Preconceitos –
Julgamentos imperfeitos.
Afinal, quem somos nós?
Banhados de hipocrisia,
Com um rei espalhafatoso na barriga.
Apenas, meras sensações,
Criados e manipulados,
No intuito da servidão.
No lado oculto,
Servimos como gados.
Pelo elo do ter, incompreensível,
Alguém julga ser melhor.
Prefiro pelo ser, imensurável,
Os ignorantes, obtendo espaço.
Os despertos, a lida na falta de compasso,
Equilibrando-se no mundo indivisível.

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