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sábado, 3 de outubro de 2026

Reflexão dos movimentos


 

Ah minha essência de bruxa...

Que me leva para esse mar de projeções astrais.


Quem eu sou?

Quem somos de fato?

Navegando por essas galáxias perdidas, tentando nos encontrar.


É tudo uma quimera...


Uma alquimia enferrujada,

Na expectativa de desvendar mistérios,

Resolvendo enigmas,

Decifrando códigos,

Apenas mera presunção.


Quem comanda todo esse absurdo,

Orquestrando o destino?

Como premiados sobrevivemos tão descompassados,

As agruras diárias.

Adquirindo a malemolência, 

O jogo de cintura,

Para não ser mais um jogado de escanteio –

Batendo de frente com a Matrix.


A maldade humana não tem cara,

Ela se apresenta com as oportunidades.

Por isso, faz-se necessário estarmos atentos,

Nem sempre é fácil nos manter sadios diante das situações.


De repente, o caos se instala,

Arrebatando-nos juntos em seu imenso redemoinho, 

Afastando -nos de nossos caminhos –

Arrastando-nos em sua maré para distante de sábios conhecimentos.


Há quem passe por esta vida,

Como simples expectadores,

Observando a tudo e a todos com um imenso ar solene de omissão.

Sem servir...

Sem mudar uma única folha do lugar.

Talvez seja inconscientemente ou por preguiça, tal anulação,

 Não se alinhando com a realidade.


Os dias estão cada vez mais densos,

Em meio aos devaneios do cotidiano.

Sobrevivendo as turbulências impostas.

No entanto, não se dão conta, de que precisam viver as suas sombras...

É desse modo que age o despertar.


Toda ação gera uma consequência,

E a estagnação não leva a lugar algum.

É preciso evoluir,

Revolver as energias,

Para progredir e escapar da ilusão.

Porém, a humanidade precisa refletir os seus movimentos,

Mudar a percepção de como enxerga essa etapa de existência.

Ainda há um longo caminho pela frente,

Portanto, é preciso transmutar o alinhamento,

Para que renasça o discernimento.


É imprescindível a transformação!



Porta do paraíso

 



É um alívio me sentir assim,
Completamente anestesiada.
Sem pensar em nada,
No meu amor próprio amparada.

Quem foi que disse que é o fim?
É o começo de tudo,
Dar voz e vazão.
Longe dos holofotes,
Sem qualquer razão.
Desbravando outras dimensões,
A consciência em projeções.
Lapidando as emoções,
Longe de qualquer reação.

Volitando pelo interdimensional,
Cocriando no interior,
Fugindo dessa realidade de caos.
Que tanto atormenta, vigilância,
Desvencilhando-me da arrogância.

Aos olhos da hipocrisia,
Ser colocada em uma caixinha,
Rotulada como anormal.

Quem foi que nomeou o certo?
Quem foi que criou o capitalismo?
O ter – O dinheiro –
Ditando as regras do poder,
Em desespero.
A imbecilidade, a ambição,
Sob o efeito da manipulação.

Parte da humanidade,
Não vale o prato que come, heresia.
Nas descargas os dejetos, hipocrisia.
Atitudes e circunstâncias, 
Agem de acordo com os interesses.
Cristãos volúveis,
Causando-me ânsia.

A solitude,
Nenhum barulho mental.
Levando-me a porta do paraíso,
A contemplar o meu templo.
O tempo voluntário e precioso,
Fornecendo o conforto –
Fomentando a luz.
Luminescência que trago no peito,
É necessidade, harmonia.
O Espírito em transmutação,
Reabastecendo-se de energia.




sexta-feira, 2 de outubro de 2026

Recíproca densidade


 

Mais um...

Quantas vidas mais?

Familiares desamparados,

Zona de conflito lastimável,

O contrário, ressoa impossível.


Mergulhados nesse mar de obsessão,

Pelo jogo de poder, teor da manipulação.

Uma adrenalina, desencadeia feridas,

Correndo pelas veias, e cicatrizes.

Enredados em podres teias, sem diretrizes,

Onde quem ganha, também perde, realidade.

Nesta sina, triste sanha – Crueldade,

Efeitos colaterais, infinitas artimanhas.


Qual será o futuro da juventude?

Tantas crianças aliciadas,

O Estado febril e opressor.

Ceifando futuros, nenhum despudor,

Não há resquícios de remorso, despudor.


Derramado em qualquer circunstância,

O sangue de inocentes.

Sobrevivendo em modo descrente,

Na pele a dor do abandono.

De um lugar falido,

Saindo totalmente do rumo.

A terceira dimensão, recíproca densidade,

Como última estância, a esperança,

De  vivermos felizes, completa bonança.

quinta-feira, 1 de outubro de 2026

Carta para Outubro - 2.026

 



Outubro -

Seja bem vindo,

Trazendo alegria e a festa da Natureza!


Torne-se o contraste com os meus dias,

Um pouco indiferente,

Com os últimos acontecimentos.


Não sei muito como reagir,

Sinto-me como se estivesse anestesiada, procurando por algum sentido que me faça prosseguir nesse ímpeto de sobrevivência.

O meu intuito de doação...

O de querer sempre ajudar, mas que em mínimos detalhes não é nem um pouco reconhecido. 

E  trago isso como uma reflexão sobre o silêncio e o limite buscando me resguardar.

Infelizmente muitos buscam a sua utilidade.


Ainda é primeiro de outubro, 

Uma sensação de cores misturadas,

Tornando-me neutra em todos os sentidos.

Disfarçando o desejo de permanecer quieta em meu canto.

Tentando – Reaprendendo a confiar...

Mas em quem?

Na expectativa de alcançar um novo rumo.

Algum objetivo que justifique toda essa questão de vida que, às vezes, parece que vai dá um nó.

É como se ficasse acuada em um lugar invisível,

 Assistindo as pessoas viverem as suas correrias diárias, ocupadas em uma rotina vazia, fria e sem nenhum sentimento que lhes confortem, não se dando do que verdadeiramente importasse, aos valores humanos dignos de atitude que em algum momento possa dar aval ao discernimento, cocriando um jeito mais ameno e gentil de ser.


Nem sempre é tão fácil e simples...

Há instantes nos quais me fazem asfixiada com tanta vaidade e ambição que agradeço qualquer segundo por permanecer sozinha.

É um respiro para a alma,

Uma lufada de ar para o espírito que no silêncio encontra o bom senso ao sexto sentido, espelhando em outras dimensões, divagando por inúmeras realidades.


Outubro sempre foi especial norteando as minhas percepções.

Que Outubro seja mágico –

Como o alinhamento da consciência que me desperta para o bem,

Ensinando-me a lidar com as minhas sombras.

Permito que a Espiritualidade seja o meu guia em momentos de dúvidas.

Que seja a curas para as minhas... As nossas enfermidades, principalmente, as da alma.

Que sejam sanadas todas as dores e sofrimentos.

Que toda e qualquer iminência de guerra sejam desfeitas.

Que possamos ser prósperos,

Que sejamos benevolentes,

Que todo e qualquer resquício de luz possa ser multiplicado para o bem de todos.

Que Outubro –

Seja repleto de boas novidades.



Assim está feito.

Assim está selado.


01/10/2.026.


sábado, 19 de setembro de 2026

Rreminicencias atemporais

 



Há quanto tempo estamos separados ,

É uma vida inteira,

Nesta simples existência.

O coração apertado,

Em busca de um porto seguro.

Sobrevivendo neste profundo caos,

De anseios e esperança.


Por enquanto, permaneço aqui,

Cansada de velhas questões,

Não aceitando migalhas.

Aguardando o finito da terceira dimensão,


Você é tudo o que deveria ter, 

Para me fazer companhia.

Trilhar o livre caminho,

Que planejamos viver juntos.

Mas enveredou por outros lugares,

Que o levaram cada vez mais distante,

Deixando-me sozinha.

Deixando-se impregnar por mentiras,

Não duvido que seja uma grande aventura.


Quando foi que prometemos,  as estrelas,

Sem piscar os olhos,

De não nos deixarmos nunca mais.

Tudo não passou de um sonho,

Hoje restam apenas,

As linhas dos versos que componho.

Os meus lábios sussurram baixinho,

O teu nome.

Ficando marcado no corpo,

O último encontro,

Em outra realidade –

Contemplando a Natureza

Ao som de risos,

Dos cantos dos pássaros,

Demonstrando a completa felicidade.


Volitando pelo espaço sideral,

Na urgência da entrega.

A alquimia da transmutação,

Condensando o espaço e o tempo,

Para a nossa satisfação.


Outra vez me deixastes,

Não acordei em teus braços.

Diga-me se isso é possível,

O perfume das rosas,

Inebriando o meu quarto.

Só quero outra oportunidade,

De me embriagar novamente,

No deleite de teu clímax.

Sentir-me embalada pelo amor,

E me fazer viva,

Como ao seu lado sempre sou.


Essa distância é um detalhe,

E que está a minha espera.

Desejando-me com a mesma emoção,

Do primeiro dia em que te vi.

 Quando a ingenuidade se fazia presente,

É tudo o que mais quero.


Nesse ínterim,

O meu peito sente o aconchego.

Adormecendo todas as noites,

Com um anseio na alma -

O de te reencontrar.


Não estou mais solitária,

O amor me acompanha, solitude.

Chegará o dia,

Em que o sentirei por inteiro.

Em total completude,

Existirão outras vidas,

Para serem vividas.


segunda-feira, 14 de setembro de 2026

Nascente da felicidade


 

Aproxima-se –

O fogo crescente.

Não queima,

É intenso,

Porém, frio.

Revela todo o desprezo,

Da essência invisível.

O olhar negro sombrio,

O culminar da raiva.

Num gesto narcisista,

Diante de sua incredulidade.

O contra golpe,

O silêncio.

Talvez algo inesperado,

Quebrando a expectativa.

Neutralizando os efeitos,

Causando os colaterais.

Disponíveis anseios artificiais,

É tão certo, quanto perspicaz.

Na loucura arrebatadora,

Desbrava a loucura.

Na antítese dos fatos,

Subjugada,

Vilipendiada,

Até a exaustão,

No fundo.

Desconhecem o poder da resistência,

A dor não é infinita.

Fortalece-se na solitude,

A nascente da felicidade.

Espelha-se na dignidade,

Através de papéis e canetas.

Transcende a realidade,

Transmutando as dimensões.

Almejando nova consciência,

Rebuscando o elo com a existência.


A terceira dimensão,

Corta na carne.

O espírito volita a procura de abrigo,

Aprendendo com os erros.

Convivendo com alheias sombras,

Lembrando-se sempre de ser luz.

Em meio às provações,

Infindas  provocações.

Diante da tormenta do caos,

Desviando-me dos perigos.


Rege-me a centelha divina,

O discernimento da luminescência.

Por mais que seja difícil,

Pisar em ovos, ambiente hostil.


Escolho-me –

Acolho-me –

Em minha singela amplitude,

Ser do bem.


quinta-feira, 10 de setembro de 2026

Psicografia 10/09/2.026


O Mundo não é somente o Planeta Terra,

Há um aglomerado de Galáxias que precisam existir.

Os seres ditos humanos ou não, em qualquer espécie há uma dualidade – 

A polarização: Positivos e negativos.

Por isso, compreender quem realmente somos, rege-nos ao equilíbrio ou a um total colapso dessas forças, colocando-nos a mercê de qualquer tipo de sorte,

Sem sabermos por onde caminhar e/ou como devemos agir.

Por isso, permitimo-nos levar por distrações, devido ao cansaço que nos acomete.

Não é nada fácil nos mantermos atentos, no foco, no alerta de permanecermos sempre bem e neutralizarmos os ataques de seres que  negativados demandam em nossa direção.

Ser desperto não é uma escolha, e sim, uma necessidade.

O bem...

O amor...

São as melhores respostas.

Também nos afastarmos de energias ruins, isso nos transmite certo conforto, transmutando e vencendo qualquer obstáculo.

A cura vem com o tempo, conforme o merecimento e a força de vontade de realizarmos boas ações.

A transferência com os outros e, principalmente, conosco, eleva-nos a outros patamares, a outras dimensões, com a expansão da consciência, cocriando o discernimento e o amor próprio.

A solitude têm lições imprescindíveis ao Espírito.

É no silêncio que ouvimos a alma que se expande, e não com aqueles que gritam frases decoradas para nos anularem e manipular o raciocínio, levando-nos a realizar o que tanto desejam, irracionais.

Mas as ameaças não vêm somente do lado externo, o sobrenatural é uma caixa de Pandora.

É preciso nos resguardar -

Devemos aprender a distinguir o que ecoa do fundo de nossa essência, a intuição, de pensamentos externos que sopram aos nossos ouvidos.

Sinceramente não é fácil!

Mas o aprendizado é individual.

Apenas há o direcionamento.

Não podemos mostrar como os eventos se realizarão, porque o futuro depende de escolhas.

A Humanidade deve aprender a caminhar com as próprias pernas, sem repetir os mesmos erros do passado.

E pelo jeito está longe de acontecer.

Apesar de tanta maldade existir em um Planeta tão bonito e exuberante, 

É preciso compartilhar conhecimentos e não a Guerra.

quarta-feira, 2 de setembro de 2026

Carta para Setembro - 2.026


 

Setembro –

Seja bem vindo,

Colorido e luminescente com as cores da próxima estação.


A vida continua,

Não sabemos se é do jeito que dá, 

Ou se é da maneira que deva ser,

Ou se ainda poderia ser diferente, repleta de alegria.

Não é sempre que a realidade é do modo que desejamos.

Em nosso ser buscamos realizar grandes feitos e iluminar ao redor com a gentileza de nossos atos.

Porém, não vivemos sozinhos, estamos cercados por uma sociedade que se deixa levar por distrações, não fornecendo valor ao que realmente é necessário, ressoando com a baixa vibração.

O verdadeiro ideal de existência está tão longe de ocorrer nessa luta diária, que nos mantém absorvidos em alerta vinte e quatro horas por dia, deixando-nos exaustos.

Será que foi este o real motivo para a criação? Apenas com a intenção de servi-los, de alguma maneira ou de outra usados como alavancas para tanta maldade? 

Sobrevivemos subjugados e entregues a revelia a qualquer tipo de sorte.

Entretanto, a humanidade em algum momento vira esse jogo recriando outra consciência, de alguma maneira fluindo o despertar e/ou neutralizando toda a maldade.

Porque não estamos perdidos, pelo contrário, encontramo-nos mais focados no que realmente desejamos.

A cada ciclo, renova-se a resistência.

Com ele também vem uma retomada de discernimento.

Jamais podemos permitir que façam o que quiserem.


Todos os dias notícias de mal agouro e fakes news tomam as manchetes.

Há uma legião maligna nos rondando, principalmente, neste período de turbulência.

No entanto, é preciso com quem tenhamos o discernimento para possuímos a clareza e tentar separar o joio do trigo.

Manter-nos atentos se faz imprescindível com aqueles que estão ao nosso redor, redobrando o cuidado conosco e com os nossos.


Que Setembro –

Seja um mês de boa aventurança, estendendo-se aos demais.

Está em nosso DNA vencermos os obstáculos mesmo não possuindo o reconhecimento de quem realmente somos.


Não se preocupe!

Porque essa realidade não é o que aparenta ser.

Muitos são movidos pelo ego e pela ostentação.

Aqueles que caminham na direção contrária são julgados, e este tipo de julgamento não nos cabe, não leva ninguém em nenhuma direção, é totalmente equivocado.


Setembro –

Seja iluminado –

Assim como é a primavera,

Repleto de amor próprio.


Assim está feito!

Assim está selado!


Sejamos luz!


domingo, 23 de agosto de 2026

Reconhecimento da consciência


 

Diante dos fatos, a inquietação,

 Incapacidade de compreensão.

 As pessoas lutando por seus ideais,

 Forma de tratamento desleais.

Na múltipla funcionalidade,

Também gera falta de caráter.

 

 Reciprocidade -

 Via de mão dupla, invisível.

 A grande roda sentido anti-horário,

 Na refração da percepção, insensibilidade. 

Mostrando-nos o contrário,

Percorrendo o velho rio.


A redescoberta do próprio amor,

Vem demonstrar o imenso valor.

Ligando o modo detetive,

Observando a tudo e a todos com atenção.

Olhos de águia,

Sexto sentido apurado.

Com ele a intuição,

Sempre ativa a decepção.


Para que aceitar migalhas?

Se podemos ser servidos como reis ou rainhas,

 Abundante banquete.

O reconhecimento da consciência,

Em meio a tantos tempos e desafios.

A lufada de ar na essência,

Para que se manipulado?

- Jamais!

 Ao ponto de ser aceito,

A febre inconsciente da bajulação.

Curar-se  é necessário,

 E realizarmos por onde merecer o despertar.


Essa é a jogada de mestre,

A virada da chave.

Antes só do que mal acompanhada,

 Na solitude angariando novos aprendizados.

 A enorme guinada,

 O giro total de trezentos e sessenta graus.

 Observando a minoria com tão pouco,

Ostentando dias fúteis de materialismo.


 Enquanto definha o espírito,

 Subordinados a obsessores.

 Persuadindo como contraventores,

 Sentindo na carne o  mando e os desmandos.


 Não  quero ser como eles,

 Andando na corda bamba.

Queda livre no precipício,

Essa escolha...

Sinto que não realizei desde o início.


 A Terra é um capítulo à parte,

Mais denso dessa jornada.

Contribuindo para a evolução da existência,

 Mesmo sabendo que o ser humano é falho.

 Também cometo erros, em plena caminhada,

 Nesta densidade em contraditória realidade,

Em meio a dor e a serenidade.


Correndo atrás do discernimento,

 Silenciando a mente na ânsia de alcançar o olhar de diferente.

Refletindo sobre as minhas várias versões, 

Alimentando a luz.

Não aniquilando as sombras,

Mantenho o equilíbrio,

 Como deva coexistir, a proteção.

 Alcançando a coerência,

 Sem nenhum resquício de servidão.


terça-feira, 18 de agosto de 2026

Inefável coração

 

O tempo é o mestre,

Trás ensinamentos.

É preciso está atento -

Fechar os olhos,

Ouvir o silêncio.

Ao espírito o alento,

É assim desde o início.

A leveza das águas,

A correnteza de um rio.

Que sinuosamente,

Borbulha lembranças,

Não só dessa vida,

Como outras mais.


Em nossa vasta existência,

O Universo é tão amplo –

Às vezes, deveras complexo.

Com toda a sua magnitude,

Dentro de nós a juventude.

No esplendor das galáxias,

O calor invadindo a alma.

Nada de mera nostalgia,

A luz que irradia.


Porque é o que somos,

Porque é o que nos tornamos,

Mais do que aparentamos ser.


Buscamos respostas,

E não está ao lado de fora.

Mas em nosso interior,

Poeira de estrelas.

Um brilho de saudade,

Em um momento –

A feliz explicação,

Ao inefável coração.

Mudança de chave (feminicídio)


 

Há uma egrégora –

De luz e sombras, 

Pairando pelo interdimensional.

As ameaças são constantes,

A mulher designada como sexo frágil,

Colocadas em riscos constantemente no cotidiano.


Elas são os verdadeiros portais,

Entre o prometido e o Planeta Terra.

Vidas ceifadas abruptamente,

Eliminando a possibilidade de desenvolvimento.

A inquisição hoje e dia tem outro nome:

Feminicídio!


O perigo está a espreita,

Vem de onde menos se espera.

Pode está ao nosso lado,

De repente, a violência revelada.

A manipulação, 

O ata covarde,

Causando alarde,

Nenhuma reação.


Normalizando o absurdo,

Arrigementando mais inquisidores.

O retrocesso em forma de leis,

Na iminência de calar as vozes.

Alimentando o poder do masculino,

De progredir com o movimento hostil.

Escondendo-se atrás de religiões,

Impondo pautas sem respaldo.

A negligência no alto do pódio.

Em último os direitos de fato,

O silêncio dos argumentos.


Na televisão estampado mais um crime,

Da estupidez sem tamanha.

Para tanta crueldade interior,

Falta de conscientização.

O indivíduo caminhando na face da terra,

Apenas um número na aquisição.

Sem conhecimento,

Nem tão pouco discernimento.

Nenhum raciocínio que leve a expansão,

Falhos pensamentos.


Essa luta é de todos,

Mulheres e homens –

Devem promover a união e respeito.

Afim de transmutarmos essa realidade,

Arrefecendo a fatalidade,

Continuar com a evolução.

Diminuir – Zerar a estatística,

Extinguir a turbulenta barbaridade.

Desse genocídio global feminino.

Deixando vários órfãs,

A mercê de um futuro incerto.

Reféns dessa maldade,

Até quando conviveremos com essa situação?


Toda vida é importante,

Necessária a mudança de chave,

Cessando com esse entrave.


O laço


 

Pareço distante,

Pensamento longínquo,

Absorvida em minha própria mente.

A alma em foco,

No que me trás paz.

 

A escrita,

Interessante companhia.

Quem para os dias,

Devolve a poesia.

 

Não aceito migalhas,

Pílulas homeopáticas.

Sou merecedora do prato cheio,

A transmutação,

Em doses cavalares.

 

A alquimia da imaginação,

A consciência por outras dimensões.

Fugindo das limitações,

Do corpo físico em colapso.

Com a espiritualidade mantenho o laço,

Para os demais,

Embora, nem sempre perceptível,

Ao lugar denso, faço-me sutil.

A uma parcela, imensurável,

O respeito com o extraordinário.

 

A solitude é o meu combustível,

O Universo sem o véu.

Em busca de novos caminhos,

Volitando pelo céu.

 

domingo, 16 de agosto de 2026

Sejamos conscientes


 

Às vezes, ou quase sempre,

Tudo vai se tornando tão distante,

Permeando o desejo e a realização.

Como se uma bola de futebol,

Resvalasse na trave,

E nada de ouvir a comemoração do gol –

Somente o silêncio da decepção,

E a vida permanecesse em constante stand by.

O que paira no ar é a mesma pergunta em looping:

Por quê?

***

Talvez seja a transição da existência,

Demonstrando um caminho diferente,

O qual não deva ser seguido...

Inconsciente livre arbítrio.

 

A humanidade tende a agir pelo ego,

Por mais que reajamos com qualquer grau de consciência,

A não pender por este lado,

Ao nos vigiar, ainda existe uma porção de incompreensão,

Que tende a nos coagir pela carne.

 

O ser humano é falho,

Ainda tem muito o que aprender, dignidade.

Por mais que aqueles que menosprezem a cultura da ilusão e distrações,

Não é sempre que está atento a esse lado.

O cair é normal, acontece,

O levantar que demanda muita coragem e exatidão,

Reconhecer os próprios erros –

E não atingir o próximo,

Como algum dia foi ferido, quase mortalmente.

 

É compreensível que exista a exaustão,

Por está atento a terceira dimensão,

Os despertos se tornam alvos constantes.

Porque quem convive com nas sombras,

Torna-os como troféus,

 Quando atingem os seus objetivos.

 

Relutar contra a gravidade,

Contra a densidade,

Requer esforço e energia.

É muito árduo,

Transmutar as sombras em luminescência.

Portanto, recuar e nos manter neutros,

Possa ser uma estratégia,

Mas que não seja uma constante, nessa inércia.

Pois devemos enfrentar os dissabores,

Dessa transição para que seja válido o aprendizado.

 

Não importa se seja o melhor caminho,

Contanto, que se faça trilhado, margeando totais sentimentos.

Perpetuando a benevolência imprescindível,

A ser perpetuada  a paz e o amor aos confins de cada coração.

 

A luz deve ser o nosso refrigério,

Tecendo a bem aventurança por todos os recônditos do Universo.

Porque o Planeta Terra é apenas uma centelha de vida,

Nessa imensa egrégora da multidimensional idade.

Todos e sem qualquer tipo de exceção tem o privilégio de existir,

Cocriando a divindade.

 

Mas para que isso aconteça,

É necessário que haja a confiança,

Entre a luz e as sombras em total equilíbrio.

Cada qual respeitando a forma de coexistir,

Em plena imensidão.

 

Se estamos aqui,

E de alguma maneira nos elegeram os escolhidos.

É preciso que a consciência seja respaldada ao que veemente sentimos, verdadeiramente,

E não sejamos manipulados por terceiros.

Todos devem possuir a plena condição lógica de raciocínio,

E não serem orquestrados,

Ao ponto do desejo de uma pequena minoria seja realizado.

Arrefecendo a maldade desencadeada,

Enfim, sejamos conscientes.

 

sexta-feira, 14 de agosto de 2026

Sabedoria


 

Sombras -

 Luz -

 Moldando-me os elementos.

 Gira a força,

Tomando forma, imensurável.

 

 O tempo o senhor do destino,

Tão sábio  que não volta atrás.

 E nós meros mortais,

 Postergamos o seu entendimento,

 Julgando-nos como grandes  sábios.

 Que pretensão a nossa,

 De querermos ser,

 O inverso do que realmente somos.

 

Na dualidade,

Do espaço rígido.

A manipulação do ego,

De modo da tomada de consciência.

Presente o performático extraordinário,

Onde não pairam as dúvidas.

Somente movimentos sutis,

Levando-nos à outras dimensões.

 

Realidades paralelas,

Abrindo feito janelas,

Inúmeras em meu quarto.

Transição -

Transmutação -

A magia do encantamento.

 

Antes a surpresa,

Tornando-se natural.

As habilidades como presente,

Incrivelmente surreal.

Expandindo-se a centelha divina,

Formatando a existência.

A alquimia do despertar,

Revitalizando o ar.

Na reconfiguração,

Em seres interessantes,

Não mais adormecidos humanos.

Refazendo-nos, mudança de planos,

Realizando nova semeadura,

No anseio da abundante colheita.

 

Às vezes, tornamo-nos tão pequenos,

Sem nos darmos conta da imensidão.

É indispensável muito trabalho,

Até desfazermos os enigmas.

Descobrir o que tanto nos escondem de fato,

Para alcançarmos mais um degrau.

Que não seja tarde essa evolução,

E que saibamos reconstruir o Planeta Terra,

Com toda a sua vastidão.

 

Não nascemos para ser mais um,

Um número na estatística,

Em meio a multidão.

Porque possuímos o valor surreal,

Triste o Estado fomentando o marginal.

Diante de uma sociedade hipócrita,

A proteção começa pela energia.

Que direto da fonte irradia,

Combatendo a baixa vibração.

Da primeira lição,

Que nos leva a mente aberta, expansão.

 


 

quarta-feira, 12 de agosto de 2026

Silêncio imprescindível


 


A natureza -

 Os orixás -

 Fazendo-nos um convite.

 Levando-nos à contemplação,

 Minutos horas de meditação.

 

 O silêncio imprescindível,

 Desvanecendo pelos estampidos.

 Quanto tempo mais,

 Estaremos vulneráveis -

A esta situação?

 

 O sistema corrupto,

 E a indigesta alienação.

 Derrubando a tudo e a todos,

 Com tamanha disposição.

 

 Afugentando brilho,

 Apagando os sonhos.

 De toda uma população,

 Ódio aos contrários -

 Os alienados e seus devaneios.

 O sangue de inocentes,

 Recriando a correnteza de rios.

 

 Quem está disposto a lutar,

 Por uma resistência.

 Buscando a igualdade,

 Batalhas armadas,

 Por palavras e argumentações.

 Deixando de lado,

 O cunho de baixo calão.

 

 Com o anseio da perfeição,

 Embora inatingível.

 Distante da realidade,

 almejamos com esmero -

 A completa felicidade.

domingo, 2 de agosto de 2026

Carta para Agosto - 2.026


 

Seja bem vindo Agosto!

E começo com um acróstico:


Ansiamos por dias melhores,

Gerando paz e harmonia.

O orvalho contemplando a noite,

Sereno ao amanhecer em mais um raiar do dia.

Tilintando o canto dos pássaros,

Ouvindo harmoniosa melodia.


Agosto seja pleno e próspero!


Que este novo ciclo de trinta e um dias sejamos contemplados com a boa aventurança, diferente dos últimos de apreensões, nos quais estávamos a mercê da dualidade da terceira dimensão.


Hoje é apenas o início –

Que sejamos merecedores de caminharmos por trilhas mais propícias ao nosso desenvolvimento, tornando-nos seres humanos melhores, jogando para o escanteio o egoísmo e a falta de zelo para com o próximo.

É contraditório querermos algo e no final estragarmos aquilo que tanto almejamos.

A palavra desde mês é ação, desse modo podemos transmutar toda densidade que há neste lugar.

O Planeta Terra em si apenas está tentando se proteger da destruição.

E te digo mais... Os fenômenos climáticos tendem a se tornarem cada vez maiores e somos pequeníssimos diante de sua magnitude.

Por mais que tentamos o domar a todo e qualquer custo, tornamo-nos incapazes diante de sua fúria por sua sobrevivência, transformando em um duelo de cabo de guerra.

A cada nova batalha é insana e ganha novos episódios com o El Nino, pois não se compara com a humanidade.

Por mais que em algum momento possamos obter êxito, seguindo em frente a catástrofe será maior.

Ninguém é invencível diante desses fatos.

A Natureza quando deseja, ela se torna implacável.

A Terra é um ser vivo, e está em constante ebulição!

Já estamos vivenciando a época da separação do joio e do trigo. 

É imprescindível que isso aconteça para que a consciência humana tome outro rumo para a evolução.

No entanto, ao mesmo tempo é uma faca de dois gumes que poderá pender para o outro lado – A destruição.

A resposta começa agora no presente. Se não mudarmos a nossa maneira de pensar, cocriando um novo raciocínio.

Este ano de dois mil e vinte e seis trouxe e ainda apresentará grandiosas revelações, muitas máscaras estão caindo e outras mais cairão.

Antes a Humanidade mexia os seus pauzinhos por detrás dos holofotes escondendo a manipulação. 

Em tempos atuais, perdeu a vergonha e o que era velado agora está sendo exposto e escancarado em telas gigantes ou não ao alcance de nossas mãos e olhos, recriando um cenário totalmente caótico, movendo as peças ao seu bel prazer, de modo que lhes favoreçam, abarrotando os seus bolsos.

É preciso com quem tenhamos cuidado para não cairmos em suas armadilhas visuais.


Em Agosto –

É preciso que tenhamos maior zelo com a nossa energia.

Os ataques diários serão iminentes.


O discernimento vem de dentro, do nosso interior.

Não vencemos nos desgastando, é indispensável estratégia.

Porém, o silêncio é a nossa maior arma criando um invólucro em nossa energia.

A luz tem um poder imensurável.

Creia, acredite e confie.

Sejamos luz para superar todos e qualquer obstáculo.

O Bem está selado!


Gratidão...

Gratidão...

Gratidão...


sábado, 25 de julho de 2026

Erros da concepção


 

Não é solidão...

É a falta de pertencimento.

Afligindo-me a terceira dimensão,

Coloca a prova o discernimento.


Invisível aos olhares alheios,

A busca implacável pelos anseios.

Contesta o aprendizado,

Acatando o livre arbítrio.

Cada um tem o seu,

Abaixo do firmamento, o escarcéu.


Crer, respirar, confiar, indivisível,

A Espiritualidade,

Envolvendo-nos ao extraordinário.

No silêncio de nossas almas,

No fundo do coração, a calma.


O que nos leva a falta de conexão?

O próximo nos levando a exaustão,

Completo estado de ebulição.

O que nos torna invisível,

Em sua concepção?


Elos quebrados


 

Preconceitos –

Julgamentos imperfeitos.

Afinal, quem somos nós?

Banhados de hipocrisia,

Com um rei espalhafatoso na barriga.

Apenas, meras sensações,

Criados e manipulados,

No intuito da servidão.

No lado oculto,

Servimos como gados.


Pelo elo do ter, incompreensível,

Alguém julga ser melhor.

Prefiro pelo ser, imensurável,

Os ignorantes, obtendo espaço.

Os despertos, a lida na falta de compasso,

Equilibrando-se no mundo indivisível.


sábado, 4 de julho de 2026

Carta para a humanidade XXXIII

 

Por mais que estudemos determinados assuntos, nem sempre estaremos aptos a entender.

Só possuiremos a compreensão no tempo oportuno, o da Espiritualidade.


***


Os seres humanos...

Quem somos nós?

O que viemos realizar aqui?


Há um grande mistério que nos cerca, a criação e a existência da Humanidade com inúmeras teorias, poucas comprovações e muitas ideias sem nenhum fundamento.

A grande verdade distorcida, afim de angariar controle e bens materiais, abarrotando cofres e arrotando poder.

A tudo e a todos manipulam amassando e sovando a grande massa, jogados de um lado para o outro e, no instante propício sacrificados, sangue inocente derramado.

Sob o véu do esquecimento está o escudo de proteção, dissociando sentimentos, tornando-nos frios, almejando benefícios próprios, ostentação fora da realidade.

Anestesiados sem sabermos qual é a razão para tudo o que ocorre em pleno século XXI: A guerra e os seus sacrifícios.

A vidas humanas e os animais indefesos cortando na própria carne.

A Natureza se tornando mais uma vítima de tanta crueldade.

Por outro prisma - 

A humanidade presenteada com o despertar, no entanto, uma parcela não tende a possuir tal clareza.

Não são todos que terão a capacidade de compreender e enxergar além das aparências se libertando de espíritos obsessores que sugam as suas energias, e se alimentam através de vícios baixando a zero o seu grau de reação. 

Essas são pobres almas que lutam todos os dias enfrentando conduções cheias, para mais um dia árduo de trabalho, aguentando chefes chatos e arrogantes para no final do dia ou em dias de folga estarem se embriagando sem nenhuma noção do que realmente acontece.

No entanto, quanto mais se afundarem é melhor para “eles” que desejam o declínio doentio da raça humana.

Quanto mais nos afundamos no poço é melhor para os seus interesses.

***

Somos centelhas divinas.

Porém, muitas estão adormecidas.

Quando são despertos e conscientes ou não, buscam  fazer a ancoragem no Planeta Terra para que haja o equilíbrio entre a luz e as sombras.

Às vezes, sentimo-nos extenuados com tamanhas provações, contanto, não podemos desistir daquilo que trará benefícios a todos.

Há uma separação do joio e do trigo.

Não sei se por ego ou vaidade e/ou por falta de capacidade nem todos estarão aptos a continuar nesta jornada que não foi e nunca será fácil.

Para lidar com o ser humano requer muita capacidade psíquica e extraordinária.

Porém, a fé em uma empreitada benéfica nos faz caminhar... Galgar novos horizontes para vivermos o surreal e, finalmente aconteça o estado de graça.

Só precisamos ter algo que nos faça sentir vivos verdadeiramente e não inertes feito robôs, conectados a uma máquina o tempo inteiro.

É com urgência que tenhamos capacidade de nos desconectar daquilo em que nada acrescenta ao nosso crescimento espiritual.

É em algum recôndito de nossa essência que possa está a chave para alavancarmos a tão sonhada ascensão, expandindo-nos e nos religarmos com a espiritualidade, a ancestralidade – Com todos que  algum dia estiveram e, de alguma maneira em sua época lutaram para que pudéssemos chegar até aqui e tivéssemos a consciência que hoje possuímos, e não podemos desperdiçar nenhuma chance, por menor que ela seja.

A Luz é uma arma poderosa para que possamos acolher novos despertos.

Então, sejamos Luz!

 Então, façamos a Luz!

sexta-feira, 3 de julho de 2026

Carta para Julho - 2.026


 

Julho – 

Seja muito bem vindo,

Com toda a sua luminescência.


Consigo traga um novo ciclo que se inicia renovando a esperança de dias melhores. 

Também nos faça merecedores!

Embora, a humanidade esteja em declínio ao passar de cada segundo está se tornando mais complexa e insana com tamanha perversidade.

Os crimes antes cometidos sem julgarmos por pura ingenuidade, por falta de conhecimento estão acontecendo à olhos vistos com mais requintes de crueldade.

O dinheiro e o poder falam mais alto, não importa o grau de opressão e sofrimento imposto ao outro em sua mais tenra idade.

Enquanto, a nós seres humanos de luz só nos resta lutar de alguma maneira contra a todas essas mazelas.


Desde que me entendo por gente, a Terra está em uma luta sobrenatural, todos os dias acontecem batalhas surreais ao ponto de  nos fazer cair, porém, não podemos desistir do que há de mais precioso: A nossa dignidade quanto gente, como ser humano.

Nem sempre os nossos dias são feitos de superação.

Por mais que nos demonstramos fortes, aparentemente é somente uma centelha de energia.

A humanidade está caminhando perdida sem nenhum senso de direção guiada pelas sombras, sem ao menos sentir o mínimo de compaixão, quem dirá remorso, fazendo escolhas sem qualquer discernimento, levados pelo ego, ódio e ambição.

Sinto que esta guerra se torna sempre mais árdua sem algum escrúpulo.

Mas precisamos nos manter atentos e não cair em armadilhas e distrações.

Quando se sabe e tem a certeza da própria escolha, quando se é da luz, os eventos se tornam cada vez mais intensos, os ataques são iminentes, geralmente, disfarçados de gentilezas e falsos interesses.

Não há garantias de nada, apenas a cura ou se alimentando de energias positivas que se transmutam  em forças contrárias, arrefecendo tudo aquilo que há de bom.

É preciso se manter atentos e nos blindar desvencilhando de toda a maldade.


Cocrio Julho –

Um mês de benevolências.

Que todo o mal caia por terra.


E que a humanidade se renove em comunhão,

Cooperando um com os outros.


Sejamos luz!


Assim está feito!

Assim está selado!

segunda-feira, 29 de junho de 2026

Bandeira da comunhão


 


Ruíram-se os castelos,

Quebraram-se os elos.

Perdeu-se o prometido,

Entrelaçaram-se os pecados.


Permanece a fragilidade,

Entre a razão e a reação.

Imperfeita a realidade,

Em milhares de cacos, coesão.


O emaranhado, vis distrações,

Na distorção de fatores.

Ao paladar, os dissabores,

Desvanecendo os amores.


Ressoa como a quimera,

Resplandecente essa loucura.

Na terceira dimensão, desventura,

Nos sonhos, coloridas aventuras.


Os dias, triviais pensamentos,

Horas a fio, dissonante lamento.

Perdida por serenos devaneios,

Contemplo o céu, no peito o anseio.


Há quem diga que não é verdade,

Arrefecendo a melancolia, felicidade.

Acredito no impossível, translúcido,

Na alegria imensurável, atrevido.


A ternura, se esta é uma missão,

Transcrever cada verso, psicografia.

Nos arquivos arkasticos da essência,

No Universo emoldurando a emoção.


Carrego no peito indelével nostalgia,

De transformar ações em harmonia.

Bailando no compasso, a persuasão,

Tremulando a bandeira da comunhão.







quinta-feira, 18 de junho de 2026

Antônimos em mim

 


Tempestade – Calmaria – 

Antônimos dentro de mim.

Um mesmo lugar,

Onde sigo buscando o próprio caminho,

Reconhecendo-me feito ninho.

Sonhando com a máquina de teletransporte,

Que me alce para outro lugar.

E que possa ser infinitamente eu,

Sem nenhuma amarra ou represálias.

Arrefecendo qualquer menção de julgamento,

Em desfavor a minha pessoa.

Muitos são moldados pelo ego, 

Espelhando-se em triste ilusão.



O véu sob o meu olhar,

Não existe mais.

Coloco em prática outras percepções,

Florescendo as emoções.

Em tudo que vai se transmutando em harmonia,

Independente do caos lá fora.

Energias densas que não fazem parte de mim,

Deixo longe de minha essência.

Porém, de certa maneira,

Colaboram com o aprendizado.

Mostrando-me aquilo que não quero ser,

Porque o maior valor esta naquilo que somos –

E não no que possuímos, primordial.


Para ser percorrida, há uma estrada mágica,

No entanto, devemos permitir que aconteça o extraordinário.

Boas virtudes faz com que cresçamos, comunhão,

Almejando um novo despertar, luminescência.


Tudo é verdadeiro, 

Quando permitimos que seja, benevolência.

Sem nenhum percalço ou contratempo,

Contanto, tenhamos para perceber o discernimento,

O que acontece de fato.

Para que possamos nos blindar da maldade,

Pois chegará um dia,

Que nada mais será possível.

Seremos uma breve lembrança,

Mas no momento presente,

Brilha meio tímida, a esperança.


segunda-feira, 1 de junho de 2026

Carta para Junho - 2.026


Por incrível que pareça,

Chegamos na metade do ano.

Foi como um piscar de olhos,

O que era novo, tornou-se velho –

Ficando para trás.


O mundo está em completa ebulição.

O caos se espalhando.

O amor em total declínio, desvalorização.

Qual é a razão para todas essas questões que tanto nos afligem?

Tornamo-nos tão interessados pela vida fora do planeta Terra que não olhamos para quem está o nosso lado.

São tantas guerras desencadeadas, dilacerando vidas, infelizmente, destruindo sonhos.

Em meio a tanta dor e sofrimento ao que me parece, vai criando uma total desassociação de sentimentos, fazendo com que algumas sejam capazes de repetirem a agonia hostil, a cada minuto fazendo novas vítimas.

Porém, cocrio junho como um novo ciclo totalmente diferente,

Repleto de paz e de alegria, trazendo consigo inúmeras conquistas, amor próprio e esperança.

Porque acredito que a humanidade, 

Em algum momento, possa se transmutar em sentimentos bons.

Essa aventura na terceira dimensão não deve se resumir apenas em trabalho e a condições caóticas que nos levem ao  estresse, ansiedade e  pânico.

Também nos tornamos merecedores para viver e revivermos momentos reconfortantes em nossos corações.

Por mais que atravessemos toda essa turbulência,

Por mais que possamos cair, sempre haverá o tão sonhado momento de nos levantarmos com a cabeça erguida, e juntos nos regozijarmos com um belo sorriso estampado no rosto.

Desejo que a vida me surpreenda todos os dias:

Com algo positivo que mesmo na hora do cansaço possa me reconstruir...

Não  como a igual pessoa contanto, presenteando me com uma nova versão. 

Onde possa demonstrar com atitudes e dignidade quem realmente sou...

Em quem me  transformei.

 Que junho aconteça repleto de luz, liberdade e gentileza,

Em que os medos que ainda existem possam se arrefecer dentro de mim.

Acredito na paz...

Acredito na humanidade...

Mesmo que me mostrem caminhos totalmente ao contrário.


O que devemos fazer, é primeiramente por nós...

Ao nos mantermos conscientes, ao lado do bem, da luz, teremos chances de melhorarmos a vibração positiva da Terra.


Que não somente em Junho, 

Mas nós demais meses possamos mudar esta trajetória,

Espelhando a saúde, a abundância, a prosperidade e o amor.


Que sejamos mágicos redescobrindo o que realmente somos em meio aos que tentam nos rotular.


Que venha Junho –

Para vivermos boas e sadias experiências!


Sejamos luz!


Assim está feito.

Assim está selado!

 

quarta-feira, 27 de maio de 2026

Anos atemporais



Posso escuta-lo em meu silêncio,

Posso senti-lo em minha essência.

Não é nenhum devaneio,

Você permanece em cada um dos meus sentidos.

O arrepio na clara derme,

Vivenciado na carne.

Está no oxigênio que penetra pelas narinas, vitalidade,

Com tamanha ânsia, pediu calma,

Porque me ensinou a ter paciência.

Rebuscando toda felicidade.

O que era cinza,

Transformou-se no arco-íris.

Ao teu lado encontrarei o tesouro,

E não será um pote de ouro.


Respirar...

Respirar...

Respirar...

Os anos são atemporais,

No linear do calendário,

Correntezas de um rio.


Antes sangrava o peito,

Apertado o coração.

O teu amor fez nascer a resiliência,

 Almejando-te com persistência.

Aguardando o momento,

O instante para te encontrar, o espelho.

Enquanto, divaga a consciência,

No desdobramento Maya.

Tornou-se novo o que era velho,

Reencontrando-o através de projeções.

Pois sei que estás em algum lugar,

Devolvendo a vontade de viver, lufada de ar.

Rescreveremos uma linda história,

Ficará guardada em nossa memória.


Estou desperta, o que antes não compreendia,

Passa ter a razão, velando o meu sonho.

Reconfortando-me, devolvendo-me a certeza,

Cocriando o mundo, rara beleza.

De que um dia, não sei quando será possível,

Reconectar-se-á as nossas almas.

Viveremos o elo incondicional,

Não importa as circunstâncias, surreal.

Mas que de toca-lo tenha outra oportunidade,

Com o meu coração, arrefecendo a solidão.

Porque é na solitude que se faz presente,

Mostrando-me como devo prosseguir, o caminho.

Es o meu alento, como o canto do passarinho,

Estamos ligados, veementes.


Mesmo em outra dimensão, 

Trás o aconchego.

Livrando-me dos perigos,

Hoje reconheço os livramentos,

Sei que sempre esteve comigo.

Embora, inconsciente ou não,

Permitindo me levar por distrações.

Agora grito no âmago,

Sempre foi você,

Que trouxe formas a realidade.

Neste mundo tão abstrato,

Serei eternamente grata.

Pode até ser loucura,

Porém, essa é toda a verdade.


Posso parecer sozinha,

Mas nunca estive, consequência.

Nunca fostes ausência,

Há um véu muito fino, transparência.


Respirar...

Respirar...

Respirar...

Os anos são atemporais,

No linear do calendário,

Correntezas de um rio.


Sei que vou reencontra-lo.