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quinta-feira, 18 de julho de 2024

Estilhaços


Há algo quebrado dentro de mim,

Cicatrizes não se fecham, sem fim.

Por mais tentativas, sei ser em vão,

O tempo é algo sublime, meu irmão.

 

Sou poeta de minha alma,

Experiências da terceira dimensão.

Sem pressa, emanando calma,

No interior, tempestades, equalização.

 

Forjando o mar bravio, solitude,

Resiliência fortalecendo a realidade

A preocupação,  sentimento inquieto,

Serenidade,  a essência por perto.

 

Imperfeição,  a marca da humanidade,

Erros ou acertos, a busca da verdade.

Percalços em desatinos febris,

Os sonhos na permanência pueris.

 

O desejo no âmago,  a perseverança,

Cotidiano, disseminando a bonança.

Na criatividade ingênua, até infantil,

Ao aprendizado,  coração estudantil.

 

Próprio caminho


Talvez não esteja em evidência,

Ao olho nu –

Rachadura imperceptível,

Iminência de cacos espalhados –

Pelo chão,

Centenas ou milhares de estilhaços -

Como já ocorreram algumas vezes.

 

Impossível se manter forte o  tempo inteiro,

Mostrar-se sempre corajosa –

Mas por detrás a fragilidade,

De um corpo feminino.

Desbravando as turbulências,

Em completo desatino.

 

A maledicência dos julgamentos,

A Santa inquisição.

Os donos da verdade,

Em meio à hipocrisia da falsidade.

Usufruo da vida olhando para o espelho  -

Da autenticidade.

Não me disfarço com máscaras,

Tenho a tal da lealdade.

 

A maior arma: O silêncio,

Navegando pela calmaria de um rio qualquer.

O que precisar ser dito,

A contento, será com bravura proclamado.

 

Ancestralidade –

A maior fortaleza do Espírito.

Denso –

Leve –

Intenso.

Com o ressoar dos cantos dos pássaros,

A Natureza demonstrando o seu poder.

 

Trago vertendo nos veios de meu corpo,

Embora, não pareça pelo tom da minha pele -

O sangue dos povos originários.

Então, no auge de sua soberba,

Não desfaça do que não sabe.

O meu entendimento interior é  forte,

Como a descendência do Guerreiro de coração nobre.

 

Posso cair –

Mas também me levantarei quantas vezes forem necessárias.

Sou águia –

Buscando o próprio caminho.

 

terça-feira, 16 de julho de 2024

Ataque surreal (26/06/2.024)

 

Machucados –

Feridos –

Devastados –

Chagas que jamais fecharão.

 

Olhos fechados,

O peito acelerado,

Sangrando em demasia.

O ecoar dos estampidos,

A rajada de tiros,

Em looping constante.

 

Quando cessará a sensação de queda livre?

O mesmo som –

A igual reação.

Batimentos acelerados,

Diante do silêncio repentino,

Ou do sossego dilacerado.

 

Os gritos de socorro,

Clamando por ajuda.

A corrida contra o tempo,

Para salvar vidas.

De contra partida,

Uma luta desleal,

Ataque surpresa –

Tão surreal.

 

Quantos mais serão alvejados?

Quantos menos sobrevirão,

A esta guerra sem noção?

Almas aflitas,

O desejo de compreensão.

Moradores –

Trabalhadores sem a plenitude,

Do ir e vir, negado o privilégio,

Correntezas, veios de um velho rio.

 

Como se não bastasse, o alvo no peito,

O vilipêndio  em redes sociais.

Aos que ficaram, o grito preso na garganta,

A briga por manter a memória ilibada.

A verdade nem sempre é estampada,

Feridas de um momento para o outro abertas.

 

No olhar o apelo pela esperança,

Que respirem outra realidade,  as crianças.

Com dignidade e respeito,

A humanidade vivida por direito.

Não oferecidas em doses homeopáticas,  migalhas,

Que em algum momento possamos reconhecer as nossas falhas.

 

Olhos fechados,

O peito acelerado,

Sangrando em demasia.

O ecoar dos estampidos,

A rajada de tiros,

O looping constante.

 

Cocrio na mente,

Trago para essência –

Um lugar de paz.

 

terça-feira, 9 de julho de 2024

A compreensão do despertar


Amo dormir..

Pois é através do sono que desperto –

Viajo por lugares nunca imaginados por experenciar a terceira dimensão.

O despertar depois da compreensão é fantástico,⅗

Silenciando a mente –

O espírito pode divagar por várias dimensões em que não exista o receio.

Volito pelo Sideral, em algum lugar onde posso ser instrumento de cura e auxiliar o maior número de pessoas.

Não há lugares apertados, meios de transportes abarrotados, que aqui na Terra mais se assemelham à latas de sardinhas.

O ser humano inventa cada coisa.

Tele-transportamos-nos através de nossos pensamentos.

O amor mútuo é compartilhado sem que haja a necessidade de querer e ser mais do que os outros, todos somos iguais perante às outras espécies, ajudando a quem tem alguma necessidade especial.

Não pense que lá também não exista os opositores, pois, em qualquer sociedade existe a luz e a sombra.

Armas, poderio bélico são os poderes especiais, os nossos dons, liberados pelas doze fitas do DNA ativadas.

Não pense que qualquer ser humano pode ativar com a sua psique voltada para a maldade.

Cada um que faz parte dessa missão, é porque foi escolhido.

***

Quando escolhemos o lado da luz, pequenos detalhes do dia a dia, pode ser lido como atraso ou contratempo.

Porém,  a todo momento somos observados por seres de luz ou não,   sofrendo ataques de pessoas que não estão alinhadas com a mesma energia tende entrar em atrito.

Às vezes, é difícil de controlar, mas não podemos nos deixar intimidar e ressoar na mesma frequência.

Se não há nada a acrescentar, fique em silêncio e respire fundo.

Não há razão para entrar em uma discussão fútil.

Como disse, ninguém pensa da mesma maneira que você, pois o discernimento e raciocínio equivale ao aprendizado.

Todos são convidados a compartilhar da mesma comunhão.

Entretanto,  deixam-se levar pelo ego, pela ilusão da ostentação,  da falta de noção do capitalismo, onde mais se tem... Mais se deseja.

Felizmente,  os acontecimentos não se dão por aí.

E, muitas vezes, quando se percebe que pegou o atalho e não o caminho mais longo, nem sempre conseguimos voltar atrás.

Quando estamos em outras dimensões,  o tempo é relativo. 

Aqui no Planeta Terra possuímos a sensação de demora, de letargia que não passa.

Apenas uma perspectiva sob o mesmo prisma.

A razão por ser um Planeta muito denso, já que seres de outras dimensões também reencarnam, transformando nessa grande torre de babel. Porque quando retornamos ao nosso local de origem tudo se transforma completamente.

Não se preocupe quando algo se mostrar desencaixado, fora do lugar. Somente mais para frente seremos capazes de compreender o peso de nossas escolhas.

A cobrança por ser quem se é, é outro desencontro que existe por aqui.

Não se engane!

Siga o seu caminho!

Você tem ou terá várias opções.

E, aquela que o seu coração indicar será a melhor escolha,

Siga a sua intuição.

O medo faz parte, e precisamos usa-lo ao nosso favor para nos proteger.

Eu sei que já se colocou em risco em nome da proteção de alguém.  Mas não importa, isso faz parte de sua índole, de sua essência.

***

O silêncio também é uma arma poderosa!

Não sejais como os outros que destilam palavras desnecessárias para ferir ou magoar alguém.

Contanto, para os demais a sua vida possa parecer sem graça,  não se preocupe!

Tudo acontece como tem que ser!

***

Priorize o seu bem estar, fazendo o uso correto de seu livre arbítrio.

***

O amor carnal na Terra é uma consequência,  e precisamos está alinhados com os nossos desígnios, a missão a qual viemos resolver as pendências.

Estamos aqui para auxiliar,  entretanto,  se o outro não aceita, tudo bem, não podemos interferir ou manipular o livre arbítrio de alguém.

 

Sobre a passagem,  todos nós possuímos uma data de validade, em algum momento partiremos quando a nossa missão estiver completa por aqui, ou por diferentes dimensões.

 

As guerras acontecem porque o próprio homem não tem o poder de dialogar,  e ataca para demonstrar força, não se importando no estrago que poderá causar a vida alheia.

Mas não se engane,  toda escolha tem a sua consequência, e em algum momento haverá a cobrança.

Colhemos aquilo que plantamos!

 

Não se preocupe!

Confie e acredite!

 

A sua maior arma está contigo:

O seu dom,

O seu coração.

 

O auxílio é  algo primordial:

O servir.

 

Mas com discernimento,  para não sermos usados como marionetes, por sombras que não ecoem com a mesma sinergia.

 

 

Gratidão!!!

sábado, 6 de julho de 2024

Respaldo da resiliência

Não é tristeza...

Não é nada disso.

É um misto de impotência com exaustão,

A humanidade anda – Anda – Anda –

Mas os seus passos seguem em círculos,

Não levando a lugar algum,

Somente ao desespero da violência.

 

Ao invés de evoluirmos,

O que estamos fazendo?

Caminhando na contramão,

Batendo uns aos outros.

Desejamos tanto a tecnologia,

E a usamos para nos matar.

Principalmente,  com seu poderio bélico,

Quanto mais disparos: Melhor!

 

Quem é o inimigo?

Esse podemos enxergar muito bem –

Outro ser...

A nossa imagem e semelhança.

Na correria da rotina,

Na luta pelo pão de cada dia.

Não se separam o joio do trigo,

Na linha de frente somos todos escudos.

Invisíveis? Claro que não!

Importa se é branco ou negro?

Tanto faz!

Somos apenas mais um em meio à  comunidade,

E ninguém nada faz para mudar a realidade.

 

Quem foi que nos muniu com o despreparo?

Qual o poder dessa equação?

Marionetes de um Governo oculto,

Aliados e oposição ao redor da mesma mesa –

Tramando a velha derrocada dos menos afortunados.

Com a mão direita dando-nos alguns direitos,

E a outra sufocando-nos os deveres.

Munidos com a balança da injustiça,  por eles mal aferida.

Sem importância e nem o valor devido,

Abarrotando os bolsos sem fundos, inúmeros impostos.

 

Ainda há quem se sinta melhor do que os outros,

Pisando e oprimindo os seus iguais -

Na minha humilde perspectiva,  os desleais.

São os primeiros a caírem na derrocada,

Estamos anos luz atrasados para a evolução.

Esta parece ser uma estrada infinita,

Sem nenhum ponto de abrigo.

Apresentando-nos inúmeros perigos,

Mantendo-nos sempre em alerta.

 

Sem previsão de onde virá a traição,

De qual direção partirá o disparo do opositor –

Ou será do fogo amigo?

Ambiência tóxica estão sempre à espreita,

A mercê, talvez não estamos largados.

Há quem se preocupe,

O lado mais fraco procurando realizar a união.

Pois, dessa maneira nos tornamos mais fortes,

O destino não depende da sorte –

E sim, do respaldo da resiliência,

No poder do compartilhamento,  comunhão.

 

segunda-feira, 1 de julho de 2024

Carta para Julho - 2.024

 

Estamos na metade da jornada de um grande ciclo, onde o que desejamos ainda não aconteceu –

A tão sonhada PAZ!

Em seu entremeio acontecem várias coisas inevitáveis, e que de uma forma ou de outra superamos.

Mas que nas entrelinhas desses momentos também ocorreram perdas materiais, com pouca insignificância.

No entanto,  em meio ao caos que nos rege somos pegos de surpresa nada agradáveis, por muitas vezes, fazendo-nos repensar uma nova rota.

Em meio a tudo isso cocriamos com a nossa energia do bem um lugar ideal no qual colocamos nele todas as nossas fichas.

De repente, vem uma avalanche e nos atropela com sombras alheias, culminando em perdas irreparáveis entre traumas e medos, despertando velhos gatilhos numa guerra imposta pelo ego.  No infeliz infortúnio de quanto mais se tem... Mais se deseja impor, transformando o homem em seu próprio algoz, vitimando pessoas inocentes.

 

Por menor que seja o movimento,  acaba mexendo em todas as peças, iminente tsunami, derrocada em cadeia.

Ninguém ganha –

Todos perdem!

É como uma bola de neve em sua crescente vertiginosa.

Em algum momento seremos todos engolidos por este jogo de interesses.

 

Quantas vidas inocentes iremos perder?

Quantas famílias mais chorarão?

Quando um corpo tomba...

Tombamos juntos.

Nenhuma perda pode ser celebrada, pois sentimos em nossa própria carne a dor do outro.

Para os que estão de fora, apenas mais um número na fria estatística.

Porém,  para os que convivem na comunidade, independente qual ela seja, revive uma triste realidade.

Se estamos em desvantagem?

Claro, que sim!

Por mais que seja difícil,  convivemos sob o jugo de um Governo omisso, cuja a pauta apresenta a omissão e conivência.

 

Cada um de nós sangramos –

E não é pouco!

 

Então, seja bem vindo Julho!

Mesmo que em seu primeiro dia, durante a madrugada, nas primeiras horas da manhã,  ouvimos muitos estampidos, e não seriam fogos de artifícios com a humanidade, celebrando-o. E sim, desejando conquistar maus um território de seu opositor a ferro e a fogo.

No entanto,  moradores de bem são coagidos com o receio de ser a próxima vítima: No caminho de ida e volta do trabalho,  da escola, de compromissos médicos, ou simplesmente no conforto de nosso lar.

Julho –

Não é sua culpa que a humanidade esteja  perdida, cultivando a ostentação da ilusão imposta por um Estado que deseja apenas oprimir, não fazendo com que a sua população possa alcançar a ascensão.

Do fundo do coração,  desejo que todo esse caos seja o efeito contrário  de transição para que possamos viver em paz, sem a impotência do medo.

Que toda essa energia sombria possa transmutar e torne-se luz, pois somente desse modo os seres humanos poderão evoluir e não embarcar neste emburrecimento mundial.

Essa guerra não se faz somente com a mão armada, contanto, com informações e desinformações bombardeadas à todo instante.

É preciso filtrar, procurar saber o que é certo ou errado para possuir a mínima chance de discernimento para a nossa sobrevivência.

 

A humanidade está à caminho de uma enorme catástrofe, se este jogo não for mudado.

 

E que em Julho –

Possamos dar início a essa transformação,

Munindo-nos de esperança.

 

Julho –

Faça isso acontecer!

 

Assim seja!

 

01/07/2.024

 

Contagiante inocência

 


Agora mesmo,
Em meio as turbulências dos estampidos -
Do ressoar das balas
(Não são guloseimas).
Os pássaros ainda cantam,
E tremulam as suas asas -
Em um céu cinzento,
Embora convidativo para alegria.

Como é contagiante essa tal inocência!

sábado, 22 de junho de 2024

Tradução da paz

 

 

Uma turbulência –

Um caos –

Benefícios ao interior,

Movendo a centelha divina.

 

O crepúsculo de minha alma,

Descobrir quem se é  -

Redescobrir-se de verdade a essência,

Quebrando paradigmas –

Fomentando o Ser Divino,

Nem sempre é tão fácil.

Às vezes, inacessível,

Repleto de enigmas.

Incutindo os pensamentos,

Horas à fio.

 

Inúmeras são as sensações -

A montanha russa da terceira dimensão,

Jogando-nos para todos os lados.

Multiplicidade de emoções,

O voo que liberta –

Plainando o vento nos cabelos,

O espírito contornando os percalços.

 

Não importa a quantos passos,

A estrada sei que é longa.

Os caminhos cheio de incertezas,

Comigo, abastecendo-me.

A força descontrolada da natureza,

Em cada movimento a beleza.

 

Para muitos a excluída dos círculos,

Renascendo,  ponderando os ciclos.

Na egrégora particular,  ancestralidade,

Aos olhares alheio,  em solidão.

Totalmente ao contrário,  a solitude,

Olhando-me através do espelho  -

Os iguais fractais.

Subdivididos em completa missão,

Para cocriar a existência.

Gerando o farol de luminescência,

Sem ofuscar a luz das dimensões.

 

O oposto intensificando à anos luz,

No poder do compartilhamento.

Ganhando o discernimento,

Na mente nutrindo o encantamento.

Em conhecer o extraordinário,

Este é o curso natural da vida.

Fluindo com a correnteza do rio,

Que desagua em pleno mar –

Irradiando-nos com a sua sinergia.

Que em nosso cerne,

Traduz a PAZ!

 

sábado, 15 de junho de 2024

Pequena fagulha

 


Sempre quis o muito,
Mas quando optei pelo pouco -
Perdi-me.
Sou discreta, porém,  intensa.
E quando me reencontrei,
O muito será apenas uma pequena fagulha -
Para o extraordinário!

#rascunhosdeminhaalma


sábado, 1 de junho de 2024

Carta para Junho - 2.024


- Seja bem vindo, Junho!

- Que Junho seja feito de Luz!

 

Todos nós sabemos o que vivemos, ainda mais experenciando a terceira dimensão.

Porém,  a realidade chega com força atropelando os nossos sonhos.

O final de maio não foi diferente...

Por mais que almejamos o equilíbrio de todas as energias – A densidade  - O lado obscuro de alguém ou de vários entram em atrito,  em uma espécie de rota de colisão com o que acreditamos.

Desde que o mundo é mundo sempre existiram forças antagônicas, e vem gerando guerras, alimentando-se de medo e de baixas vibrações.

O que se aplica no ego, na luta pelo poder!

Por mais que pareça difícil com esse terrorismo impregnado em nossa sociedade que vem nos assolando cada vez mais, próximo de nossas casas, ameaçando a vida de qualquer um.

Não podemos multiplicar essas ações.

Hoje é o primeiro dia de junho de dois mil e vinte e quatro.

O meu único pedido é que tudo fique bem!

Onde deposito a certeza que sempre haverá um meio para que, enfim, possa ser resolvido.

É muito simples se manter neutro quando não se está presente no caos, jogado ao olho do furacão. Na turbulência envolvidos chacoalhados de um lado para o outro,  causando falta de ar, em meio ao barulho ensurdecedor.

Peço a Deus e aos Anjos que, Junho possa trazer a leveza de dias bons, sem a preocupação do ir e vir.

Principalmente,  que as crianças possam ser crianças sem se preocupar em com o que venha acontecer, apenas brincar e estudar.

 

Infelizmente, quando parte da humanidade se perde, nem sempre é um caminho sem volta.

Tenho a plena consciência de que em muitos corações reina a esperança de que toda a ameaça seja jogada por terra.

 

O Planeta Terra não pertence aos que desejam o mal, pois o bem é a causa maior para que possamos prosseguir na reconstrução de nossas velhas rotinas, exercendo o papel de pessoas direita, sem o menor resquício da opressão.

 

Quero que Junho traga dias felizes –

De horas descontraídas  -

Repletas de Paz.

Que o som que invada as nossas casas, seja de música e de sorrisos que inebriem as nossas almas.

Que toda e qualquer ameaça seja aniquilada com o burburinho das crianças brincando livres pelas ruas.

Assim como o raios de sol possa enfeitar as nossas paredes, e que o brilho da lua venha nos enriquecer com a sua luminosidade.

E assim,  ressurgindo a felicidade em sua maior perfeição.

 

- Junho... Aconteça e vibre com todo o seu esplendor!

Assim está feito!

 

Amém !

 

01/06/2024