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domingo, 20 de outubro de 2024

Real avivamento

 


Diante do silêncio,

Prosto-me –

Em respeito,

Ao meu Eu Superior. 

De olhos fechados,

Guiando-me pela intuição.

Reconstruindo-me –

Alicerçando cada tijolo,

Um a um sem demora.


Com devoção,

À ancestralidade. 

A quem fui um dia,

O que hoje me tornei.


Espelhando a gratidão, 

Por cada obstáculo superado.

Também pelas quedas,

Principalmente,  pelo reerguer.

Seguindo em frente, 

Com o olhar fixo,

Naquilo que é importante. 

Transmutando o lixo,

Em puro luxo.


Prezo a amizade,

A lealdade,

A que tenho comigo mesmo.

Sem fugir das sombras,

As que coabitam no recôndito –

Da minha alma.


Ninguém  é maior,

Ou ao menos menor –

Do que os outros.

Bens na Terra –

Não os tenho.

Possuo o dom –

Presenteado pela essência. 


Agradeço todos os dias,

Pois, é o que me mantém viva,

E me dá ânimo para prosseguir. 

Se com as letras – 

Ajudar uma única pessoa,

Terá valido –

Toda uma vida.


Acredito –

Haverá um momento oportuno, 

Para tudo acontecer.

Não existe o dono da verdade, 

Todos podem contribuir –

Para o efeito da evolução. 

Basta se livrar das amarras,

Desfazer as guerras –

É possível criar a união. 


Um sonho utópico?

Sim! Tenho a compreensão.

Seremos libertos,

Quando florescer a harmonia. 

Derrubando o muro da vaidade, 

A matéria guiada, luminescência. 

Enterrando de vez o ego,

Exterminando o perigo.

Convivermos pacíficos, 

A favor da confraternização. 

Sem riscos de cair no esquecimento, 

Experiência real do avivamento. 


Final de ciclo

 


Nós seres humanos, 

Estamos a cada dia mais mergulhados no caos.

Na desenfreada busca pela adrenalina –

Não existe limites.

Culminando na obsessão, 

De prazeres fúteis,  intragáveis. 

Inexistente reconhecimento, 

Ao ponto de permanecer perdido. 

No meio da sujeira da ostentação, 

Impregnados pela cegueira. 

Há um muro na percepção, 

Adormecidos –

Levados pela ilusão. 

Chafurdando-se no lamaçal da mediocridade,

Ledo engano.


Pensam que estão no topo,

Para cair no fundo do poço –

Apenas mais um copo.

Pertinente idolatria,

Cessando toda vida de progresso -

No limiar do retrocesso.


Perdemo-nos em armadilhas, 

A humanidade. 

A tormenta sugando à todos,

Levando-nos ao sumidouro de almas.

Os jovens em busca do imediatismo,

Vidas volúveis,

Agindo de várias formas fúteis. 

Para caber em qualquer circunstância,

Colocando-se em perigo.

Na tentativa por migalhas, 

Falsos deleites.

Para quê deveres?


A vaidade em primeira lugar,

O valor medido por quem tem mais: 

Números de seguidores, 

Servindo de respaldo. 

Deixado de lado o aprendizado, 

Será que fecharam o setor de qualidade?

Deturpam totalmente a realidade, 

Contradizendo o que está por vir.


Sempre repetimos os mesmos erros,

Cometendo os iguais pecados.

Revivendo histórias,

Repetitivos ciclos.

Zero expectativa para mudanças de traços, 

Em fila indiana, o compasso. 

Moldados a mesma forma de ser,

Trabalhando em troca de vil prazer.

Condicionados à datas comemorativas,

Guiados pelo sistema capitalista.

Ganha-se de um lado,

Perde-se do outro.

Promovendo-se sem perspectivas.

A ambição-

Aquele que ganha mais.

Desde cedo incutindo esse pensamento, 

O poder de persuasão. 

Poucos segundos de diversão, 

O que vale é a inclusão. 


Quem preenche este vazio?

Imposto por seitas criadas, maldição,

Incrementando ideias criativas.

Ligando os moldes de sobrevivência, 

Através das indulgências.

Promessas não cumpridas, 

Pessoas simples –

E por demais sofridas.

É uma conta que não fecha,

Alvo certeiro,

Apontando a flecha.

Co-criando dolorosas esperança, 

Desvalorizando a temperança. 


A Natureza  -

Há tempos demonstra os seus sinais.

Transformando a sobrevivência, 

Indícios de dias infernais.

Não mais uma ameaça, 

O aquecimento global –

Perigos iminentes. 

Com péssimas energias,

Alimentamos o mal.

O Planeta Terra –

Está em rota de colisão. 

Seres multidimensionais,

Jamais permitirão,

Que algo dessa magnitude aconteça. 

Se não revermos tal posicionamento, 

A nossa espécie estará em extinção. 

Somos nossos próprios algozes,

Comandados pelas sombras –

Sem o menor reconhecimento da luz.


Nem todos estarão no lugar escolhido, 

Onde há o acolhimento. 

Muitos ficarão surpresos,

Com o sonhado visto cancelado –

Perguntando a si, o que fez de errado.


No momento  crucial, 

Nada mais importará. 

A Natureza saberá como agir,

Como ser vivo, tem total convicção.

Encontrará a sua forma de coexistir, 

Com uma nova consciência. 

Extinguindo o medo e o sofrimento, 

Brindaremos uma nova raça humana  -

Evoluída. 

Nesta outra dimensão, 

Não haverá espaço para o descaso. 

Realmente vivendo em Nova Era.


Por um momento, 

Pode parecer uma mera utopia. 

O que aqui ressoa  -

É transcendental energia. 

Para que prevaleça sempre o bem,

Desfazendo os efeitos colaterais. 

Infelizmente,  nem todos ficarão à salvo,

Com tudo o que está por acontecer. 

Todo final de ciclo,

Tem um preço a ser cobrado. 

Por isso,  a cada amanhecer, 

Tem que ser repensado:

Cada ato –

Cada atitude –

Incluir o respeito -

Em busca da ascensão.

Principalmente,

Permanecer e prosseguir –

Em cada etapa.

Tudo o que realizamos à favor, ou contra ao outro,

Fazemos à nós mesmos.



Sejamos luz.


Desordem dos compassos



Em um lugar turbulento,

Prevalece o caos. 

Sigo tranquila,

Feito nau a deriva. 

A favor da correnteza,

Sem um porto.

Co-crio a segurança, 

Na essência. 

Irradiando a simplicidade, 

Inconstante felicidade. 

Oscila as batidas do coração, 

Para quê agir com a emoção, 

De quem sempre dá recado –

É a razão?


Sem problemas,

Sigo flutuando por calma  águas.

Um passo de cada vez –

Sempre existirá um talvez,

Pairando solto pelo ar.

Distingue a desordem dos compassos,

Ou culmina em um arremedo qualquer. 

Em primeiro lugar, a proteção, 

Incerta é a diversão. 

Contemplada com a densidade, 

Que logo se refaz.

Na terceira dimensão,

Arruina os castelos da imaginação. 


Quem foi que criou o certo ou o errado?

Quem distinguiu as cores?

Também os sabores e os dissabores?

Ainda o conceito do que é a verdade?

Nesta imperfeita realidade. 

Um lugar que na praticidade, 

Querendo ou não se torna volúvel. 

A inclusão se dá pelo o que se tem,

E não pelo o que se é. 

Se for diferente, 

Pensamentos divergentes.

Somos colocados na gaveta da exclusão,

Não há condição. 


Qual é a glória de ser igual?

Onde tudo se torna monótono, 

Sem expectativa do extraordinário. 

Parado e extremamente solitário, 

Mesmo estando acompanhado. 

Não há nenhuma graça nisso,

Constante desperdício. 

Com a magia da surpresa,

Arrancando sorrisos fáceis.



quinta-feira, 10 de outubro de 2024

Consequências

 


Cancelamento


 

Um duelo iminente  -

Entre o sim e o não. 

Qual dos dois será mais perspicaz?

Dando vazão à razão, 

Neste misto de emoções.

Misturando-se –

Transformando-se –

Em um completo nada,

As reações se tornam neutras.

Para não pensar,

Silenciando a mente. 

Eliminando as cores, 

Promove dissabores.


Para quê sentir um turbilhão?

Em que os outros não estão nem aí,

Transmutam-se em um completo nada. 

Interesses próprios, 

Para quê levar em consideração os sentimentos?

Neste lugar – 

Onde prevalecem as falsas considerações. 

No contraponto, 

Cessando os movimentos. 


Inevitável a ostentação, 

Ganha quem oferece mais.

Artifícios e jogos superficiais,

Uma ladainha constante. 

Retratando o poder, 

O fútil como arte de entreter -

Entregando-se à falsos prazeres,

Não sacia o deleite. 


Quem é que se importa, 

Com o que realmente é verdadeiro?

Transformando o mundo,

Em um grande puteiro -

Vendendo-se a troco de nada.

Desfazendo a beleza,

Destruindo a Natureza. 


Para que nadar contra a correnteza?

No desejo de receber mais do que migalhas, 

A falsidade rendendo prato cheio.

Enquanto,  a verdade vive à míngua, 

Acariciando-nos –

Aliciando-nos –

Devotados beijos de língua.


Estupidez mórbida escancarada,

Corpos nus, almas desfiguradas.

Nas vitrines das redes sociais, 

De tudo isso, por detrás. 

Perdendo-se o necessário, 

Como refém a essência. 

Sem o mínimo de displicência, 

Sempre existirá o antagonismo.

Tão impuro –

Quanto a qualquer sacrifício. 

Ritual de purificação, 

Desproporcional inquisição. 

Queimando-nos em pleno século XXI,

Cancelamento de qualquer um.


Qual é a meta?

Cheirando à enxofre e estrume.

Emburrecimento –

Agenda global.

A humanidade sem freios,

Descendo ladeira abaixo -

Idiotas servindo de capacho.


terça-feira, 8 de outubro de 2024

Bifurcações


 

Ultrapassando os limites de minha mente, 

Desbravando os percalços da vida terrena.

Como me reconhecer diante dos fatos,

Que se apresentam à minha pessoa?

Ponderando a emoção e a razão, 

Buscando o equilíbrio. 

Em mistérios que entorpecem os sentidos, 

Como engrenagens fantasiosas –

Colorindo a imensidão do céu,

Transformando em translúcido carrossel. 


Passo horas divagando,

Perdida em meus próprios pensamentos.

Talvez seja ao contrário,  

Encontro-me através deles.


Viver na terceira dimensão, 

Assemelha-se a uma experiência –

Vestindo um corpo físico para provocar as nossas emoções. 

Pode até parecer um pouco solitário diante dos acontecimentos. 

O livre arbítrio posto à prova,  testando toda uma vida de aprendizado. 


As pessoas se enganam tão facilmente em seus modos desregrados pela igualdade.

Para se encaixarem precisam se colocar no mesmo molde.  

E saindo algo diferente,  é excluído na certa.


Nada dessa atmosfera densa importa!


A quem desejou e seguiu por outro caminho...

As estradas são repletas de bifurcações.

E na maioria das vezes, somos avaliados.


Mas qual será o objetivo de tudo o que acontece?

Por mais que os sacrifícios sejam necessários,  cheios de cobranças e exercendo uma pressão enorme,  ainda encontramos meios para viver ou sobreviver neste lugar rodeado pela maldade.

Onde a competição por ser o melhor está em tudo criando uma nuvem acinzentada de caos. 


A Terra foi desenhada para ser um Planeta de leveza e partilha.  Com os seres humanos convivendo pacificamente com os animais,  com todo o verde por ela emanada e com as águas cristalinas.


Porém,  o que realizamos, senão,  destruir?


Por isso,  sofremos todas as consequências de nossos atos impensados,  principalmente,  com relação ao aquecimento global. 


Quando existe um movimento mal calculado,  todos em cadeia acaba em agonia. 


Não tem para onde fugir!


A Natureza é notavelmente poderosa, e a qualquer instante  em um canto qualquer do mundo, pode demonstrar a sua imensa força contra nós,  simples seres insignificantes. 


Se não contermos, ou repararmos toda esta destruição  com o seu poderio, sempre estará pronta para se voltar contra os intrusos, criados e abandonados à própria sorte.


Quem foi que disse que poderia ser diferente?


Porque no fundo somos completamente egoístas  sem o mínimo de zelo e caráter. 

Como seres humanos privilegiados por estarmos no Planeta Terra, ainda possuímos muito o que aprender. 

Porém,  o que resta saber se haverá tempo suficiente para evitar a dor e o sofrimento  da menor criatura que aqui habita, e consequentemente,  para nos salvarmos. 

E desse modo, sermos bem vistos, como sempre deveria ser.


Sejamos luz!



Maldade humana


 

sábado, 5 de outubro de 2024

A espiritualidade

 


Posso parecer distante,

Que vivo em outro mundo.

-Sim! Estou sempre por lá,

Não importa o lugar!


Esta é a minha missão,

Não se surpreenda. 

Quando o despertar,

Bater em sua porta.

Virão batalhas -

Ameaças -

Algumas derrotas. 

No final das contas,

Isso não importa.


Quando se trabalha para a luz,

Além das tormentas –

Há os seus sacrifícios. 

Isso faz parte do ofício, 

A solitude como morada –

Percorrendo a longa estrada.

Repletas de recompensas, 

Doando o melhor de si.

Impregnando-se –

De orgulho e amor próprio. 

Desfazendo-se da ilusão, 

Desapegando da ostentação.

O ponto exato da equalização, 

Onde a terceira dimensão, 

Não faz nenhum sentido. 


O que aqui acontece, 

Não mais preenche o vazio.

Dedica-se por algo além, 

Em busca da ascensão e paz.

É o grande privilégio, 

Nem que seja necessário,

Abdicar do que um dia –

Julgou ser essencial. 


Abandonando velhos costumes,

Trocando de roupa,

Transmutando a essência, 

Disseminando a carência. 

A pessoa de antes,

Não existirá mais.

Repaginado o modo de vida -

Afastando-se de antigos conceitos,

Ativando atuais preceitos. 

Ressoando a novidade na alma,

O que apraz,

E transmite a calma.

Surpreendendo-se – 

Com o extraordinário. 


No início, 

Pode parecer loucura.

Respire profundamente,

Acalme-se!

Com o tempo,

Todas as peças se encaixarão.

Viverás sobre outra tutela,

A compreensão -

O sol brilhando pela janela.


Não se prenda,

Ao que os teus olhos físicos, 

Venha te mostrar. 

A infinitude –

Acontece além das aparências.

Sinta a energia –

Em total amplitude.

A conexão –

Vem através da intuição. 


O que não for para ser,

Jogue para o Universo. 

O que for seu,

Virá na data devida.

Não se prenda ao passado, 

Não anseie pelo futuro.

Viva agora –

O presente!

Cocrie uma energia do bem,

Mantenha a mente livre.

Quebre as correntes, 

Então, a magia acontecerá. 



Ressoando com a essência

 


Há toda uma aura de assertividade,
Entrando em meu campo visual.
O que ela quer me informar?
Deixo-me ser guiada pela intuição,
Conectando-me com a ancestralidade,
Sentindo a emoção.


Sigo flutuando pela dualidade, 
Por entre o sobrenatural e a realidade. 
Ultrapassando portais,
Através do sono –
Viagens alucinantes. 

Não me peça respostas,
As perguntas oscilam por dimensões. 
Estamos longe de provar,
Qual é a verdade. 
No momento, só suposições,
Então, foco naquilo que acredito –
No que confio ser o correto. 
Não prejudicando ninguém, 
Que mal tem?

Os acontecimentos, 
Ressoam com a essência. 
Vibrando –
Traduzindo a paz.
Para quê os questionamentos?

Consigo enxergar com a alma, 
A perfeição que ecoa aqui dentro. 
A sua energia é tão límpida,
Hipnotizando-me.
Posso volitar, 
Desenhando um carrossel pelo ar,
Alcançando a imensidão do céu. 

Estás duvidando?

Tudo é possível quando observamos com o coração, 
Trazendo à tona lembranças de vidas passadas. 
Impregnando as recordações, 
Irradiando as horas de felicidade. 

Nada disso é irreal, 
O Universo é tão imenso –
Infinitas possibilidades. 
Assim, como o meu interior, 
Comanda vários cenários. 
Sem nenhum atalho,
Aí está a magia -
De fazer e acontecer. 
Eliminando o medo e o desespero, 
Com vontade, trabalhando com esmero.

No que existe de essencial,
Transmutando o caos –
Em sinestesia benéfica. 
Reconfigurando o meu Eu Superior,
Em antagonismo aos maus sentimentos. 
A seta direcionando na meta a ser atingida, 
O ponto de partida, o desejo.
A luminescência alcançando distantes Galáxias, 
Onde mais precisar se fará presente, 
Mesmo na solitude, jamais ausente. 

quinta-feira, 3 de outubro de 2024

Cantinho extraordinário



O que está acontecendo neste exato momento,

Onde lá fora, mas parece o caos?

Sinto-me letárgica. 

Será que é o efeito do eclipse solar anular de ontem?

Ressoando por algo que desejo, 

A mente em estado de hibernação. 

Aguardando por comandos, 

De um frágil coração. 

Relutando de encontro à inércia das horas,

Intercalando calmaria e ansiedade. 

Qual será a verdadeira felicidade?


De olhos fechados, 

Posso ouvir o silêncio da alma.

O que tanto almeja?

Que seja incluso a paz,

Vibra como se estivesse à distantes dimensões. 

A intuição me avisando em letreiro luminoso:

Paciência! 

No momento,  certo acontecerá!


Por vezes, sinto-me perdida,

Ou me perderam em meio à terceira dimensão?

No Planeta Terra mais pareço uma estranha no ninho,

Como se não pertencesse à este lugar.


Sim!


Qual o intuito de tudo isso?

De conviver com semelhantes  que destoam completamente de seu estilo de vida.


- Comparada!

- Julgada!

- Excluída!


Pensando bem...

No final das contas, é muito interessante!

Sobra mais tempo para me dedicar ao que é importante:

A minha própria pessoa,

Que vive plenamente a solitude. 

E, diga-se de passagem:

Muito bem aproveitada,

Acompanhada do meu velho e bom rock n’ roll.

Entrelaçada com papéis e canetas,

Divagando em pensamentos.


Amo essas horas nostálgicas, 

Imaginando este mundo como se fosse outro lugar.

Aguardando por algo maior e positivo que está por acontecer, 

Esta é a maior dádiva do ser humano,

Ser quem se é,  sem a pressão de preconceitos e julgamentos –

E, nem ao menos aguardar a validação de alguém. 

Nada melhor como se bastar!

Caber em um cantinho  extraordinário  -

De toda e completa autenticidade.