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sábado, 7 de junho de 2025

Ação do sobrenatural


Sonhos lúcidos  -

Saídas do corpo –

Sempre nos surpreende o sobrenatural. 

A mente límpida –

Revelando os segredos –

Prevendo o futuro –

Dando-nos uma direção,

Mostrando-nos o melhor caminho.

Afastando-nos do mal e do perigo, 

Ao aprendizado:

O alinhamento. 


E mais uma vez aconteceu!


O coração em paz,

A mente em total silêncio. 

Abnegando-se de qualquer desejo, 

Mas a terceira dimensão prega as suas peças. 

Nos resquícios de ego,

Por mais que o deixamos adormecido,

Ele está lá inerte, porém,  presente.


Como podemos nos ver,

Assistindo aos nossos próprios atos?

Somos fractais de almas, 

Divididos por várias dimensões. 


E eu estava ali, 

Ou em uma realidade paralela.

Tão real, ou mera ilusão, 

Convertida em uma enorme tela de cinema,

Experenciando tudo aquilo. 


O que de fato acontece?

O simples pensamento transmutando a realidade, 

Os pés descalços sobre a areia.

Recriando nova conexão com o astral –

Sinergia. 


O mar –

A maresia –

O vento nos cabelos  -

Um cenário deslumbrante, 

A companhia de alguém que não lembro quem seja.


Tudo é uma miscelânea de emoções, 

O sonho realizado. 

A alquimia energética da poesia, 

Em delicadas ações,

Que revelam a felicidade. 

Plenamente a magia tomando conta das horas,

Sem pensar no que viria depois,

Apenas vivenciando o presente – 

Nem preocupações. 

Apenas vivenciando o entardecer,

Madrugada adentro,

O nascer do sol –

Brindando-nos com o seu calor e brilho. 

Retornando com os pés descalços, 

Novo ar de jovialidade.

Conversas –

Palavras de cordialidade. 


De repente,  a transfiguração, 

A densidade tomando conta do lugar.

O ataque cruel na sutileza,

Não há perigo,

Projéteis atingindo o meu corpo. 


Qual seta a explicação?

Mesmo sendo amparada,

Por que tal bloqueio, 

Abrangendo o coração?


Luta desarmada


Luta desarmada
Apesar do céu azul,
Pairando sobre as nossas cabeças.
Na verdade, há uma incredulidade cinzenta,
Que entorpece os sentidos.
Em poucos a comoção,
Em muitos a normalidade.

Qual é o estado de equilíbrio?
O gélido ar da comodidade,
Os abutres promovendo o vil abate.
Sem menor condição de aceitar o óbvio,
Cada qual com o mais curto pavio.
Retirando resquícios de inocência,
Promovendo a imoralidade.
Incutindo o descaso,
Qual é a razão?

Movendo a engrenagem do capitalismo,
Subtraindo o brilho.
Quem enxerga o verdadeiro reflexo no espelho?
Quem dorme com a consciência tranquila no travesseiro?
Não há menor condição,
Por onde anda o aceitável?
Porque do contrário existe até promoções,
Mergulhados em antigos preconceitos.
Exercendo a dolorida barbárie,
Tão brutal dilacerando a carne.
Rotulados como seres humanos,
Os ditos racionais.
Deixando-se levar pelo ódio,
Agindo como meros boçais.

Nada mais é uma surpresa,
Cada vez mais crimes aleatórios,
Todos os dias preenchendo as colunas policiais.
Enchendo a linguiça nos noticiários,
Comentários totalmente arbitrários.
É preciso nadar contra a maré,
Para não bater de frente com o azar.
O calendário da mediocracia,
Abatendo novas vítimas,
Em total consenso.
Para quê pensar? Perda de tempo,
Pão e circo realizando o seu papel.
Dos que fomentam a distração,
A dopamina e seus afins,
Da boa convivência, o fim.

Não nos daremos por vencidos,
Em algum momento, viraremos a mesa.
Nadando contra a correnteza,
Desafiando os padrões impostos.
Nada de permuta, estaremos opostos,
Sem negligenciar a vida.
Trocando o certo pelo duvidoso,
As escolhas se farão conscientes.
Nada de desperdícios,
Neste modo descrente.
Para tudo haverá uma solução,
Desfazendo o marasmo da manipulação.

Já basta!
Já deu!
Queremos agora o prometido,
Arrefecendo a ditadura velada.
Recriaremos para a Terra,
Diferente jornada.

Não venha questionar, persuasão,
Com seu flagelo de perseguição.
É um longo caminho, transmutação,
Gerando outra consciência, ascensão.
O pensamento lógico,
Ponto de partida.
Em dias mais leves,
Outrora, nova realidade.
Que em algum instante,
Não mais distante –
A completa felicidade.

sexta-feira, 6 de junho de 2025

Tela de aprendiz


Faço-me argila –

Para ser moldada.

Faço-me tela em branco –

Para ser escrita,

Para ser colorida.

As cores da vida,

Transcendendo a magia.

O conto de terror,

Quanta ironia  -

Transmuta-se:

Em água cristalina,

Terno louvor,

Ascendente alquimia.


Toda palavra bendita,

Tem a cota máxima de poder,

Letras traduzem o prazer.

Mesmo com a visão restrita, 

Impedir-me não tem como.

A imaginação,  o feitiço, 

A primeira impressão,

Total realismo.


O risco, o rabisco,

Fora de compasso. 

Com o tempo,  harmonização, 

Ganhando contornos de descontração. 

Simplesmente é questão de escolha,

Observando a Natureza,

Em todos os recônditos.

Embora, a fumaça acinzentada,

Há em cada folha,

Multicolorida beleza.


No Universo há o equilíbrio, 

Entre luz e sombras.

As lições vêm com o tempo,

Em seus prós e contras.

Equalizando a balança, 

É preciso romper o casulo.

Para haver a dita mudança, 

Rodeando todo o caos.

É necessário o abrigo,

Arrefecendo o perigo.


Em toda e qualquer circunstância, 

Preservarmos a inocência,

De vez em quando os atropelos.

A espiritualidade e o âmago,

Fortalecendo os elos.

No interdimensional,

Consagrando –

Realizando a morada,

Transitando pela longa estrada.


Na Terra, a terceira dimensão,

Na dualidade,  muito denso.

A caridade e bons sentimentos,

Alinhados e propensos.

Ao discordar não há, 

Um lugar de aprendizado. 


terça-feira, 3 de junho de 2025

Não vamos recuar


Inevitável não sentir essa densidade, 

Chega de mansinho...

E vai se apropriando de nosso ser,

Como um arrepio percorrendo cada recôndito do corpo.

Entorpecendo –

Paralisando, cortando o ar.

A mercê de estampidos,

Por um momento,  coagidos,

Mas não vamos recuar, surpreendidos?


Só conhece essa realidade, 

Luta para sobreviver nessa fatalidade, 

Quem sente na pele a comunidade.

Crianças e jovens –

Desencaminhados futuros promissores, 

Ultrapassando limites.

Tachados como infratores,

Mergulhados na vida da ilusão.

Cometendo crimes pela ostentação,

Para o imoral não há trégua.

Entre o Governo e o poder paralelo, 

Diferente régua. 

A juventude perdida,

Sob a influência da involução. 

Quanto menos pensar,

Zero potencial de raciocínio. 

Quanto mais se tem, 

Mais se quer,

Somando desperdício. 


No desejo de impor a supremacia branca,

Por detrás de fake news, 

Colocando banca.

Pessoas julgadas por classe e cor,

Vale o que tem,

E nada se mantém, 

Em total desamor.

Assaltados a qualquer hora,

Pela mão armada sem clemência. 

Da saúde e de educação privados,

Cidadãos de bem.

Rastejando por migalhas,

Condenados por falhas.


Destinados à nós, 

Qual é o espaço?

A gentrificação, 

Pegando-nos pelo laço. 

Como se pudessem excluir a negritude,

Ao pobre favelado,

Distribuindo o que há de costume. 

Quanto mais apanhamos, resilientes, 

Unindo-nos somos fortes.

Levantando os punhos,

Fortalecendo passos pelos caminhos,

Tão destemidos,

Quanto aos algozes. 

Gradativamente mais velozes,

Pouco à pouco impondo o ritmo. 

As cores de um novo dia,

Presenteando com o realismo. 


Aqui não existe somente o medo, 

Também há luta.

Pagando alto preço em pecados,

Tão árduos,

Quanto a derme em brasa.

Até quando suportaremos a opressão?

De sermos tratados como descartáveis, 

Sem nenhuma proteção. 


Um Estado omisso, 

Para os seus sem compromisso. 

Planejando jogos de interesses, 

Em dias, anos e meses.

Apresentando o teatro sujo da manipulação, 

Enquanto,  permanece a esperança. 

De fato existir, pela mudança, 

Desvanecendo a dor e agonia.

Rejuvenescermos pela harmonia, 

Convivendo em comunhão.

Compartilhando o mundo,

Com condições igualitárias.

Onde se encaixem as peças, 

De um velho quebra cabeça –

Totalmente enferrujado,

Há tanto tempo perdido. 


Talvez seja um sonho distante, 

E não veja acontecer,  lancinante. 

Que não tarda jamais,

A prioridade pela paz.

Em algum momento, 

Desejo escrever outra história. 

De um lugar plenamente diferente, 

Sem que me falhe a memória. 

Porque pareço viver,

Nesta realidade paralela,

Em que nada condiz com a verdadeira. 

Entrelaçada com o caos, 

Infinita insanidade,

Para que se transmuta em felicidade. 



domingo, 1 de junho de 2025

Carta para Junho - 2.025


Junho –
Seja muito bem vindo!
Repleto de luz e magia!
Que em sua bagagem,
Haja esperança e harmonia.

Por mais que não demonstramos estarmos machucados e com algumas ou muitas cicatrizes, infelizmente eles existem colaborando com a dor.
Peço que nos ajude a superar não somente a última, como também todas as crises que ainda possam aparecer pelo meio do caminho durante os seus trinta dias.
É inevitável que estejamos feridos, não podemos perder o foco de estarmos exatamente aqui.
A humanidade é uma caixa de pandora repleta de surpresas e, ao abri-la não sabemos  o que de fato encontraremos.
Na dualidade do ser humano fazendo de sua vida uma eterna competição por vaidade e pelo ego desejando impor a sua força, demandando excesso de energias negativas totalmente desproporcional.
É sabido que sobrevivemos em uma completa rivalidade imposta pelo caos, onde nem sempre seremos vistos com bons olhos.
Há aqueles que agem pela imoralidade se comportando de má fé, batendo de encontro à perfeição, deixando um rastro de destruição, ceifando qualquer sonho para se dar bem – Passando por cima de quem quer que seja, atropelando e deixando marcas.

Não tem problema! Podemos cair, mas também nos levantamos!
Como guerreiros nos recompomos para superar qualquer obstáculo –
Não importa a sua altura!
Tudo age ao seu contento,
De acordo com o tempo.

O maior refúgio deve partir da parte de dentro, de nosso interior e, não procurar por nenhum lugar ao lado de fora.
Porque nem todos estarão dispostos e/ou aptos e com uma boa vontade de nos ouvir.

Há um chamado contínuo como a água de um rio que, ressoa por nossos sentidos, a intuição, a qual precisamos aprender a ouvi-la.

Somos capazes do impossível...
Do toque divino,
De sermos surpreendidos pelo Eu Superior.

Que Junho –
Seja o curativo para as dores mais profundas,
A base para o nosso alicerce,
Cooperando para tudo o que é mais sagrado:
A VIDA –
A EXISTÊNCIA -
Nesta breve e doce aventura,
Repleta de agonia, desespero, sofrimento, ansiedade.
E, por quê não,
Cercado de momentâneas alegrias?

Junho –
Reverbere o que há de mais bonito em essências humana,
Propagando a luz,
Tão determinante quanto ao instante preciso da conquista.
Revolvendo as antigas promessas de nossos âmagos,
Gerando o bem estar proporcional quanto à nossa vontade.

Que tudo seja gratidão!

Por cada amanhecer,
Descortinando as janelas.
Com sol ou com chuva,
A Natureza com sua exuberância em ciclos,
Envolvendo-nos com a elegância do canto dos pássaros,
E todo o esplendor de suas cores vivas e coloridas.

Então, Junho...

Seja magnífico!



Sejamos luz!

Banho de sangue


Arrefece a sensação de completude, 

A de pertencer em algum lugar.

Em noites mal dormidas, impotência, 

Muitas das vezes, apneia,  falta de ar.

O mercado da violência, 

Ministrado à céu aberto, 

À qualquer hora em plena luz do dia.

Sem dó e nem piedade,

Demonstrando a sua potência:

Máquina de moer gente.

Não importa a idade,

Nem tão pouco a identidade. 

Em comum, a cor da pele negra,

Ligado diretamente ou não. 


Alta madrugada, 

Sem alarde,

Na falida comunidade  -

Pegando a todos de surpresa.

Os cachorros latindo pela vizinhança,

Avisando que não está nada normal,

Ceifando a esperança.

Ressoando sobressalto,

De repente, o som metálico do fuzil.

Tão estridente e ardil,

Quanto ao penetrar a carne.

Derramando o elixir da vida,

Manchando as calçadas, as ruas,

Em tom vermelho –

Infeliz verdade crua.

A enxurrada dolorosa, turbulência,

Levando vidas jovens. 

O que cometemos, onde estão os erros?

De anos desperdiçados,

Na involução, despreparados.

Talvez a falta de oportunidades.

Onde se perdeu a felicidade?

Engolida por inversa realidade. 


Mergulhados em iminências frágeis, 

Aos que estão entorpecidos,

Não enxergam o que está a desfavor –

Usados como produtos descartáveis.

Aos que estão de fora,

Observando por outro prisma, 

Veem gradativa degradação. 

Definhando-se corpos,

Abarrotando os cofres, 

A ilusão transbordando copos.

Derramando futuros promissores,

Na linha de frente, 

De si mesmos – Desertores -

Entristecida tenra densidade, 

A fila que se faz para a substituição. 

O RH da firma completa produção,

A mais vil constatação. 


O Estado como vínculo de omissão,

Promovendo a polarização.

Qual é a sua contribuição?

Na outra ponta a lei, a moral,

Usando de um teatro macabro, 

Maquiagens se escondendo na tela.

Eles querem enganar a quem?

Usando do velho marketing nefasto,

Delegando o sacrifício da vez,

Métodos para se promoverem, palanque político.

Insuflando a massa falida,

Fakes news contribuindo para a idiotização.

Ao ser humano os não escolhidos, 

Devotando deveres e a degradação, 

O flagelo desumano. 

Incutindo nas mentes a ostentação, 

Com uma das mãos oferecendo migalhas,

Com a outra apontando as suas falhas. 

A falta de segurança,

Atravessando o seu caminho,

Ou simplesmente, Invadindo as nossas casas.

Na finita existência, 

Promovendo arruaças.

Aos menos favorecidos a gentrificação, 

De presente a coação. 

A derme negra como alvo,

A favela o eterno cativeiro,  a senzala.

Algum anseio de transmutar o cotidiano?

Tratados como mulas, 

Pagando exorbitantes impostos. 

Cinzenta aquarela,

Descortinando-se pelas janelas. 


Qual é o prazer de lutar por algo tão efêmero?

Que de um momento para o outro pode desvanecer, 

Cogitados como números,

Triste estatística.

O próprio Governo promovendo a desunião, 

O oculto infiltrado, a discórdia, 

Alimentando as sombras. 

Pessoas acorrentadas pelos vícios, 

Beneficiando toda uma falange do mal,

Não percebem o poder do sobrenatural. 

No martírio de suas almas,

Insaciedade da calma.

Desperdiçando horas,

Envolvidos em loucuras.

Desperdiçando o aprendizado, 

Cometendo crimes e pecados. 

Restando apenas o flagelo da existência,

Ceifando vidas sem clemência. 



A humanidade dividindo-se em gangues,

Promovendo a barbárie, 

Banho de sangue,

A desordem dos  intoleráveis.

Enquanto,  os de colarinho branco,

Tornam-se cada vez mais intocáveis. 

Sobrando para o pobre favelado,

A viver com a estômago embrulhado,

Sobrevivendo com os restos.

Quantos mais se perderão no meio do caminho,

Engolindo a própria saliva,

Ou sendo forjado?

Na incerteza, sem a garantia de nada,

De pés descalços,  pela longa estrada. 


sexta-feira, 16 de maio de 2025

A magia do silêncio


Tempestades...

De vez em quando estas são úteis para colocar as coisas em seus devidos lugares.

Porém,  precisamos possuir o discernimento, separar o joio do trigo e, identificar aquelas que são benéficas ao nosso aprendizado. 

Infelizmente,  existem algumas que são lançadas apenas com o intuito de atrapalhar e nos desviar do caminho no qual precisamos percorrer. 

Entretanto,  todos são válidos!

Porque sempre há como tirarmos lições  de cada uma delas.

Podemos até cair, no entanto,  o chão não é o limite, nem muito menos a ascensão. 

Todo ser é absolutamente capaz de galgar novos horizontes e reconstruir aquilo que em algum momento foi destruído.

Não perdemos tempo e, sim, adquirimos experiências  e não tropeçamos nos velhos erros, embora exista o livre arbítrio.

Cabe a todo e qualquer indivíduo o sei poder de escolha, de forma consciente ou não.

Portanto,  é necessário abrir os nossos corações e a mente – Desenvolver um olhar mais apurado e especial  para o nosso interior.

O silêncio diante do burburinho ao nosso lado externo, dessa densidade tão caótica que muitas vezes parece que vai nos engolir com sua gula tão descomunal.

Por mais que seja difícil,  precisamos manter esse diálogo silencioso com o âmago.

Porque serão em nossas essências que encontraremos todas as palavras indispensáveis para trilharmos uma jornada repleta de luz e de energia positiva. 


domingo, 11 de maio de 2025

Sobre "eles"


 

Não sei onde está escrito,

Não sei onde foi dito.

Se faz parte da história, 

Se são apenas sensações, 

De minha memória. 

Longínquo é o espaço, 

Na esfera transcendental. 

Volitando sobre velho compasso, 

Tão desgastado de forma incidental. 


Só sei que me sinto presa,

Em um lugar que não é o meu.

Em um corpo cansado...

Enfadonho que não me pertence, 

Numa impressão de sufocamento. 

Em que nada me conduz à realidade, 

Nenhuma condição de liberdade, 

Para quê tal fatalidade?

A humanidade em outro tempo obscuro,

A ascensão fascista,

Os terrenos sobrevivendo em apuros.


Nunca foi sobre nós, 

E, sim, sobre “eles”.

Aqueles que detém o poder, 

Jogo sujo de cartas marcadas. 

Armando toda a manipulação, 

Pessoas vivendo pacificamente,

Ou se matando, o próprio lobo,

Em meio à polarização. 

Até a releitura mal feita nas entrelinhas,

Iminências de guerras atroz. 

Entre a fria e a quente de fato,

Para que tais argumentos?

Gastar saliva em troca de nada,

Sem garantias ao corpo físico –

Na terceira dimensão. 

Tornando-nos mera marionetes,

No looping do controle de massas.

De uma maneira ou de outra, 

Forjando capítulos ilusórios. 

Profanando histórias,

Também as trajetórias.

Daqueles que partiram, indefesos,

Lutando bravamente,

Deixando um legado. 

Em dias atuais, a difamação, 

Sem nenhuma cortesia,

Apenas os horrores,

Infinitas heresias.


Qual é a intenção?

O rebanho para saciar a fome,

Da volúpia,  da ganância. 

Exacerbados em exageros,

Tão contumaz,

Os inocentes em desesperos. 

Para quê o despertar?

Quanto menor a ascensão da consciência, 

Menos a valorização da essência. 

É isso o que desejam, a involução, 

Resquícios da cota de raciocínio. 

A sociedade em total declínio,

Sem moral,

Retornando ao tempo primitivo. 

Pensando em saciar a carne,

Intolerantes seres perversos.

Alimentando-se da negatividade, 

Densa vibração. 

Fomentando as sombras,

Aos contatados ijmpondo armadilhas.

Apresentando labirintos,

Não há problemas, 

Se não existirem as trilhas. 

Em todo longo caminho,

Há as suas compensações. 

De revivermos momentos de alegria, 

Observando a paisagem. 

Embora,  às vezes, sejam apenas miragens,

Não importa, 

Sentir com o coração,

É o que abrirá-se-a a porta.

Independente do que aconteça, 

O plano da luz prevaleça,

A pacificação.

Se este é um sonho dourado, 

Sinceramente, 

Na Terra não obteremos as respostas. 

Ao amor incondicional, 

Este sim, é primordial. 

E o bem maior prevaleça,

Renovando as esperanças. 

De vivermos sem o medo,

E não sentir ameaças. 


sexta-feira, 2 de maio de 2025

Carta para Maio - 2.025

 


Maio –

Seja muito bem vindo,

Repleto de luz e magia.


Já foi dada a largada para a quinta temporada de dois mil e vinte e cinco.


Serão trinta e um dias para realizarmos novas conquistas e nos espelharmos em algo maior que nos mova.

Por mais que a realidade vai se descortinando à nossa frente venha com ameaças temidas. 

O melhor remédio é levantarmos, sacudir a poeira, e sermos resilientes. 

Nem todos estão ou estarão preparados para presenciar a nossa vitória. 

Que Maio seja e já é um mês festivo!

É bom nos blindarmos da inveja e dos maus agouros,  transvestindo-nos de energia positiva e, assim, atravessarmos este ciclo com sabedoria. 

Enfim,  compreendo que compartilhar a terceira dimensão é bem complicado, expondo-nos à experiências que pensamos não está aptos para atravessa-las, principalmente,  do julgamento alheio que jogam em nossa direção toda a sua maldade contradizendo de fato com o que é real.


Lembre-se:

Luz atrai luz.

Mas também luz atrai sombras, no intuito de serem apagadas. 


É preciso termos o discernimento para sabermos distinguir o que é bom do que é ruim.

Desejando ou não à todo o instante somos testados.

E, sendo perspicazes, às vezes, deixamo-nos ser ludibriados e desviados da estrada que tanto almejamos seguir.


Para falar a verdade, a perfeição não existe!


E nada do que a sociedade é o que o Governo nos apresenta em razões questionáveis.

“Eles” nos transformaram em seres incapazes de raciocínio. E quanto menor o aprendizado: Melhor.

Condicionados como burros de carga, trabalhando, pagando impostos,  abarrotando os cofres governamentais,  .

Enquanto,  usufruem de riquezas e os pobres à pão e água,  fingindo serem aquilo que não são. E ainda acham graça como se estivessem tirando “onda”.


Infelizmente, sobrevivemos em um lugar denso, onde a grande maioria é conduzido pela vaidade e pelo ego, não lhes permitindo enxergar e nem perceberem o que é importante. 


O Universo é infinitamente vasto,  porém,  se há lugar para este tipo de comportamento, não sei explicar.

Não tem problema ou importância,  não é querendo fazer como todos rotulando  quem é quem.

Graças aos Seres de Luz...

Com o antagonismo de luz e sombras.

Em tudo existe os sinônimos e os antecessores, como aqueles que caminham de olhos fechados,  como se estivessem adormecidos  sem saber qual rumo tomar. Como também aqueles que sentem uma brisa leve e despertam para o que há de melhor em suas essências. 


Em tudo há o seu tempo –

Cada um experiência o que há de melhor ou de pior que há em seu âmago. 

Aqui fica registrado o meu desejo para que em todo o amanhecer haja uma aura de paz e luz ressoando e se alinhando perfeitamente com o que existe de melhor no ser humano. 


Que Maio reflita o que há de primordial na humanidade –

Abastecendo-nos com a sua luz.


Maio já é prosperidade!

Maio já é abundância!

Maio já é luminescência!

Maio já é gratidão!



Sejamos luz.