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sexta-feira, 10 de janeiro de 2025

Teatro mágico

 


As interações humanas, 

Ou a falta delas –

Muito tem a nos dizer.

Em diferentes interpretações, 

Entrelaçando-se –

Ou em paralelos.

O modo como lidamos com o caos,

E as inúmeras imperfeições. 

Recriando um teatro mágico,

Para fugir e amenizar as densidades. 


A dor no peito,

É apenas um contraste,

Daquilo que desejamos,  o bem.

As saídas do corpo físico, 

As palavras por outras dimensões,

Na tentativa de driblar o mal.

Arremetendo à deriva, a nau,

Desvendando os enigmas. 

Reconstruindo os castelos,

Por mais que sejam seguros –

A quem teime em destrui-los.


Quem falou que seria assim?

Quem disse que não poderia ser diferente?

As mazelas fomentadas,

Para nos tirar do verdadeiro foco.

Dominando-nos através do medo, 

O verdadeiro transvestido de pecado.

As migalhas servidas à custo –

De muito trabalho. 

A face envelhecida no reflexo do espelho,

Construindo sonhos obsoletos e velhos.


Ao paladar o sabor da amargura,

Culminando na descoberta de viver –

Nesta imensa loucura.


Quantas vezes desejamos o imprevisível?

Não mais sobreviver neste lugar descrente,

Fugindo das armadilhas, 

Em consequência, 

Desbravar outros trilhas.


domingo, 5 de janeiro de 2025

Equalização da vida

 


O compasso  -

O ritmo  -

O tempo certo –

Compõe a canção,

Translúcida emoção. 


Indo na contramão, 

Da correria diária. 

Inconsciente, 

Agimos de maneira arbitrária –

Desfazendo das armas da persuasão. 


Desacelerar, 

Parar,

Fechar os olhos,

Inspirar profundamente, 

Expirar calmamente.

Esvaziando a mente, 

Equalização do cardíaco,

Pulsando na igual intenção. 


Respira...

Respira...

Respira...


Assim venceremos os atropelos,

Ultrapassaremos os obstáculos. 

Com a sensação da música preferida, 

Transmitindo a leveza –

Inspirando a beleza.


Sejamos luz.


Carta para a humanidade XXII


Por que essa sensação de não sentir nada?

Ao invés de encher a bacia,

Sempre jogando a água para fora. 

Há um momento,  em que a fonte secará, 

O tempo não durará para sempre.


Talvez essa seja uma maneira,

De abster-se das impressões humanas. 

De criar um mecanismo,

Forjando os próprios sentimentos, 

Limpando a mente -

Manter-se distante daquilo que trás a agonia.


Somos dotados de inteligência, 

No entanto,  é preciso amadurece-la.

E nem todos tem essa propensão.

De enxergar além do que percebem os nossos olhares físicos,

O ver –

O notar –

O pressentir –

É muito mais que nos proporcionam os sentidos,

Procure não focar a sua atenção no óbvio.

As águas calmas de um rio,

Escondem muitos mistérios –

Bem longínquos da compreensão. 

Assim, como momentos simples e únicos,

Tornam-se inesquecíveis. 


Há toda uma egrégora sobrenatural, 

Acontecendo ao redor. 

E só a notam aqueles que estão alinhados em sua energia.


Não se comprometa com o ego,

Ou com o desequilíbrio daqueles que estão próximos. 

Sei que somos seres humanos, 

E sujeitos à falhas. 

O julgamento precisa ser posto de lado, 

Permita que cada um viva ao modo que lhe convém, 

Independente de ser consciente ou não. 

Se em algum momento vai cair a ficha?

Não sabemos!

Todos colhem o que plantam.

Se permitem agir pela vaidade, 

Em algum instante, 

Sofrerão as consequências. 


Vigie a sua própria plantação!

Cultive um jardim!

Para que o mesmo atraia borboletas, pássaros e abelhas,

Desse modo, renovando a vida –

Trazendo bons frutos,

Revigorando a paz na Terra.


Co-criar um novo mundo,

Depende unicamente daqueles que aqui habitam.

Jamais se conforme com a maldade aqui espelhada,

Não devemos normalizar o mal –

Compactuar para que ele aconteça. 


A guerra –

Seja como e de qualquer maneira, 

É a maior estupidez humana. 


Sejamos luz.


quarta-feira, 1 de janeiro de 2025

Carta para Janeiro - 2.025


Janeiro...

Seja muito bem vindo!


Janeiro vem sempre com um pedido por renovação,

Transcendente –

Um revigoramento de nossas forças para suportar as labutas diárias, 

As auguras alheias.

E vencermos de cabeça erguida,

Embora, haja o pressentimento de estarmos em total submissão,

Traduzindo a vontade em sonhos,

Talvez impossíveis de serem conquistados.


Assim,  à meia noite,

Na passagem de ano –

Os fogos de artifícios brilham nos céus,

Com eles também o olhar,

Almejando que o próximo dia seja diferente com relação aos que passaram. 


Qual é a explicação de tal comoção?

De prepararmos uma festa para recebê-lo como a um convidado ilustre?


Com certeza são os nossos anseios por desejar festejar com aqueles que são mais próximos e íntimos de nossas relações humanas. 

Às vezes, não!

Só  queremos ficar quietos em nosso cantinho, acompanhados de nossos pets e pensamentos. 

No fundo, conversando com Deus e toda a ancestralidade, 

Pedindo para que as pessoas marquem em seus dicionários com um marcador de texto bem chamativo a palavra RESPEITO!

Dessa forma, evitaríamos muitos contratempos, principalmente,  o caos.

Não haveria tanta destruição  e não nos destruiríamos por nada.

 

Hoje é primeiro de janeiro de dois mil e vinte e cinco, o primeiro de trezentos e sessenta e cinco dias do ano.

Os quais desejamos viver com saúde, harmonia,  paz, sabedoria e discernimento, afim de superar todo e qualquer obstáculo.


O início de janeiro nos arremete à inspiração e metas a serem superadas.

Onde co-criamos o que possa haver de melhor,

Não somente para si, como também aos demais –

Até mesmo para aquelas pessoas que não conhecemos.

Pois, sabemos que por mais que não demonstrem, vivem com as suas fragilidades e lutas internas.

Às vezes, ou quase sempre, sufocando a própria dor, 

Com o intuito de evitarmos transtornos,  preocupações e os urubus que se alimentam do sofrimento do outro. 


Desejo que os próximos dias desse novo ciclo que se inicia, 

Seja repleto de notícias boas.

Onde possamos transmutar a densidade  -

Os trágicos acidentes e incidentes em palavras de otimismo e esperança,

Devotando toda a nossa energia compensadora para o bem.

Sem guerras e sofrimentos;

Sem vítimas inocentes endossando a velha e fria estatística.


Enfim, que Janeiro –

Seja um brilho eterno,

Propagado aos quatro cantos da face da Terra.


Sejamos luz!


Gratidão!

Gratidão!

Gratidão!


terça-feira, 31 de dezembro de 2024

Último dia de 2.024


Quem diria?

Último dia de 2.024!

Fechando mais um ciclo,

Como sempre...

Tudo do mesmo jeito,

A igual modo –

Vivenciando fragmentos de felicidade, 

Ultrapassando obstáculos.

Sobrevivendo aos processos,

Alcançando os propósitos.


Ansiedade?

Mais ou menos!

Estou aprendendo a ter paciência, 

E com a minha condição cardíaca –

A fazer repouso. 

Respirar...

Submergir...

Emergir...

Tudo ao seu tempo.

O que ganho com isso?

PAZ -

E mais algum tempo de vida.


As turbulências fora do meu templo (corpo),

Os barulhos alheios devem e precisam ser ignorados.

Não que me ache melhor do que os outros,

Muito pelo contrário. 

Estou aqui para aprender e reaprender,

Se for necessário.

Agradecendo as conquistas,

Por mais singelas que sejam.


Como boa observadora do comportamento humano, 

Tenho percebido que muitas pessoas, 

Estão ficando cada vez mais fúteis e volúveis;

Reagindo conforme  a onda do momento.

E a minha é ficar comigo mesmo,

Não me deixando contaminar pelo caos que me rodeia.

Porque a grande maioria não age pelo ser,

E, sim, pelo ter.

Construindo conexões frágeis, 

Sem nenhum respaldo do alicerce. 

Posso está enganada,

Mas é a minha concepção. 


Não sei ser sutil, 

Amo a autenticidade –

Brotando a intensidade,

Ou me alimentar de falsas migalhas. 

Sou chata,

Gosto das coisas certas e objetivas.

Mentiras e falsidades não são comigo, 

Se for desse modo, prefiro a solitude –

Do que demonstrar o que não sou.


Toda felicidade –

Deve partir de dentro para fora,

E não inverso. 

Tudo precisa ser sentido,

Completamente verdadeiro. 



Sejamos luz!


sábado, 28 de dezembro de 2024

Almas frágeis

 


Por mais que desejamos, 

Por mais que precisamos de respostas, 

Tudo simplesmente –

Paira sobre as nossas cabeças, 

Feito uma nuvem de fumaça  -

A poluição. 

Perdendo-se vidas jovens, 

Diante do caos.

Crianças inocentes, 

Pagando um auto preço.

Pela negligência,

Em nome de uma histeria generalizada.

A ordem da despedida, 

Completamente alterada.

Onde a vida e a morte,

Dançam lado à lado. 

Contornando os perigos, 

De mãos dadas.

Rodeando-nos a densidade, 

A falta de abrigo.


Flertamos com o mal,

A falta do bom senso,

Passando bem longe da educação. 

Empurrando para debaixo do tapete,

O respeito. 

Seres humanos sem a menor compaixão, 

Apertando o gatilho,

Quem estará na direção?

Não importa quem seja,

O sangue esvaindo pela sarjeta.

Engessando a razão, 

De quem foi a decisão?


Roupas e ruas manchadas pela cor de carmim,

Mais sangrenta e cruel – 

A retomada de território. 

A cada hora, novas vítimas, 

Quem não tem nada haver,

Paga o pato, crime vil.

Crescente números, 

Multiplicando as estatísticas. 

Sem a menor responsabilidade,

Normalizando a realidade. 

Mais um, dois, três... Vinte!


Para quê a comoção?

Está fora da moda,

O cotidiano de quem fica.

Seguindo em frente, 

Disfarçando a própria dor.

Ao final do ano,

Contabilizando a retrospectiva. 

Sentirá na pele,

A própria família. 


Para quê lamentar?

Para quê protestar?


O Governo brasileiro, 

Não pensa,

Não escuta,

Não ver.

Ouvidos de mercador –

Em sua labuta diária. 

Punindo sem piedade, 

Cidadãos descrentes. 

Seguindo a fila indiana, 

Sobrevivendo ou não. 

Em mais uma disputa,

O entrevero.

Aguardando ser o próximo, 

Na linha de fuzilamento. 

Aguardando a chance,

Abrigando-se em algum lugar.

Ao final, a comemoração, 

Como a conquista de campeonato de futebol. 


Nesta guerra desleal, 

Lados opostos. 

Matando-se à troco de nada,

Para enriquecer quem mais tem.

Batalhas sangrentas,

Para entreter a quem convém. 


No final das contas,

Poderia haver a união. 

Reuniões fraternas,

A confraternização. 

Mas vivemos às margens, 

De um país polarizado –

Pudera gentrificado,

Em perfeito estado de putrefação. 


Vidas dizimadas –

Sonhos perdidos –

Futuro contestado -

Qual a explicação?


Pessoas desamparadas,

Pelo poder paralelo armadas.

Largadas ao Deus dará,

Julgando-se maior na missão diária -

Almas frágeis em busca de salvação. 


Por onde caminhamos?

Vagamos por quais dimensões?

Em quais momentos da história,

Cometemos erros?

O ego –

A ambição  -

Fazendo parte da trajetória. 


À todo instante, 

Aniquilando-nos.

Saindo pela tangente,

O coração pulsando veemente. 


terça-feira, 17 de dezembro de 2024

Ascensão da alma

 


Na vida precisamos tomar decisões,
Por mais drásticas que sejam.
Por mais que desejamos algo,
Pensando ser o melhor -
Nem sempre é o que nos convém.
As circunstâncias desfavoráveis,
Acontecem como eventos catastróficos,
Para nos tirar do eixo -
Exterminar a nossa paz,
E desse modo, contribuir para a falta de equilíbrio.

O sentimento maior,
Mostra-se devolvendo a calmaria.
Do contrário,
Simplesmente o deixe ir.
O caos vem apenas trazer uma revolução,
Transmutando completamente a nossa trajetória.
E, quando não for assim,
Pare, respire e reflitas:
Para que possas ter com discernimento.

A bússola que tanto buscamos,
Não está no exterior,
Ou em algum prédio físico.
Mas sim, em nosso interior,
Na essência, no coração.
É lá que se encontram as respostas,
Mostrando-se no instante necessário.
Vindo em nossa direção,
Ao silenciarmos a mente,
Deixando o Extraordinário agir.

Não se preocupe com os julgamentos alheios,
Quando estamos em paz conosco,
Podemos transmutar toda e qualquer maldade.
Então, façamos com que tudo valha à pena,
Diante dos desafios.
Não superando apenas os obstáculos,
Como as dores provenientes –
Da ascensão da alma.

Sejamos luz!

segunda-feira, 16 de dezembro de 2024

Todo processo


 

Explicações -

Estas devemos a nós mesmos.


O ser humano tem a triste mania,

De querer impor os seus argumentos.

Se não há compreensão,

Imponho o silêncio.


Não é fácil,

Em um lugar conturbado,

Manter-se livre de tantas amarras -

No fim, é uma dádiva.


É uma luta constante,

Manter-se sóbrio,

Reconhecer-se desperto.

Enquanto, a maioria se decidi pela ilusão,

Caminhando para a ostentação.

No desejo de querer sempre mais,

Não medindo as consequências.


Sempre haverá o julgamento,

Por parte daqueles –

Que não fazem a menção do respeito.

Quando se nada ao contrário,

Atravessando a contramão.


Há algo extraordinário,

Ao nos dispormos olhar além das aparências.

Ativando o potencial dos chacras,

Enxergando o inimaginável.


Libertando-nos -

Curando-nos –

Daquilo que antes nos aprisionava, a maldade.


Nada é dispendioso,

Ao nos darmos ao menos uma chance,

De mergulharmos profundamente em nós.

Ativando a chave da essência,

Co-criando nova jornada -

E fecharmos o ciclo da escassez.


É tempo de prosperidade!

É tempo de bonança!

O que importa é o presente,

O que vingará para o próximo ano.

E para ser melhor,

Isso equivale do poder –

De escolhas realizadas com sabedoria.

De mantermos em alta a energia,

Na infinita positividade.

Unidos, vibrarmos em alta frequência,

Priorizando a esperança,

Galgando novos horizontes,

Banhando-nos em suas águas límpidas,

Em suas vertentes.


Em todo processo,

Há uma cota de aprendizado.

Um emaranhado de linhas,

Por entrelinhas.

Ao qual precisamos estabelecer a ordem,

Em enigmas,

Que flutuam pelos pensamentos.


Os dias, por mais caóticos,

Devem ser levados com leveza e divertimento.

E a grande magia,

Se dará, enfim.


Gratidão!

Gratidão!

Gratidão!


Sejamos luz!


sábado, 14 de dezembro de 2024

Círculo de fogo


 

O mundo gira não como um simples compasso,

Onde manipulado por mãos humanas.

Há forças ocultas que nos drenam,

Por ritos obscuros.

Em todo e qualquer ato terá a sua consequência,

Sejam elas para o bem quanto para o mal.

Se não vigiarmos sofreremos consequências devastadoras,

Não é nenhuma previsão.

Enquanto, despertos há uma razão para nos mantermos neutros: O livre arbítrio.

Livres de todo o caos, embora tenhamos a sensação de estarmos no centro de um círculo de fogo,

Sem qualquer escapatória.


Se não podemos com eles,

De algum modo dançaremos na intenção de virarmos o jogo –

Ou de espalharmos as peças no tabuleiro, afim de avançarmos e ganhar tempo.

O ser humano é uma criatura fascinante, ao igual intento, mostra-se aterrador,

Não coexistindo um ponto de intercessão.


O que nos resta?

A não sermos lutar com as armas que possuímos,

Não desejando o mal, mas muito pelo contrário,

Ressoando com o bem para que toda impureza seja removida.

Fazendo com que toda a luz penetre no ponto sombrio,

Mais longínquo, absorvendo a sinergia de toda e qualquer existência benéfica.

Para total transformação,

É necessário que haja paciência.


Portanto, por mais que os caminhos estejam repletos de pedras e obstáculos –

Somos capazes de ultrapassa-los, e em algum momento chegaremos em nossos objetivos.

Principalmente, o de reconstrução do Planeta Terra,

Tornando-o pacífico em sua existência.


Pode ser um mero sonho?

Sim! Pode até ser!

No entanto, precisamos ter esperança para transmutar toda e qualquer maldade –

Embora, haja algum sacrifício.

Aqueles que estiverem aptos a estarem à serviço da luz,

Sempre serão alvos de ataques,

E precisarão se manter atentos para não deixarem se abater, mesmo que a dor faça parte do seu cotidiano.

O modo reação deve está ativado constantemente.


A luta pode ser árdua,

Mas a qualquer instante poderá vir a recompensa.

Todo e qualquer benefício,

Por menor que seja,

Deve ser festejado.

Não tenha medo...

Acredite e confie!

Sejamos luz.

Gratidão!

Gratidão!

Gratidão!


quinta-feira, 12 de dezembro de 2024

Elo com o Eu Superior

 


Recomeços...
Nem sempre são fáceis.
Precisamos nos abnegar,
Abrir mão de algo que tanto desejamos.
Por mais que possam se fecharem as portas,
Para se expandirem haverão as janelas,
Descortinando um lindo céu ensolarado.

Contanto, todos nós possuímos visões diferentes,
Observando um mesmo prisma.
Cada qual o observa à sua maneira,
E com cores diferentes.
Há quem possua uma visão mais limitada,
Outros, no entanto, observarão de modo mais amplo e abrangente,
Além de sua superfície,
Penetrando completamente em seu interior.

É neste lugar especial que contém toda a essência,
O que realmente é eficaz.
O corpo físico é sólido,
O seu âmago é mutável:
Pendendo para a luz,
Refletindo a beleza.
Como também para o lado sombrio,
Espalhando a maldade.
Não há justificativa para o desequilíbrio,
Não há razão para ser.
Expondo aos outros,
Gerando o medo e sofrimento.

O elo, o encontro do Eu Superior,
Faz com que possamos reagir.
E, evitar que o mal maior aconteça,
Por mais que esteja difícil,
Por mais que esteja complicado.
Somos ( sou) mais forte do que tudo o que possa atravessar o meu caminho.

Nenhum ataque será capaz de me deter,
Tenho a certeza, não estou sozinha.
Toda a ancestralidade,
Todos os (meus) mentores,
Estão e permanecerão ao meu lado.
Mesmo com todo esse burburinho em minha mente,
Que pouco a pouco está cessando.
Estou olhando fixamente ao que realmente é preciso e eficaz,
Atravessando este processo.
A Luz em nosso interior é maior,
Do que todo e qualquer empecilho.

Sejamos Luz!


Gratidão!
Gratidão!
Gratidão!