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segunda-feira, 29 de junho de 2026

Bandeira da comunhão


 


Ruíram-se os castelos,

Quebraram-se os elos.

Perdeu-se o prometido,

Entrelaçaram-se os pecados.


Permanece a fragilidade,

Entre a razão e a reação.

Imperfeita a realidade,

Em milhares de cacos, coesão.


O emaranhado, vis distrações,

Na distorção de fatores.

Ao paladar, os dissabores,

Desvanecendo os amores.


Ressoa como a quimera,

Resplandecente essa loucura.

Na terceira dimensão, desventura,

Nos sonhos, coloridas aventuras.


As horas, triviais pensamentos,

Horas a fio, dissonante lamento.

Perdida por serenos devaneios,

Contemplo o céu, no peito o anseio.


Há quem diga que não é verdade,

Arrefecendo a melancolia, felicidade.

Acredito no impossível, translúcido,

Na alegria imensurável, atrevido.


A ternura, se esta é uma missão,

Transcrever cada verso, psicografia.

Nos arquivos arkasticos da essência,

No Universo emoldurando a emoção.


Carrego no peito indelével alegria,

De transformar ações em harmonia.

Bailando no compasso, a persuasão,

Tremulando a bandeira da comunhão.







quinta-feira, 18 de junho de 2026

Antônimos em mim

 


Tempestade – Calmaria – 

Antônimos dentro de mim.

Um mesmo lugar,

Onde sigo buscando o próprio caminho,

Reconhecendo-me feito ninho.

Sonhando com a máquina de teletransporte,

Que me alce para outro lugar.

E que possa ser infinitamente eu,

Sem nenhuma amarra ou represálias.

Arrefecendo qualquer menção de julgamento,

Em desfavor a minha pessoa.

Muitos são moldados pelo ego, 

Espelhando-se em triste ilusão.



O véu sob o meu olhar,

Não existe mais.

Coloco em prática outras percepções,

Florescendo as emoções.

Em tudo que vai se transmutando em harmonia,

Independente do caos lá fora.

Energias densas que não fazem parte de mim,

Deixo longe de minha essência.

Porém, de certa maneira,

Colaboram com o aprendizado.

Mostrando-me aquilo que não quero ser,

Porque o maior valor esta naquilo que somos –

E não no que possuímos, primordial.


Para ser percorrida, há uma estrada mágica,

No entanto, devemos permitir que aconteça o extraordinário.

Boas virtudes faz com que cresçamos, comunhão,

Almejando um novo despertar, luminescência.


Tudo é verdadeiro, 

Quando permitimos que seja, benevolência.

Sem nenhum percalço ou contratempo,

Contanto, tenhamos para perceber o discernimento,

O que acontece de fato.

Para que possamos nos blindar da maldade,

Pois chegará um dia,

Que nada mais será possível.

Seremos uma breve lembrança,

Mas no momento presente,

Brilha meio tímida, a esperança.


segunda-feira, 1 de junho de 2026

Carta para Junho - 2.026


Por incrível que pareça,

Chegamos na metade do ano.

Foi como um piscar de olhos,

O que era novo, tornou-se velho –

Ficando para trás.


O mundo está em completa ebulição.

O caos se espalhando.

O amor em total declínio, desvalorização.

Qual é a razão para todas essas questões que tanto nos afligem?

Tornamo-nos tão interessados pela vida fora do planeta Terra que não olhamos para quem está o nosso lado.

São tantas guerras desencadeadas, dilacerando vidas, infelizmente, destruindo sonhos.

Em meio a tanta dor e sofrimento ao que me parece, vai criando uma total desassociação de sentimentos, fazendo com que algumas sejam capazes de repetirem a agonia hostil, a cada minuto fazendo novas vítimas.

Porém, cocrio junho como um novo ciclo totalmente diferente,

Repleto de paz e de alegria, trazendo consigo inúmeras conquistas, amor próprio e esperança.

Porque acredito que a humanidade, 

Em algum momento, possa se transmutar em sentimentos bons.

Essa aventura na terceira dimensão não deve se resumir apenas em trabalho e a condições caóticas que nos levem ao  estresse, ansiedade e  pânico.

Também nos tornamos merecedores para viver e revivermos momentos reconfortantes em nossos corações.

Por mais que atravessemos toda essa turbulência,

Por mais que possamos cair, sempre haverá o tão sonhado momento de nos levantarmos com a cabeça erguida, e juntos nos regozijarmos com um belo sorriso estampado no rosto.

Desejo que a vida me surpreenda todos os dias:

Com algo positivo que mesmo na hora do cansaço possa me reconstruir...

Não  como a igual pessoa contanto, presenteando me com uma nova versão. 

Onde possa demonstrar com atitudes e dignidade quem realmente sou...

Em quem me  transformei.

 Que junho aconteça repleto de luz, liberdade e gentileza,

Em que os medos que ainda existem possam se arrefecer dentro de mim.

Acredito na paz...

Acredito na humanidade...

Mesmo que me mostrem caminhos totalmente ao contrário.


O que devemos fazer, é primeiramente por nós...

Ao nos mantermos conscientes, ao lado do bem, da luz, teremos chances de melhorarmos a vibração positiva da Terra.


Que não somente em Junho, 

Mas nós demais meses possamos mudar esta trajetória,

Espelhando a saúde, a abundância, a prosperidade e o amor.


Que sejamos mágicos redescobrindo o que realmente somos em meio aos que tentam nos rotular.


Que venha Junho –

Para vivermos boas e sadias experiências!


Sejamos luz!


Assim está feito.

Assim está selado!

 

quarta-feira, 27 de maio de 2026

Anos atemporais



Posso escuta-lo em meu silêncio,

Posso senti-lo em minha essência.

Não é nenhum devaneio,

Você permanece em cada um dos meus sentidos.

O arrepio na clara derme,

Vivenciado na carne.

Está no oxigênio que penetra pelas narinas, vitalidade,

Com tamanha ânsia, pediu calma,

Porque me ensinou a ter paciência.

Rebuscando toda felicidade.

O que era cinza,

Transformou-se no arco-íris.

Ao teu lado encontrarei o tesouro,

E não será um pote de ouro.


Respirar...

Respirar...

Respirar...

Os anos são atemporais,

No linear do calendário,

Correntezas de um rio.


Antes sangrava o peito,

Apertado o coração.

O teu amor fez nascer a resiliência,

 Almejando-te com persistência.

Aguardando o momento,

O instante para te encontrar, o espelho.

Enquanto, divaga a consciência,

No desdobramento Maya.

Tornou-se novo o que era velho,

Reencontrando-o através de projeções.

Pois sei que estás em algum lugar,

Devolvendo a vontade de viver, lufada de ar.

Rescreveremos uma linda história,

Ficará guardada em nossa memória.


Estou desperta, o que antes não compreendia,

Passa ter a razão, velando o meu sonho.

Reconfortando-me, devolvendo-me a certeza,

Cocriando o mundo, rara beleza.

De que um dia, não sei quando será possível,

Reconectar-se-á as nossas almas.

Viveremos o elo incondicional,

Não importa as circunstâncias, surreal.

Mas que de toca-lo tenha outra oportunidade,

Com o meu coração, arrefecendo a solidão.

Porque é na solitude que se faz presente,

Mostrando-me como devo prosseguir, o caminho.

Es o meu alento, como o canto do passarinho,

Estamos ligados, veementes.


Mesmo em outra dimensão, 

Trás o aconchego.

Livrando-me dos perigos,

Hoje reconheço os livramentos,

Sei que sempre esteve comigo.

Embora, inconsciente ou não,

Permitindo me levar por distrações.

Agora grito no âmago,

Sempre foi você,

Que trouxe formas a realidade.

Neste mundo tão abstrato,

Serei eternamente grata.

Pode até ser loucura,

Porém, essa é toda a verdade.


Posso parecer sozinha,

Mas nunca estive, consequência.

Nunca fostes ausência,

Há um véu muito fino, transparência.


Respirar...

Respirar...

Respirar...

Os anos são atemporais,

No linear do calendário,

Correntezas de um rio.


Sei que vou reencontra-lo.


sexta-feira, 22 de maio de 2026

Carta para o meu Eu do passado


 

Uma tarde fria...

O corpo pesado, sonolento.

Como distração, revi antigas fotos,

Pura nostalgia,

Mas também surgiram algumas lembranças ruins.

Um montão de “se” saltitando nos pensamentos,

Tantas coisas aconteceram de lá para cá,

Presenteada com o despertar.

Por isso, Fabby, venho por meio desta,

Informar-lhe que você, ou seja, Eu,

Nunca teve culpa do que aconteceu, inimaginável.

Porque sei que foram apenas algumas amostras grátis,

Do que pessoas maldosas são capazes de realizar –

Sem pensar nos sentimentos de alguém.

O livramento disfarçado de nãos,

A lucidez depois de anos.


O afeto –

O carinho – 

A proteção – 

Que não vieram de quem deveria.

O cuidado em forma de migalhas,

A falta e o ressentimento, a mágoa.


Por outro lado, 

Existia sempre uma magia.

A presença e o apoio constante do imaginário.

Ou melhor, o extraordinário,

O encantamento com o dom da escrita, 

Preenchendo as lacunas, a música.

Que de certa forma, acolhiam-me, para que a pessoa que hoje está aqui,

Finalmente, se desse conta do ser magnífico e incrível se transmutou, verdadeiro.

Aquela que muitas vezes,  suportou calada, 

Porém, depois gritou a sua dor para quem quisesse ouvi-la.

No entanto, foi ouvida uma única vez, mas valeu a pena ser compreendida.


Digo e repito:

Você nunca teve culpa!

Ninguém merece sofrer violência psicológica,

Ou qualquer outra que seja.

Você sempre protegeu a sua luz, inconsciente,

Até redescobrir quem de fato é!



A borboleta –

Mesmo presa na terceira dimensão,

Transformou-se –

E a consciência pode volitar por outras realidades.


Quem nasceu para ser farol,

Nunca perde o seu brilho.

Não é atoa que  és do signo de Escorpião,

Renasce das cinzas, a Fênix.

Embora, ainda haja ataques e tentativas de anulação,

Nunca dependeu de validação.


Nas poucas vezes, que me diminui para caber no mundo de alguém, 

Esse mesmo alguém encontrou uma maneira de me questionar, lamentável.

Até o dia em que entendi, reencontrei o meu próprio caminho na solitude.

Porque são nessas horas silenciosas e necessárias que a Espiritualidade se torna presente, aliás, está comigo a todo instante –

Entoando palavras e intuições,

Palavras de cura e discernimento, emanando o aprendizado,

Com o único intuito de não mais me perder,

Através da traição humana.

Eu acredito!


Longos anos se passaram,

Aparentemente deixei de ser aquela mesma adolescente sonhadora com os astros de rock,

Em sua fragilidade, com poucas informações, 

Com suas experiências e expectativas, aprendeu a desbravar este mundo, onde a falsidade vem em sua constância,

 Porém, não deixou de acreditar na verdade e justiça, essencialmente, na divina.


No fundo, sou aquela mesma adolescente e jovem até nos dias atuais, 

Guardo os mesmos sonhos, vislumbrando os seus artistas nos pôsteres nas paredes do quarto.

O tempo passou, tenho essa percepção,

O meu coração reclama descompassado.


Digo em voz alta:

Você não teve culpa!

Você não tem culpa do que fizeram contigo!

Para quem contou, a falta de acolhimento, 

A falta de zelo e empatia.

De quem não a protegeu, imensurável,

Neste momento.

E depois de anos, para quem confiou, repetindo o igual erro,

Não mensurando as suas cicatrizes, reabrindo-as novamente.


Acolho-te!

Acolho-me!

Protejo-te!

Protejo-me!

Perdoo-te!

Perdoo-me!

Tu és luz!

Eu sou luz!


Infelizmente, há quem nos trate como descartáveis,

Entretanto, devemos nos priorizar, sempre nos colocando em primeiro lugar.


É doloroso esperar demais e receber de menos –

Foi difícil.

Contanto, confesso que aprendemos,

Sem esquecer que sempre somos luz -

O amor próprio iluminando as nossas vidas.


sábado, 9 de maio de 2026

Sou grata

 


Sou grata por sentir o que sinto;

Sou grata por enxergar o que muitos não, mesmo a um palmo de seu nariz.

O véu se dissolvendo diante dos meus olhos,

O despertar do Espírito,

A alma em sintonia com a essência.

A sutileza da realidade,

O aprendizado que me é passado.

O discernimento em minha mente,

O desejo de ajudar sempre que é possível.

O cansaço, o descanso quando necessário,

O progredir sempre.

A expansão da consciência,

O livramento daquilo que não é meu –

Permanecendo somente do que sou merecedora,

Principalmente, a proteção.


Assim é a vida,

Mostrando-se em pequenos detalhes, 

O que realmente viemos realizar no Planeta Terra.


Para isso é providencial uma transformação!


Permita-se com quem aconteça,

Apareça a esperança,

Em dias melhores,

Os verdadeiros valores.


A gratidão é a chave,

Não a da boca para fora -

Mas a sentida em seu âmago.


Desse modo existirá a transmutação!


sexta-feira, 1 de maio de 2026

Carta para maio - 2026

 


 Maio chegou pintado com as cores da Esperança.

Embora em meio às tragédias do cotidiano, como a barbárie humana, escalando degraus imprescindíveis.

 E eu fico tentando reaprender a confiar.

 Confesso que a cada dia e certas atitudes demonstram que está ficando sempre mais difícil.

 A única vontade que tenho é de me enclausurar aqui dentro. 

Não que ainda não faça isso, entretanto, o desejo é de não mais sair.

 A humanidade tem esse título porque lhe é imposto. 

E a todo instante a desumanidade vem demonstrando a sua força e crueldade.

 Quantos acontecimentos e tragédias são necessárias para promover a maldade e a desigualdade?

 Em meu cerne recrio um mundo totalmente diferente, cocrio um espaço somente meu, e não há quem tire isso de mim. 

O meu amor próprio, a minha força não dá ao outro o poder da manipulação. 

Porque este mesmo poder é meu.

 Por isso, curvo-me e me rendo somente a espiritualidade e a toda essa egrégora que me protege, que me alça a novos voos, fazendo com que a minha consciência possa se expandir

Porque sou filha do éter!

 Porque sou filha da Terra!

 Porque sou filha do fogo!

 Porque sou filha da água!

 Porque sou filha do ar!

 Onde os elementos se fundem com a minha matéria e não há nada que me tirem desse caminho.

 A espiritualidade é o meu guia, transmutando o espaço, levando-me à outras dimensões.

 Por mais que o caos esteja turbulento lá fora...

É preciso ser luz, onde a essência e o corpo físico se fundem: No coração.

 Deve ter alguma razão ou algum motivo para que tudo aconteça assim. Embora sinta-me presa neste corpo onde a consciência desbrava outros horizontes.

 De alguma maneira, acredito que não seja apenas sensações o que sinto,

O meu espírito relembra não o que fui um dia, mas sim, o que realmente sou.  

Quem sabe um ser interdimensional, em que algum momento decidiu fazer uma viagem para redescobrir maneiras diferentes de apreciar e sentir a natureza na face da Terra.

 Por isso, desejo e maio já é um próspero mês em nossas vidas.

Em que várias sementes se tornarão belíssimos frutos.

 Maio é o mês da reconstrução... 

De bons atos...

Da tão desejada paz!

 A todo momento se renovando em nossos corações.

 Unidos e compartilhando, façamos com que este desejo finalmente aconteça.


 Maravilhoso;

 Atencioso;

 Incrível;

 Otimista!


 Que seja extraordinário em nossas vidas!


 Assim está feito!


 Sejamos luz.


Persistência


 

Um mar revolto,

Um terremoto a nossa volta.

Nada de canção de ninar,

Estrondos cortando o céu.

Luminescência rabiscando o ar,

O Planeta Terra em ebulição.


Quem desvendara a última equação,

De cálculos infinitos?

Decifrando a distância,

Enquanto, pessoas tombam ao chão.

Dissimulada intolerância,

Descartados como velhos troféus.

Ao outro imputando a falta de importância,

Como mercenários tomando de assalto.

Amassadas as panelas, vazio estão os pratos,

A dignidade arrastada na lama e no asfalto.


Como ficamos sob o impacto da turbulência,

Cansados, exaustos no torpor da resistência?

De que adianta gritar senão seremos ouvidos,

Como  a ameaça de tsunami, engolidos.

O caos nos envenenando pouco a pouco,

Até quando nos manteremos dispostos,

E lutar contra toda a maldade?

Neste cabo de guerra, deslealdade,

Por onde andara a verdade?


Em quem confiar? Imprudência,

Persistirmos em velhos erros, incumbência.

O poder da manipulação,

A mente em completa exaustão.

Sob a moral o escárnio,

Sem controle as águas turbulentas.

A massa, a racionalidade lenta,

Todas as pedras nas mãos.

De ambos os lados,

Cadê a consideração?


No final das contas, saímos todos frustrados,

Tamanhas perdas, inconsoláveis.

Perecendo vidas, totalmente falidos,

Dos sentimentos, a dissociação.

Perdemos de fato a noção,

A violência sem cerimônia, ascensão.

O crime em larga escala, falta de razão,

A cada dia mais encurralados.

Não encontramos a saída,

Aos despertos o anseio do retorno,  contrapartida.


Jogados em meio ao olho do furacão,

Na dualidade partindo ou não da emoção.

E qual será o momento propício,

Poderemos ter o sonhado alívio?

É está labuta desde o início,

Almejando o oxigênio.

Nascemos entre a rejeição e a aceitação,

Ou ainda a tolerância.

No pequeno corpo frágil a persistência,

De ser, de se tornar e ser aceito.

Com ou não sem afeto,

Nem sempre obtendo o êxito.

Fazendo-os nos engolir goela abaixo,

Tratados como um qualquer, lixo.

Tornando-nos guerreiros, a essência de luxo,

No empoderamento complexo.


terça-feira, 28 de abril de 2026

Dualidades existencial



Sou feita de fases -

E de frases.

Coisas que deveriam ser ditas,

Por outros suprimidas.


Entre luz e sombras, 

Dia e noite,

Doce e salgado.


Perco-me pelos labirintos da alma,

Pelos devaneios de minha essência.

Com calma -

Às vezes, sem resquícios de paciência,

Tentando-me encontrar,

Absolvida em busca de lar.


Desfazendo os quases,

Ignorando os nãos,

Refazendo-me em pequenos sins.


Uma única e incomoda pergunta,

Que insiste em arranhar o coração:

Em quem confiar?

quarta-feira, 8 de abril de 2026

O poder da manipulação

 


Não há nenhum sentido,

Para os que querem a manipulação,

A verdade não deve ser falada.

Aos que agem com indignação,

A verdade precisa ser demonstrada –

Também confrontada.


São tantas as vertentes,

Em múltiplos paradoxos.

Um tanto quanto paralelos,

Desmisticando os elos.

Espelhando-se na fragilidade humana,

Em impactante vulnerabilidade.


Para quê a educação?

Qual é a razão para ensinar o raciocínio lógico,

Se quanto mais emburrecimento, melhor.

Para os que usufruem de milhões e privilégios,

Enquanto, a classe trabalhadora,

Segue cada vez mais oprimido, endividada.

O fato é que nunca saberemos o fim,

Todos vivenciando um dilema, enfim.

Em um teatro falido,

Em monumentais proporções.


Neste cenário caótico,

Arrefecendo multidões.

Promovendo desenfreadas emoções,

O Governo nos atravessando, avassalador.

Cada um que conviva com a própria dor,

Dando a cara a tapa, o  lado oculto.

Não escondem mais o vil vulto,

Zero demonstração de surpresa.

O que tem a dizer em sua defesa?


Quem é aos seus, não se regenera, crueldade,

Provocando inúmeras atrocidades.

Impactando os despertos,

Saindo da zona de conforto, 

Percorrendo desertos.


O que construímos, desmoronando está,

Falsos castelos de areia.

Somando-se a milhares de vítimas,

Destruídas as histórias, soterrando sonhos.

Assim, são os versos que componho,

Navegando pela rede, 

Ou entranhado em algum fichário na prateleira,

De vez em quando limpando, e não acumular poeira.

Quem os lerão?

Somente mera pretensão.


A dualidade pregando o alto flagelo,

A convivência e o desamor.

A dissociação, deixando rastros,

A perversão no formato da negligência.

Andando de mãos dadas, ampla comunhão,

Recriando a barbaridade desumana.

Em condições deploráveis,

O efeito dominó devastador.

Recriando conflitos,

Desconfigurando o futuro.

O retrocesso, de volta ao passado,

E não é um filme, desolador.


Guerras, batalhas armadas,

Ameaças nucleares,

Ceifando vidas.

Podendo dizimar nações inteiras,

Enterrando-nos em suas loucuras.

Transformando o azul do céu,

Em completo escarcéu,

No tom frio e acinzentado.

Derretendo o asfalto,

Queimando o concreto,

Devastando as verdes florestas,

Eliminando o oxigênio,

De sobra o gás carbônico.


Simplesmente tão inquietante,

Toda essa agitação, ansiedade.

O poder da caneta e sua destruição,

“Governantes” brincando de Deus,

Decidindo quem vai morrer ou não.

Entre os defeitos colaterais, 

E a devastação.


O que de verdadeiro acontece –

Por detrás dos holofotes?

Sem cerimônia, aguardam o instante certeiro,

Para dar o bote,

Uma cobra peçonhenta.

Na hora H, no dia D,

As consequências sofremos no rebote.

Sem dignidade,

Sem alguma condição.

O viver como resistência,

A densidade e suas indulgências.


quinta-feira, 2 de abril de 2026

Carta para Abril - 2.026


 


Hoje é primeiro de abril –

Onde é comemorado o dia da mentira.

Por curiosidade fui pesquisar o motivo e, as razões são tantas. 

Mas prefiro me prender a minha teoria:

A de que vivemos aprisionados em uma ilusão. 

Eles mascaram e forjam a realidade em que nos convencem a trabalhar feito animais de carga para suprir as suas necessidades e luxos.

Mas o que esperamos de abril?

A não ser o alívio para as nossas dores;

A chance de não nos alinhar de acordo com o intuito alheio;

Possuir o privilégio de nos sustentar;

Possuir uma paz plena, sem que sejamos surpreendidos pelo caos.

Eles tentam nos manipular de qualquer maneira para que possamos caminhar direto ao abismo numa insensatez constante e, com os despertos taxados de loucos.

O que é verdade, rotulado como teoria de conspiração, quando no fundo toda desconfiança tem um fundo ou é totalmente verdadeira.

No entanto, o modo que aqui sobrevivemos é sob a mira da tensão, sem mensurar qual vai ser a próxima surpresa ou quando seremos acordados com os estouros de estampidos invadindo nossas casas, iguais a convidados ingratos, sem educação.

Qual é a fonte para todos esses tipos de mazelas que nos martirizam e acabam com os resquícios de nossa paz?

Os dias se passam....

Mas em que percebemos todo esse teatro? 

Cortina de fumaça nos cegando – 

Enchendo o cofre do sistema, abarrotando os poderosos, enquanto, permanecemos anos à fio, mendigando, rastejando por migalhas, sem direito a nada, onde orquestram toda uma sinfonia de sofrimento.

 E o que podemos fazer?

 Aceitarmos calados  não é o caminho.

Por mais que a dor nos marque todos os dias de alguma forma, por mais que pensamos que não vamos conseguir vencer outros obstáculos –

Há uma pequena força que nos impulsiona a sairmos desse buraco que nos desnorteia...

E o meu em particular é a literatura –

É a escrita que vai atenuando o despertar das sombras, que são revolvidas como uma dança de mãos, porém usufruindo de sabedoria e discernimento, mostrando-nos capazes de ser maior do que toda e qualquer turbulência. 

Ao aprendermos a nos controlar e nunca nos adestrar, assim como os demais que vivem enjaulados em uma e qualquer crença limitante. 

O meu desejo da expansão da consciência se faz maior, faço-me livre com a natureza –

Assim está feito!

Por mais que eu caia em algum momento de fraqueza, guardo a minha dor transmutando-a em luz.

Nada é para sempre.

Nada é por acaso. 

Em tudo há o seu aprendizado.

 A vida segue –

Com ela há todas as possibilidades de paz e prosperidade, porque é no que acredito. 

Então, convivo com luz e sombras,

Com essência, as dádivas e os percalços do despertar.

Dessa forma, encontro a felicidade que há em meu espírito.

 Abril –

Que todas as esperanças sejam renovadas!

Que todos possamos viver em paz e protegidos!

Que a Espiritualidade caminhe ao nosso lado nunca nos desamparando.


Que assim seja!

Assim está feito!

Amém!


Que sejamos luz!



domingo, 1 de março de 2026

Um toque de realidade da espiritualidade


 

Os seres humanos estão cada vez desconectados com a realidade.

Os erros do passado não serão mais tolerados.

Há um afunilamento de energias -

E quem age de modo retrógrado pelo impulso, pelo ego, desejando a eternidade na terceira dimensão, será sentenciado severamente.

 A consciência necessita de alinhamento para continuar sua existência interdimensional, dar  continuidade ao seu trabalho vai muito além da escolha de um lado - 

Isso demanda atitudes e coerências.

Há uma compreensão que somos falhos, levados a caminhar por estradas equivocadas através de distrações.

 A terceira dimensão não é uma etapa segura para ninguém, porque o livre  arbítrio não nos mantém a salvos quanto às escolhas incertas do próximo, enquanto demanda o sofrimento psíquico e físico no outro para atingir os objetivos vis.

 A paz - Almejá-la nem sempre é essencial. 

Quando aos que estão ao nosso redor decidem por irromper o medo e desespero. 

Quase sempre estar sozinha é o melhor acerto do destino, a fim de nos livrarmos das intempéries humanas, além de uma excelente estratégia para nos manter no foco, no que realmente é necessário.

 A paz nem sempre está ou estará nas atitudes alheias em relação a nós, mas sim, nas horas que dispomos em está em completa solitude para nos abastecermos de silêncio.

 A falta de silêncio ou completo vazio, também nos alimenta, ao contrário do que muitos pensam em esta acompanhado. 

Portanto, os indivíduos ao ponto de não se escutarem, seguindo a onda, não ouvindo sequer os resquícios de suas almas em completo sono profundo.

 O que podemos aprender com o que nos é apresentado nesta esfera tão densa a não ser pararmos e refletirmos como podemos realizar esta estadia tão diferente quanto ao que é  nós condicionados.

 A grande maioria esquece que estamos aqui para aprendermos, para ser subversivos, revelando-nos a ter uma participação antagônica da qual eles desejam.

 Todas as mentiras jogadas para debaixo do tapete, toda lama sendo exposta com muito mais, esbanjando dinheiro, cometendo atrocidades, parece que se deu o aval para muitos o realizarem. Mas são incapazes de questionar as suas próprias ações.

A maldade não virá de uma incursão alienígena, porque ela já está impregnada nos próprios seres que se dizem humanos.

Quando não estamos alinhados com o caos que orbita esta atmosfera, optamos por nos resguardar para nos mantermos intactos, longe de toda a adversidade que se amplia e ressoar lá fora.

Ao fazermos um contato com a nossa essência, estamos nos alinhando com a luz e, não com o que reverbera no mundo externo.

O ser humano guarda muito segredos.

 A pessoas que, mesmo demonstrando uma aura de santidade, pode guardar dentro de si uma sombra tenebrosa. 

E, por isso, devemos prestar atenção nas energias  que emanam e vibram.

 Não se preocupe: 

Está sozinha é livramento. 

Como já diz o ditado: “Antes só do que mal acompanhado.”

A solitude nos traz alinhamentos tão palpáveis que muitos duvidam de nossa capacidade. 

Mas isso não importa, o que conta são os verdadeiros sentimentos. 

Antes lidar com o sobrenatural, com o extraordinário do que demandar energia em algo que não suprirá com o nosso enriquecimento e aprendizado.

 Não se preocupe com o tempo -

 Ele deveras linear.

 A faixa temporal existe somente aqui no plano físico do Planeta Terra e, quando a nossa consciência parte, nasce para outra dimensão, o que antes aqui fazia sentido lá  se fará apenas uma vaga lembrança.

 Os sentimentos são parte do ego, da ambição para nos mostrarmos superiores aos outros, quando na verdade, lá tudo é superado.

 Então, mantermos a mente, o coração em silêncio faz com que possamos ter uma expansão da consciência.

É um imenso aprendizado para nos mantermos protegidos diante da crueldade humana.

 Não hesite em nenhum momento em se escolher –

Em se acolher –

Principalmente a mulher.

 Por que a perseguição contra o Sagrado Feminino nunca cessou,  nunca acabou... 

Com o passar dos anos, ela muda de nome de acordo com as culturas, em pleno século 21, ela vem  rotulada no Brasil como feminicídio.

Protejam-se!


Sejamos luz!


Carta para Março - 2.026

 

Março -

Seja bem-vindo.

Mas o que esperar de você desse terceiro ciclo que se descortina bem a nossa frente, com um tom de ameaça mundial?

Será que estes últimos meses não foram densos, necessários ao ponto de nos fazermos exaustos, com tanta transmutação?

O extraordinário sempre nos revelam os pontos precisos para que possamos ultrapassar cada obstáculo e, assim ligarmos o modo superação.

Não podemos nos amedrontar, pelo contrário, é preciso com que nos mantenhamos em prontidão, por mais que o cansaço possa vir nos abater.

Há toda uma controvérsia, uma dualidade que, às vezes, faz repensar se vale a pena tudo isso.

O que acontece apesar das dificuldades, seguir em frente é necessário, expandindo novos horizontes com um aprendizado.

Como um canta Humberto Gessinger: “Seguir viagem, tirar os pés do chão, outra margem correr na contramão.”

Então, sejamos empáticos consigo mesmo, permitindo-se um tempo curando as suas dores, tornando-se forte e autêntico, não se deixando abater pelas mazelas alheias.

A vida pode ser muitas, mas esta é a única.

É sobre outra óptica como alguém desperto que não acredita em tudo o que eles falam, e nos mostram que não devemos nos lubridiar com o que nos apresentam. Porque suas vidas não passam de acontecimentos amargo e superações mal resolvidas.

O nosso brilho é a maior arma que podemos apresentar diante de atos tão mesquinhos!

 E desse modo que desejo um mês repleto de luz e sabedoria, trazendo em sua companhia o discernimento para que possamos Transpassá-lo com energia positiva da maneira que sou e não como muitos assim os desejam.


 Sou luz!

 Sou Liberdade!

 Sou a prosperidade!


Enquanto, os outros são mais dos mesmos, caminhando sem nenhuma perspectiva para o seu local de abate.


Sou mulher!!!

Reconhecendo o meu Eu Feminino, reconectando me com a essência do Eu Superior, não me deixando amedrontar por aqueles que não resolvem, e não se alinham com a minha maneira de pensar.

Sou grata pelo que sou –

Por o que me tornei,

Por aquilo que conquistei.

Principalmente pelo despertar que me proporciona a enxergar o que muitos ignoram.

Sou filha de Lilith. 

Sou grata. 

Obrigada por me fazer escolher a luz.




Sejamos luz!


domingo, 22 de fevereiro de 2026

Carta para a humanidade XXXll


 

As lembranças  do sonho ou será projeção astral? 

O retorno no tempo –

A passagem linear. 

Muitos julgam ser loucura de minha mente em conflito. 

Porém, a minha consciência divaga quando estou em sono profundo.

O corpo inerte por tantas dimensões. 

O cenário poderia ser diferente? 

Sim!

Assim como alguns personagens. 

Mas sabia exatamente do que se tratava. 

A pergunta que fica no ar:

Porque não reencontrei quem tanto desejava, se o meu inconsciente sinaliza isso? 

Há tantas questões a serem respondidas. 

Enquanto a humanidade vive sob o holofote de seu flagelo moral. 

O que antes estava escondido, agora vem à tona, deixando-nos perplexos.

Qual é a causa para tudo isso? 

Quais são as suas verdadeiras intenções? 

Tudo invertendo o certo, tornando-se errado. 

Enquanto os inocentes sofrem sem o menor resquício de remorsos. 

Quem são as pessoas que convivem ao nosso lado? 

Quem são verdadeiramente, enquanto se vestem em  máscaras de santidade, tornando-se cruéis no instante propício?

Só desejo passar pelos obstáculos, suportar tudo enquanto trânsito pela terceira dimensão. 

Com quem devo falar? 

Conversar sobre tudo aquilo que acredito, sem ser taxada como louca?

Há um distúrbio mundial onde existe várias conexões, macabras onde o horror toma conta da bestialidade. 

O céu antes azul, torna-se obscuro e sombrio. 

Será que teremos salvação? 

Portanto, as pessoas se perdem na ilusão adormecidos. 

Anestesiados em sua própria soberba.

E os desperto lutam para se manterem conscientes em um submundo repleto de armadilhas e distrações.

A humanidade é composta por seres lutadores, que não conseguem evoluir, como se andassem em um ritmo frenético, em uma esteira evolutiva, que não os levam para lugar algum vislumbrando a mesma paisagem. 

Sem nenhuma compaixão, onde o outro é apenas um degrau para construir o seu objetivo.

Dor? 

Sofrimento?

Não existem, aplaudem saboreando a sua mesquinhez. 

O fato é de que os dias estão passando cada vez mais rápido. 

A pressa se tornou o combustível para todas as suas maldades e nada mais importa.

Governos mundiais são para benefícios próprios, fingem uma realidade que não existe. 

Portanto, o que estão na base da pirâmide sofrem as piores consequências, ao contrário do que estão no topo usufruem uma vida repleta de regalias a custa de muita agonia do estresse que vai alimentando a sua área energética. 

Com pessoas que agem desse modo, não podemos ser complacentes. “Eles” agem determinando como devem ser a vida dos outros, espelhando-se numa falsa moral, realizando exercícios marcados com a guerra, ou não, literalmente bebendo sangue humano.

Até quando estaremos sujeitos a este jogo sujo subjugados feito animais prontos para o abate?


segunda-feira, 9 de fevereiro de 2026

A chave da conexão


 

Mergulhando no mais profundo,

Redescobrindo mistérios.

Não me atrai mais o raso,

Observo o oceano vasto,

Vencendo a cada distância.

Fluindo ao sabor da correnteza,

Desacelerando do caos.

Desatando nós...

Para que a pressa?

Se a consciência é o que interessa?


Cultivar a essência,

Desbravar o Eu feminino.

Fugir da Matrix,

Treinar a visão -

Para o primordial realismo,

Arrefecendo as amarras.

Desvencilhar-me de crenças limitantes,

Aprender o que é verdadeiro.

Não importa se não é o derradeiro,

Simplesmente não desaparecendo por completo.


A consciência é um estado mágico,

Para a terceira dimensão, surreal.

Viajamos por entre mundos,

Realidades paralelas.

Vislumbrando a aquarela,

Diversas paisagens, com ou sem coragem.

Relativisando em sonhos,

São histórias que componho.

Preenchendo o passado, tecendo futuro,

Às vezes, encontrando-me em apuros.

Logo, deslumbrando a solução,

Controlando a emoção.


Somos mais do que percebemos ser,

Na grandiosidade do merecimento.

Aos que estarão preparados, o discernimento.

A chave está entre a conexão -

Da humanidade e a natureza.

Espelhando a Esperança,

Com total esplendor e beleza.

O planeta Terra, pulsando vivo, 

O contraste do azul celestial,

E o verde primordial.

Os recursos naturais no amarelo ouro, reluzente.

Transformando-se em um imenso portal,

Derrubando o véu de esquecimento.

Reativando todas as nossas memórias,

O que tanto querem nos esconder, labirintos. 


Mas há quem recrie nossos caminhos,

Percorrendo cada passo, sensatez.

A água refazendo outras trilhas,

Levando-nos a serenidade.

A esperança de outra realidade, 

Não importa onde estejamos:

Aqui ou por outras dimensões.

Estão aqui dentro,

Basta redescobrirmos,

Qual é a nossa missão?

Desse modo vivenciando outras verdades,

Totalmente diferente das quais nos ensinaram, profusão.


segunda-feira, 2 de fevereiro de 2026

Carta para Fevereiro - 2.026


 

Reconexão –

Que esta seja a palavra para o início e todo esse mês.

Sem surpresas desagradáveis, que me tiraram do eixo, deixando apenas um enorme buraco em meu peito e, com ele também o silêncio.

Tenho plena consciência de que preciso aceitar tudo aquilo que não está ao alcance de minha jornada.

Há distâncias que são inevitáveis, mas peço a espiritualidade a fé, o discernimento e a sabedoria necessária para superar qualquer obstáculo.

Sei que a compreensão virá no instante oportuno para que tudo finalmente se encaixe em seus devidos lugares, como peças de um enorme quebra cabeça chamado vida.

Ainda existe tanto o que aprender, porém, os seres humanos estão mergulhados no próprio caos, que não enxergam a si próprio, olhando para dentro.

Somos contemplados com a racionalidade, entretanto, abandonamos o livre arbítrio agindo de qualquer maneira, tornando-nos mais primitivos do que o próprio animal que age pelo instinto.

Posso desmoronar, mas levanto.

Posso perder, mas transmuto.

Posso ser excluída, mas me refaço na solitude.

Sou Fênix – 

Acolhendo as cinzas, e depois me moldando no fogo de minha essência.

Porém, o caos veio para tumultuar o que possuímos de mais sagrado: A Paz, fomentando as guerras, onde cada um de nós nos perdemos pouco a pouco. 

Com isso, o retornar da consciência é indispensável para que tenhamos dias melhores formando gerações sem culpa e nem traumas.

No presente momento, tenho a estranha sensação de letargia que vai entorpecendo não somente o meu corpo como também a alma, emudecendo-me.

Início de Fevereiro,

E só desejamos realizar o simples, o seguir em frente, o ir e vir sem nenhum perigo ou atropelo, ainda fugindo de algo que nos faça refém dentro de nossas próprias casas.

Um sentimento de suspensão, adrenalina, falta de ar que vai nos asfixiando...

Até quando suportaremos viver, ou melhor, sobrevivermos sem o mínimo de conforto.

É como se fosse uma equação impossível de ser realizada.

Só preciso ficar bem...

Só preciso está bem...

E colocar em prática todos os meus planos de ser feliz, 

Sem medo, nem objeção, sem culpa.

Ser exatamente como sou, 

Conversar sobre a espiritualidade do meu ponto de vista, do sobrenatural, do extraordinário que está impregnado em minha pele.

A liberdade possuir e plantar as sementes para que em algum momento possam ser colhidas, emanando luz e perseverança.

Ao iniciar mais um ciclo – 

Desejamos que venha repleto de amor e prosperidade.

No entanto, não são todos que estão alinhados ao que realmente merecemos, ou seja, uma humanidade repleta de harmonia e desejo de evoluir.

Porque muitos se encontram presos em uma inércia totalmente diferente ao que se é esperado para expandir o grau de conhecimento.

Fevereiro –

Seja e se faça a força motriz que almejamos e ao menos recomeçar nesta caminhada.

Que seja construída com a sua letra inicial a Felicidade que tanto buscamos.

Recebendo-o de braços abertos em um aconchegante acolhimento.


Felicidade 

Esperança 

Vitalidade 

Eternidade 

Reconhecimento 

Enlevo

Indivisível 

Realizações 

Otimismo


Sou tudo o que desejo para prosperar!


Gratidão por cada dia!


Sejamos luz!


quinta-feira, 1 de janeiro de 2026

Carta para Janeiro - 2.026


 

A grande maioria estava ansiosa para a virada do ano. 

Porém, sem o intuito de olhar para dentro de si.

A ampulheta demonstra a passagem do tempo que urge feito um animal faminto, entretanto, alimentam-no de maneira equivocada.

Este mesmo tempo é insaciável, ávido por silêncio e acolhimento.  

No entanto, saciam-no de um jeito implacável entregues a vícios e barulhos.

O essencial vive em nosso interior, quando nos presenteamos com a prosperidade, emanando uma nova maneira de ser.

Na correria diária não nos permitimos dar conta do simples, de ver e proporcionar estabilidade.

O ressoar do mundo exterior com o interior precisa ser um instante único, desabrochando boas vibrações.

Pois são as energias positivas de que o Planeta Terra tanto precisa para se nutrir culminando no despertar de tantos outros indivíduos.


Seja bem vindo, Janeiro!


Hoje é dia primeiro de janeiro de 2.026, o início de uma enorme jornada que não sabemos quando se findará.

Por isso, devemos refletir e, repensarmos de fato no que faz sermos pessoas melhores.

A humanidade ainda tem muito o que aprender se deseja reconstruir nova consciência, na intenção de transmutarmos essa turbulência, recriando a harmonia entre todos os seres sob essa imensa construção que se chama galáxias.

Se não aprendermos a ser felizes no simples, jamais conseguiremos reverter este jogo.

Este ano que se inicia, possa realmente nos ensinar como podemos sobreviver na Terra, em comum alinhamento com a educação ambiental.

Porque destruindo a Natureza sem nenhum cuidado, estamos nos exterminando, com isso aumentando os fatores de riscos com o fim dos recursos naturais. Essa é a primeira questão a ser repensada.

Que neste início de janeiro, possamos reconstruir um mundo melhor para as nossas crianças, cocriando uma mentalidade mais leve, e vivermos dias mágicos e extraordinários.

Janeiro é feito de luz com a lua, magnífica, assim como os fogos de artifícios que colorem o céu em uma noite iluminada.


Janeiro –

Repleto de prosperidade, 

Repleto de harmonia,

Repleto de abundância,

Repleto de gratidão,

Na busca pela sabedoria e discernimento.


Que toda sombra seja transmuta da em luminescência, afim de sermos pessoas melhores.


Sou grata por quem fui,

Sou grata por quem sou,

Sou grata por quem me tornei,

Sou grata por quem serei.


A essência está em constante movimento, na transformação da consciência.


Gratidão por tudo:

Pelos sins e, principalmente, pelos livramentos em forma de nãos.


Gratidão!

Gratidão! 

Gratidão! Por


Sejamos luz!