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terça-feira, 18 de agosto de 2026

O laço


 

Pareço distante,

Pensamento longínquo,

Absorvida em minha própria mente.

A alma em foco,

No que me trás paz.

 

A escrita,

Interessante companhia.

Quem para os dias,

Devolve a poesia.

 

Não aceito migalhas,

Pílulas homeopáticas.

Sou merecedora do prato cheio,

A transmutação,

Em doses cavalares.

 

A alquimia da imaginação,

A consciência por outras dimensões.

Fugindo das limitações,

Do corpo físico em colapso.

Com a espiritualidade mantenho o laço,

Para os demais,

Embora, nem sempre perceptível,

Ao lugar denso, faço-me sutil.

A uma parcela, imensurável,

O respeito com o extraordinário.

 

A solitude é o meu combustível,

O Universo sem o véu.

Em busca de novos caminhos,

Volitando pelo céu.

 

domingo, 16 de agosto de 2026

Sejamos conscientes


 

Às vezes, ou quase sempre,

Tudo vai se tornando tão distante,

Permeando o desejo e a realização.

Como se uma bola de futebol,

Resvalasse na trave,

E nada de ouvir a comemoração do gol –

Somente o silêncio da decepção,

E a vida permanecesse em constante stand by.

O que paira no ar é a mesma pergunta em looping:

Por quê?

***

Talvez seja a transição da existência,

Demonstrando um caminho diferente,

O qual não deva ser seguido...

Inconsciente livre arbítrio.

 

A humanidade tende a agir pelo ego,

Por mais que reajamos com qualquer grau de consciência,

A não pender por este lado,

Ao nos vigiar, ainda existe uma porção de incompreensão,

Que tende a nos coagir pela carne.

 

O ser humano é falho,

Ainda tem muito o que aprender, dignidade.

Por mais que aqueles que menosprezem a cultura da ilusão e distrações,

Não é sempre que está atento a esse lado.

O cair é normal, acontece,

O levantar que demanda muita coragem e exatidão,

Reconhecer os próprios erros –

E não atingir o próximo,

Como algum dia foi ferido, quase mortalmente.

 

É compreensível que exista a exaustão,

Por está atento a terceira dimensão,

Os despertos se tornam alvos constantes.

Porque quem convive com nas sombras,

Torna-os como troféus,

 Quando atingem os seus objetivos.

 

Relutar contra a gravidade,

Contra a densidade,

Requer esforço e energia.

É muito árduo,

Transmutar as sombras em luminescência.

Portanto, recuar e nos manter neutros,

Possa ser uma estratégia,

Mas que não seja uma constante, nessa inércia.

Pois devemos enfrentar os dissabores,

Dessa transição para que seja válido o aprendizado.

 

Não importa se seja o melhor caminho,

Contanto, que se faça trilhado, margeando totais sentimentos.

Perpetuando a benevolência imprescindível,

A ser perpetuada  a paz e o amor aos confins de cada coração.

 

A luz deve ser o nosso refrigério,

Tecendo a bem aventurança por todos os recônditos do Universo.

Porque o Planeta Terra é apenas uma centelha de vida,

Nessa imensa egrégora da multidimensional idade.

Todos e sem qualquer tipo de exceção tem o privilégio de existir,

Cocriando a divindade.

 

Mas para que isso aconteça,

É necessário que haja a confiança,

Entre a luz e as sombras em total equilíbrio.

Cada qual respeitando a forma de coexistir,

Em plena imensidão.

 

Se estamos aqui,

E de alguma maneira nos elegeram os escolhidos.

É preciso que a consciência seja respaldada ao que veemente sentimos, verdadeiramente,

E não sejamos manipulados por terceiros.

Todos devem possuir a plena condição lógica de raciocínio,

E não serem orquestrados,

Ao ponto do desejo de uma pequena minoria seja realizado.

Arrefecendo a maldade desencadeada,

Enfim, sejamos conscientes.

 

sexta-feira, 14 de agosto de 2026

Sabedoria


 

Sombras -

 Luz -

 Moldando-me os elementos.

 Gira a força,

Tomando forma, imensurável.

 

 O tempo o senhor do destino,

Tão sábio  que não volta atrás.

 E nós meros mortais,

 Postergamos o seu entendimento,

 Julgando-nos como grandes  sábios.

 Que pretensão a nossa,

 De querermos ser,

 O inverso do que realmente somos.

 

Na dualidade,

Do espaço rígido.

A manipulação do ego,

De modo da tomada de consciência.

Presente o performático extraordinário,

Onde não pairam as dúvidas.

Somente movimentos sutis,

Levando-nos à outras dimensões.

 

Realidades paralelas,

Abrindo feito janelas,

Inúmeras em meu quarto.

Transição -

Transmutação -

A magia do encantamento.

 

Antes a surpresa,

Tornando-se natural.

As habilidades como presente,

Incrivelmente surreal.

Expandindo-se a centelha divina,

Formatando a existência.

A alquimia do despertar,

Revitalizando o ar.

Na reconfiguração,

Em seres interessantes,

Não mais adormecidos humanos.

Refazendo-nos, mudança de planos,

Realizando nova semeadura,

No anseio da abundante colheita.

 

Às vezes, tornamo-nos tão pequenos,

Sem nos darmos conta da imensidão.

É indispensável muito trabalho,

Até desfazermos os enigmas.

Descobrir o que tanto nos escondem de fato,

Para alcançarmos mais um degrau.

Que não seja tarde essa evolução,

E que saibamos reconstruir o Planeta Terra,

Com toda a sua vastidão.

 

Não nascemos para ser mais um,

Um número na estatística,

Em meio a multidão.

Porque possuímos o valor surreal,

Triste o Estado fomentando o marginal.

Diante de uma sociedade hipócrita,

A proteção começa pela energia.

Que direto da fonte irradia,

Combatendo a baixa vibração.

Da primeira lição,

Que nos leva a mente aberta, expansão.

 


 

quarta-feira, 12 de agosto de 2026

Silêncio imprescindível


 


A natureza -

 Os orixás -

 Fazendo-nos um convite.

 Levando-nos à contemplação,

 Minutos horas de meditação.

 

 O silêncio imprescindível,

 Desvanecendo pelos estampidos.

 Quanto tempo mais,

 Estaremos vulneráveis -

A esta situação?

 

 O sistema corrupto,

 E a indigesta alienação.

 Derrubando a tudo e a todos,

 Com tamanha disposição.

 

 Afugentando brilho,

 Apagando os sonhos.

 De toda uma população,

 Ódio aos contrários -

 Os alienados e seus devaneios.

 O sangue de inocentes,

 Recriando a correnteza de rios.

 

 Quem está disposto a lutar,

 Por uma resistência.

 Buscando a igualdade,

 Batalhas armadas,

 Por palavras e argumentações.

 Deixando de lado,

 O cunho de baixo calão.

 

 Com o anseio da perfeição,

 Embora inatingível.

 Distante da realidade,

 almejamos com esmero -

 A completa felicidade.

domingo, 2 de agosto de 2026

Carta para Agosto - 2.026


 

Seja bem vindo Agosto!

E começo com um acróstico:


Ansiamos por dias melhores,

Gerando paz e harmonia.

O orvalho contemplando a noite,

Sereno ao amanhecer em mais um raiar do dia.

Tilintando o canto dos pássaros,

Ouvindo harmoniosa melodia.


Agosto seja pleno e próspero!


Que este novo ciclo de trinta e um dias sejamos contemplados com a boa aventurança, diferente dos últimos de apreensões, nos quais estávamos a mercê da dualidade da terceira dimensão.


Hoje é apenas o início –

Que sejamos merecedores de caminharmos por trilhas mais propícias ao nosso desenvolvimento, tornando-nos seres humanos melhores, jogando para o escanteio o egoísmo e a falta de zelo para com o próximo.

É contraditório querermos algo e no final estragarmos aquilo que tanto almejamos.

A palavra desde mês é ação, desse modo podemos transmutar toda densidade que há neste lugar.

O Planeta Terra em si apenas está tentando se proteger da destruição.

E te digo mais... Os fenômenos climáticos tendem a se tornarem cada vez maiores e somos pequeníssimos diante de sua magnitude.

Por mais que tentamos o domar a todo e qualquer custo, tornamo-nos incapazes diante de sua fúria por sua sobrevivência, transformando em um duelo de cabo de guerra.

A cada nova batalha é insana e ganha novos episódios com o El Nino, pois não se compara com a humanidade.

Por mais que em algum momento possamos obter êxito, seguindo em frente a catástrofe será maior.

Ninguém é invencível diante desses fatos.

A Natureza quando deseja, ela se torna implacável.

A Terra é um ser vivo, e está em constante ebulição!

Já estamos vivenciando a época da separação do joio e do trigo. 

É imprescindível que isso aconteça para que a consciência humana tome outro rumo para a evolução.

No entanto, ao mesmo tempo é uma faca de dois gumes que poderá pender para o outro lado – A destruição.

A resposta começa agora no presente. Se não mudarmos a nossa maneira de pensar, cocriando um novo raciocínio.

Este ano de dois mil e vinte e seis trouxe e ainda apresentará grandiosas revelações, muitas máscaras estão caindo e outras mais cairão.

Antes a Humanidade mexia os seus pauzinhos por detrás dos holofotes escondendo a manipulação. 

Em tempos atuais, perdeu a vergonha e o que era velado agora está sendo exposto e escancarado em telas gigantes ou não ao alcance de nossas mãos e olhos, recriando um cenário totalmente caótico, movendo as peças ao seu bel prazer, de modo que lhes favoreçam, abarrotando os seus bolsos.

É preciso com quem tenhamos cuidado para não cairmos em suas armadilhas visuais.


Em Agosto –

É preciso que tenhamos maior zelo com a nossa energia.

Os ataques diários serão iminentes.


O discernimento vem de dentro, do nosso interior.

Não vencemos nos desgastando, é indispensável estratégia.

Porém, o silêncio é a nossa maior arma criando um invólucro em nossa energia.

A luz tem um poder imensurável.

Creia, acredite e confie.

Sejamos luz para superar todos e qualquer obstáculo.

O Bem está selado!


Gratidão...

Gratidão...

Gratidão...


sábado, 25 de julho de 2026

Erros da concepção


 

Não é solidão...

É a falta de pertencimento.

Afligindo-me a terceira dimensão,

Coloca a prova o discernimento.


Invisível aos olhares alheios,

A busca implacável pelos anseios.

Contesta o aprendizado,

Acatando o livre arbítrio.

Cada um tem o seu,

Abaixo do firmamento, o escarcéu.


Crer, respirar, confiar, indivisível,

A Espiritualidade,

Envolvendo-nos ao extraordinário.

No silêncio de nossas almas,

No fundo do coração, a calma.


O que nos leva a falta de conexão?

O próximo nos levando a exaustão,

Completo estado de ebulição.

O que nos torna invisível,

Em sua concepção?


Elos quebrados


 

Preconceitos –

Julgamentos imperfeitos.

Afinal, quem somos nós?

Banhados de hipocrisia,

Com um rei espalhafatoso na barriga.

Apenas, meras sensações,

Criados e manipulados,

No intuito da servidão.

No lado oculto,

Servimos como gados.


Pelo elo do ter, incompreensível,

Alguém julga ser melhor.

Prefiro pelo ser, imensurável,

Os ignorantes, obtendo espaço.

Os despertos, a lida na falta de compasso,

Equilibrando-se no mundo indivisível.


sábado, 4 de julho de 2026

Carta para a humanidade XXXIII

 

Por mais que estudemos determinados assuntos, nem sempre estaremos aptos a entender.

Só possuiremos a compreensão no tempo oportuno, o da Espiritualidade.


***


Os seres humanos...

Quem somos nós?

O que viemos realizar aqui?


Há um grande mistério que nos cerca, a criação e a existência da Humanidade com inúmeras teorias, poucas comprovações e muitas ideias sem nenhum fundamento.

A grande verdade distorcida, afim de angariar controle e bens materiais, abarrotando cofres e arrotando poder.

A tudo e a todos manipulam amassando e sovando a grande massa, jogados de um lado para o outro e, no instante propício sacrificados, sangue inocente derramado.

Sob o véu do esquecimento está o escudo de proteção, dissociando sentimentos, tornando-nos frios, almejando benefícios próprios, ostentação fora da realidade.

Anestesiados sem sabermos qual é a razão para tudo o que ocorre em pleno século XXI: A guerra e os seus sacrifícios.

A vidas humanas e os animais indefesos cortando na própria carne.

A Natureza se tornando mais uma vítima de tanta crueldade.

Por outro prisma - 

A humanidade presenteada com o despertar, no entanto, uma parcela não tende a possuir tal clareza.

Não são todos que terão a capacidade de compreender e enxergar além das aparências se libertando de espíritos obsessores que sugam as suas energias, e se alimentam através de vícios baixando a zero o seu grau de reação. 

Essas são pobres almas que lutam todos os dias enfrentando conduções cheias, para mais um dia árduo de trabalho, aguentando chefes chatos e arrogantes para no final do dia ou em dias de folga estarem se embriagando sem nenhuma noção do que realmente acontece.

No entanto, quanto mais se afundarem é melhor para “eles” que desejam o declínio doentio da raça humana.

Quanto mais nos afundamos no poço é melhor para os seus interesses.

***

Somos centelhas divinas.

Porém, muitas estão adormecidas.

Quando são despertos e conscientes ou não, buscam  fazer a ancoragem no Planeta Terra para que haja o equilíbrio entre a luz e as sombras.

Às vezes, sentimo-nos extenuados com tamanhas provações, contanto, não podemos desistir daquilo que trará benefícios a todos.

Há uma separação do joio e do trigo.

Não sei se por ego ou vaidade e/ou por falta de capacidade nem todos estarão aptos a continuar nesta jornada que não foi e nunca será fácil.

Para lidar com o ser humano requer muita capacidade psíquica e extraordinária.

Porém, a fé em uma empreitada benéfica nos faz caminhar... Galgar novos horizontes para vivermos o surreal e, finalmente aconteça o estado de graça.

Só precisamos ter algo que nos faça sentir vivos verdadeiramente e não inertes feito robôs, conectados a uma máquina o tempo inteiro.

É com urgência que tenhamos capacidade de nos desconectar daquilo em que nada acrescenta ao nosso crescimento espiritual.

É em algum recôndito de nossa essência que possa está a chave para alavancarmos a tão sonhada ascensão, expandindo-nos e nos religarmos com a espiritualidade, a ancestralidade – Com todos que  algum dia estiveram e, de alguma maneira em sua época lutaram para que pudéssemos chegar até aqui e tivéssemos a consciência que hoje possuímos, e não podemos desperdiçar nenhuma chance, por menor que ela seja.

A Luz é uma arma poderosa para que possamos acolher novos despertos.

Então, sejamos Luz!

 Então, façamos a Luz!

sexta-feira, 3 de julho de 2026

Carta para Julho - 2.026


 

Julho – 

Seja muito bem vindo,

Com toda a sua luminescência.


Consigo traga um novo ciclo que se inicia renovando a esperança de dias melhores. 

Também nos faça merecedores!

Embora, a humanidade esteja em declínio ao passar de cada segundo está se tornando mais complexa e insana com tamanha perversidade.

Os crimes antes cometidos sem julgarmos por pura ingenuidade, por falta de conhecimento estão acontecendo à olhos vistos com mais requintes de crueldade.

O dinheiro e o poder falam mais alto, não importa o grau de opressão e sofrimento imposto ao outro em sua mais tenra idade.

Enquanto, a nós seres humanos de luz só nos resta lutar de alguma maneira contra a todas essas mazelas.


Desde que me entendo por gente, a Terra está em uma luta sobrenatural, todos os dias acontecem batalhas surreais ao ponto de  nos fazer cair, porém, não podemos desistir do que há de mais precioso: A nossa dignidade quanto gente, como ser humano.

Nem sempre os nossos dias são feitos de superação.

Por mais que nos demonstramos fortes, aparentemente é somente uma centelha de energia.

A humanidade está caminhando perdida sem nenhum senso de direção guiada pelas sombras, sem ao menos sentir o mínimo de compaixão, quem dirá remorso, fazendo escolhas sem qualquer discernimento, levados pelo ego, ódio e ambição.

Sinto que esta guerra se torna sempre mais árdua sem algum escrúpulo.

Mas precisamos nos manter atentos e não cair em armadilhas e distrações.

Quando se sabe e tem a certeza da própria escolha, quando se é da luz, os eventos se tornam cada vez mais intensos, os ataques são iminentes, geralmente, disfarçados de gentilezas e falsos interesses.

Não há garantias de nada, apenas a cura ou se alimentando de energias positivas que se transmutam  em forças contrárias, arrefecendo tudo aquilo que há de bom.

É preciso se manter atentos e nos blindar desvencilhando de toda a maldade.


Cocrio Julho –

Um mês de benevolências.

Que todo o mal caia por terra.


E que a humanidade se renove em comunhão,

Cooperando um com os outros.


Sejamos luz!


Assim está feito!

Assim está selado!

segunda-feira, 29 de junho de 2026

Bandeira da comunhão


 


Ruíram-se os castelos,

Quebraram-se os elos.

Perdeu-se o prometido,

Entrelaçaram-se os pecados.


Permanece a fragilidade,

Entre a razão e a reação.

Imperfeita a realidade,

Em milhares de cacos, coesão.


O emaranhado, vis distrações,

Na distorção de fatores.

Ao paladar, os dissabores,

Desvanecendo os amores.


Ressoa como a quimera,

Resplandecente essa loucura.

Na terceira dimensão, desventura,

Nos sonhos, coloridas aventuras.


Os dias, triviais pensamentos,

Horas a fio, dissonante lamento.

Perdida por serenos devaneios,

Contemplo o céu, no peito o anseio.


Há quem diga que não é verdade,

Arrefecendo a melancolia, felicidade.

Acredito no impossível, translúcido,

Na alegria imensurável, atrevido.


A ternura, se esta é uma missão,

Transcrever cada verso, psicografia.

Nos arquivos arkasticos da essência,

No Universo emoldurando a emoção.


Carrego no peito indelével nostalgia,

De transformar ações em harmonia.

Bailando no compasso, a persuasão,

Tremulando a bandeira da comunhão.