A minha alma é liberta,
Não pertenço a ninguém.
Eu me possuo -
Desconserto-me,
Desconstruo-me.
Como a fênix -
Refaço-me.
Sou o desespero -
O desmantelo em pessoa,
O tilintar que no silêncio soa.
Tudo posso ser -
Como também o nada,
Dentro de mim aprisionada.
Castigada na solidão,
Na luz -
Em plena escuridão.
Tudo posso ser -
Como também o nada.
Dentro de mim aprisionada,
Ao meu tempo perecer.
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