz deve ser o nosso refrigério,

Tecendo a bem aventurança por todos os recônditos do Universo.

Porque o Planeta Terra é apenas uma centelha de vida,

Nessa imensa egrégora da multidimensional idade.

Todos e sem qualquer tipo de exceção tem o privilégio de existir,

Cocriando a divindade.

 

Mas para que isso aconteça,

É necessário que haja a confiança,

Entre a luz e as sombras em total equilíbrio.

Cada qual respeitando a forma de coexistir,

Em plena imensidão.

 

Se estamos aqui,

E de alguma maneira nos elegeram os escolhidos.

É preciso que a consciência seja respaldada ao que veemente sentimos, verdadeiramente,

E não sejamos manipulados por terceiros.

Todos devem possuir a plena condição lógica de raciocínio,

E não serem orquestrados,

Ao ponto do desejo de uma pequena minoria seja realizado.

Arrefecendo a maldade desencadeada,

Enfim, sejamos conscientes.

 

sexta-feira, 14 de agosto de 2026

Sabedoria


 

Sombras -

 Luz -

 Moldando-me os elementos.

 Gira a força,

Tomando forma, imensurável.

 

 O tempo o senhor do destino,

Tão sábio  que não volta atrás.

 E nós meros mortais,

 Postergamos o seu entendimento,

 Julgando-nos como grandes  sábios.

 Que pretensão a nossa,

 De querermos ser,

 O inverso do que realmente somos.

 

Na dualidade,

Do espaço rígido.

A manipulação do ego,

De modo da tomada de consciência.

Presente o performático extraordinário,

Onde não pairam as dúvidas.

Somente movimentos sutis,

Levando-nos à outras dimensões.

 

Realidades paralelas,

Abrindo feito janelas,

Inúmeras em meu quarto.

Transição -

Transmutação -

A magia do encantamento.

 

Antes a surpresa,

Tornando-se natural.

As habilidades como presente,

Incrivelmente surreal.

Expandindo-se a centelha divina,

Formatando a existência.

A alquimia do despertar,

Revitalizando o ar.

Na reconfiguração,

Em seres interessantes,

Não mais adormecidos humanos.

Refazendo-nos, mudança de planos,

Realizando nova semeadura,

No anseio da abundante colheita.

 

Às vezes, tornamo-nos tão pequenos,

Sem nos darmos conta da imensidão.

É indispensável muito trabalho,

Até desfazermos os enigmas.

Descobrir o que tanto nos escondem de fato,

Para alcançarmos mais um degrau.

Que não seja tarde essa evolução,

E que saibamos reconstruir o Planeta Terra,

Com toda a sua vastidão.

 

Não nascemos para ser mais um,

Um número na estatística,

Em meio a multidão.

Porque possuímos o valor surreal,

Triste o Estado fomentando o marginal.

Diante de uma sociedade hipócrita,

A proteção começa pela energia.

Que direto da fonte irradia,

Combatendo a baixa vibração.

Da primeira lição,

Que nos leva a mente aberta, expansão.