Ah minha essência de bruxa...
Que me leva para esse mar de projeções astrais.
Quem eu sou?
Quem somos de fato?
Navegando por essas galáxias perdidas, tentando nos encontrar.
É tudo uma quimera...
Uma alquimia enferrujada,
Na expectativa de desvendar mistérios,
Resolvendo enigmas,
Decifrando códigos,
Apenas mera presunção.
Quem comanda todo esse absurdo,
Orquestrando o destino?
Como premiados sobrevivemos tão descompassados,
As agruras diárias.
Adquirindo a malemolência,
O jogo de cintura,
Para não ser mais um jogado de escanteio –
Batendo de frente com a Matrix.
A maldade humana não tem cara,
Ela se apresenta com as oportunidades.
Por isso, faz-se necessário estarmos atentos,
Nem sempre é fácil nos manter sadios diante das situações.
De repente, o caos se instala,
Arrebatando-nos juntos em seu imenso redemoinho,
Afastando -nos de nossos caminhos –
Arrastando-nos em sua maré para distante de sábios conhecimentos.
Há quem passe por esta vida,
Como simples expectadores,
Observando a tudo e a todos com um imenso ar solene de omissão.
Sem servir...
Sem mudar uma única folha do lugar.
Talvez seja inconscientemente ou por preguiça, tal anulação,
Não se alinhando com a realidade.
Os dias estão cada vez mais densos,
Em meio aos devaneios do cotidiano.
Sobrevivendo as turbulências impostas.
No entanto, não se dão conta, de que precisam viver as suas sombras...
É desse modo que age o despertar.
Toda ação gera uma consequência,
E a estagnação não leva a lugar algum.
É preciso evoluir,
Revolver as energias,
Para progredir e escapar da ilusão.
Porém, a humanidade precisa refletir os seus movimentos,
Mudar a percepção de como enxerga essa etapa de existência.
Ainda há um longo caminho pela frente,
Portanto, é preciso transmutar o alinhamento,
Para que renasça o discernimento.
É imprescindível a transformação!

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