Mais um...
Quantas vidas mais?
Familiares desamparados,
Zona de conflito lastimável,
O contrário, ressoa impossível.
Mergulhados nesse mar de obsessão,
Pelo jogo de poder, teor da manipulação.
Uma adrenalina, desencadeia feridas,
Correndo pelas veias, e cicatrizes.
Enredados em podres teias, sem diretrizes,
Onde quem ganha, também perde, realidade.
Nesta sina, triste sanha – Crueldade,
Efeitos colaterais, infinitas artimanhas.
Qual será o futuro da juventude?
Tantas crianças aliciadas,
O Estado febril e opressor.
Ceifando futuros, nenhum despudor,
Não há resquícios de remorso, despudor.
Derramado em qualquer circunstância,
O sangue de inocentes.
Sobrevivendo em modo descrente,
Na pele a dor do abandono.
De um lugar falido,
Saindo totalmente do rumo.
A terceira dimensão, recíproca densidade,
Como última estância, a esperança,
De vivermos felizes, completa bonança.

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