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sexta-feira, 4 de março de 2022

Passo a passo na estrada


Os meus olhos em colapso –
Uma visão nublada,
Sinto com o coração da vida –
As calamidades.

A invisibilidade,
As vozes gélidas de alguns –
A alma mais um deserto,
Interesses em profusão.
Para quê gastar saliva,
Em demasiada contestação?

Mera perca de tempo,
O vento fazendo girar os moinhos.
Mentes trabalhadas,
Pessoas fracassadas –
Narcisismo infundado.

O meu ponto de vista,
Amplamente trabalhado.
Pertenço ao aspecto –
Voltado para a luz –
Na demanda do bem.
Em atitudes sombrias,
Para alguns.

Não são todos aptos,
Para aceitar as diferenças entre os seus.
Improvavelmente –
Para transfigurarem o próprio semblante.

O mal – O caos – Geram as guerras –
Poder – Aquisições –
Uma faca de dois gumes –
O equivalente em ganhar ou perder.
Neste jogo macabro,
Com muito derramamento de sangue.

Para quê cessar os movimentos,
Quando ainda não se sangra –
Perdido em meio a batalha crucial?
Atentados da balbúrdia –
Em todas as direções,
Sobrevivendo aos maus augúrios alheios.

Tenho o meu próprio discernimento,
As leis que me regem sob uma tsunami –
De blasfêmia,
Sobrepondo-se à falsidade pelo caminho.
Recrio trilhas –
Refaço labirintos.
Não me importo em tecer a estrada,
Mesmo que seja – Sozinha.


quarta-feira, 2 de março de 2022

Vivência fugaz


Fecho os meus olhos,
Na tentativa de visualizar o portal -
Através de qualquer espelho.
Completo desespero –
Diante dessa realidade,
Imperfeita verdade.
Preso na garganta, grito,
Dissonância de movimento,
Por que tanto mal?

Vislumbro diferente,
Dimensão mais coerente –
Vivência fugaz - Inexistente.

Paz - Efeito mundial


Nuvem negra –

Cortina de fumaça.
Fogo sobre o arranha-céu.

O terror entorpecendo o corpo,
Neutralizando o raciocínio.
Para onde fugir –
Se continuamos sob cruéis ameaças?
Na insegurança coagidos -
Por estampidos intimidadores,
Pela fome, descaso alheio.
A falta de moradia –
Ausente a própria dignidade.

O poder omisso –
Visando o próprio lucro.
Escravizando um povo,
Obrigando-o a trabalhar para si.

A raça ariana –
Em tempos atuais é uma demagogia,
Colocando em risco a democracia.
O Planeta Terra –
Há muito tempo globalizado,
Miscelânea de etnias.
Povos diferentes –
Em constante interação.

Sempre existem aqueles,
Desejando promover o caos.
Implantando ideias desconexas,
Em mentes fracas e arrogantes.

A humanidade –
Ainda tem muito o que progredir.
Senão continuará caindo no abismo,
De vil retrocesso.
Seguindo fagulhas e resquícios da involução,
À mostra –
Cessando com o discernimento,
Jogando por água abaixo a compreensão.

Há um longo caminho a ser percorrido,
Com o desprendimento da aprendizagem –
Com a intenção da transformação primordial,
A ser realizada por todos, sem exceção.
Afim de surgir uma nova conscientização horizontal –
Como trazer a paz - A consequência  -
Um efeito amplamente mundial.


Carta para a humanidade - I



Está tudo em minha mente –

Por alguma razão, não consigo relembrar.
Às vezes, vêm como flashes de um sonho,
Tão real quanto o está acordada.
Uma viagem em meus sonhos para uma causa nobre,
Talvez com uma missão de mudança,
De mostrar e ensinar que podemos ser melhores.
O corpo cansado ao amanhecer, pequenos fragmentos na memória –
O necessário para a compreensão.

Histórias vividas –
O passado, o presente e o futuro:
Mesclando-se.
Um filme acontecendo em minha cabeça,
Impregnando-se com a essência do bem, ao mesmo instante, desejando arrefecer a agonia e a dor.
Não posso negar:
A insegurança se faz presente, como a qualquer mortal.

A realidade é totalmente avessa ao paraíso do que idealizei em meus pensamentos,
O futuro se mostra frustrante –
No descompasso de sons de estampidos –
Com a tecnologia cada vez mais aterrorizante.

Como poderemos reverter este caos que se transformou a realidade?
Cidades – Países inteiros – Transformados em um circo de horror,
Não sabemos em qual esquina se dará o próximo confronto.

Vivenciamos uma guerra na Europa, mesmo estando distante (no Brasil), não há como não nos compadecermos diante de tanto sofrimento e covardia.
Em pleno século XXI, vivenciamos e assistimos na televisão o que aprendemos na escola com o período das maiores guerras retratados em filmes nos cinemas.
Essa sensação de impotência ao tomarmos ciência das perversidades, trás a tona uma miscelânea de sentimentos.
Como não deixarmos nos atingir?
Se em nosso país também somos contemplados com batalhas urbanas em diferentes pontos – Sem um dia de trégua.
Mesmo que não seja na sua proporção, presenteando-nos com mortos e feridos.

A humanidade não deu certo –
Os anos 2.000 que seria o futuro logo ali atrás, transmutou-se em uma atmosfera sombria e cercada por ameaças –
Com bombas e ogivas nucleares –
À disposição de chefes de Estados com um ego maior do que as suas mentes e corações,
Na tentativa de dominar o mundo.

Porém, não aprenderam nada com a história,
Velhos erros do passado:
Dizimando vidas –
Mutilando pessoas inocentes –
Sem o menor resquício de piedade,
Em que nada têm haver com as suas temerosas atrocidades.

Não sei o que visualizei naquele sonho, ou em outra dimensão –
O pouco que me recordo:
Um mundo destruído, cenas caóticas –
Pessoas se matando a troco de nada, outras fugindo em total desespero -
Fogo e fumaça por todos os lados,
Uma verdadeira demonstração do caos –
Imagens  apocalípticas à céu aberto.

Cabe a uma pequena parcela da humanidade reverter os seus planos de destruição.
Não possuímos a necessidade de nenhum tipo de guerra –
Batalha campal.
É preciso que haja o cuidado entre as nações,
Cada qual trocando entre si aquilo de precisão  para o seu desenvolvimento –
Amenizando as desigualdades sociais.
E, principalmente, acabar com o acúmulo de riquezas.

Independente dos fatos –
Somos todos humanos.
Possuímos a necessidade da Paz em seu alto teor de concentração,
Para que possamos nos desenvolver como pessoas –
Seres racionais –
Como seres humanos,
Entretanto, da maneira como agimos, seguimos ao retrocesso.

O começo dessa guerra só vem nos mostrar o quanto ainda não deixamos de ser tão pequenos:
Com a mácula do ódio, preconceito e racismo.
Mas também nos demonstra o quanto nos tornamos benevolentes,
Ajudando ao próximo em seu desespero e terror que no meio de uma guerra dolorosa pode proporcionar.
Ainda podemos ter a esperança e a garantia do Planeta Terra se salvaguardar das atrocidades, covardias e tirania de seus opressores –
E eles podem está aonde menos esperamos.

Que tenhamos a capacidade física, mental e emocional para podermos ultrapassar por mais este obstáculo.
E a Paz possa se fazer soberana –
Aos poucos amenizando as cicatrizes da alma dos que ainda quem sabe permanecerão neste plano.
Esta não é apenas uma batalha terrena –
O Espiritual transcende em esferas, por enquanto, desconhecidas, por uma parcela da humanidade,
O despertar da consciência nem sempre é fácil.
Por isso, contamos com a colaboração daqueles que possuem uma maior inclinação para a compreensão –
Desmistificando o que realmente acontece em outras dimensões.

Emanar –
Expandir –
Ressoar –
Boas vibrações –
Assim, como atitudes cristicas –
Compadecendo-se sempre daqueles que não estão no mesmo grau de ascendência espiritual.

Realizar o bem –
Esta é a chave principal para que possamos mudar a realidade no Planeta Terra,
Preservando-o de qualquer catástrofe.
Uma bomba nuclear é a maior de todas as ameaças que existe –
Pois aniquila qualquer forma de vida.

A humanidade deve repensar –
E tomar consciência de seus atos.
Cada ser tem a sua escolha –
O livre arbítrio demanda consequências.
Senão, viveremos um paralelo ao contrário da evolução,
Sem a menor chance de sobrevivência,
Até mesmo para aqueles –
Que assim o provocarem.

É necessário um exame de consciência –
Principalmente de transformação.

terça-feira, 1 de março de 2022

Plena conexão

 


Atmosfera melancólica,
Volto-me para o interior.
Inconsequente loucura,
Em tom neutro desafiador.

Na tentativa do refúgio,
O caos ao lado de fora.
Nau a deriva, aventura,
Imprevisível fim, início.

Abrigo-me da tempestade,
A tormenta em desespero.
Luta contra a ansiedade,
Fuga, indissolúvel esmero.

Vago, trilhas desconhecidas,
Por labirintos esguios, perdida.
Cansaço, não dou por vencida,
Sempre na linha de partida.

Por fazer ainda há muito,
A escrita o eterno equilíbrio.
Cercada pelo movimento,
Em ascendência o brio.

Arrefeço a lavagem cerebral,
Contestar – Debate é primordial.
Induzir a expansão da consciência,
Esperança, analítica existência.

O poder está nas palavras,
Não na subserviência das regras.
Como a chave de ordem, evolução,
As dimensões, plena conexão.

Psicodélica quimera

 


Os dias - O futuro é tão incerto,
Quanto a possibilidade de te encontrar.
A voz ímpar uníssona presa na garganta,
Pensamentos ecoando pelos abismos.
Restam apenas a dor, as incertezas,
De concreto a imensurável solidão.
De outras existências, linda conexão,
Estou pronta – De braços abertos.

Labirintos, sozinha caminho por trilhas,
Diante do triste realismo, prelúdio.
Não aceito nenhuma sobras, migalha,
Arrefecendo-me em contradições.
Nuances de lembranças vazias, interlúdio,
Sempre permanecem vivas as sensações.
Expectativas de delírios no peito –
Transitoriedade da intuição, perfeito.

Fora do lugar, parece ser tão surreal,
O desvio, impactante realidade.
Olhando para o meu interior, real,
Busco compreender a verdade.
Na corda bamba - A cada passo –
Falta harmonia, fora do compasso.
As luzes se misturam com as sombras,
O futuro, às vezes, vem e me assombra.

Perspectivas de dissonante magia,
Os teus olhos são dois faróis, a guia.
Transcende por entre as dimensões,
Despertar dos sentimentos, ação.
No âmago - Não há explicações,
Vives aqui dentro, no coração.
Importante é ascender o avivamento,
Desatando os apertados nós, lamento.

Psicodélica quimera, razão para existir,
Da vida para continuar o motivo, elixir.
Nos reencontraremos no momento certo,
Enfim, o epílogo do renascimento.
Mesmo atravessando a linha do tempo,
Interdimensional, outras galáxias, a esfera.
Terminará enfim, a distância, espera,
A realização, conduzidos ao topo.

Todos iguais


A liberdade em meus pensamentos –
Volitando através da abdução, sonhos.

No momento pelo qual passamos,
Toda e qualquer ajuda é bem vinda –
Por menor que seja.
O bem está amparado na benevolência,
Amenizando as consequências do caos.
Nem tudo está ao alcance –
O sofrimento gera as suas reações.

As feridas serão fechadas –
As cicatrizes para sempre existirão,
Para fazermos relembrar –
Afim, de não repetirmos os mesmos erros.
Porém, a humanidade está voltada à vaidade,
Deixando aflorar o egocentrismo.

O mundo desde o início –
É pautado entre guerras e disputas territorialistas,
Evidenciando os egos inflamados.
O ser humano é egoísta na concentração de riquezas,
Criando armas, usando o capital para a tecnologia bélica –
Com o único intuito da dominação,
Não permitindo enxergar o próximo ao seu redor,
Assim como as suas necessidades.

Enquanto, não aceitarmos a diferença dos próximos,
Não existirá plenamente a paz.
Pois nunca estamos satisfeitos com o que realmente possuímos.
Desejando ainda mais o poder,
Escravizando os demais -
Por alguma razão se apresenta com menos e/ou quase nada.

A transitoriedade é inconstante,
Nesta guerra de interesses fúteis.
Onde se tortura e se mata –
Devastando o território inimigo por nada.
Sem ao menos (re) descobrir –
Que somos todos iguais.

segunda-feira, 28 de fevereiro de 2022

Governantes da involução

 


Desperdício de tempo –
Principalmente de vidas,
Sonhos deixados para trás.

Seres desprezíveis –
Uma parcela da humanidade doentia,
Não se compadecem do sofrimento alheio.
Anos de conquistas perdidos,
Por entre a devastação.
No piscar dos olhos –
Vira poeira ou um mar de lama –
Tragédias anunciadas,
Nunca dá em nada.

O passado remoto –
No corpo o terror,
Na alma o pavor.
A banalização do ódio,
Injustiças cometidas.

Inconsequentes planos,
Completamente forjados.
Sem alguma garantia de satisfação,
Ervas daninhas por todo o lugar,
Misturando-se à plantas saudáveis –
Não separam o joio do trigo.
A enxurrada da covardia,
Levando o que encontra para baixo.
Sequelas negativas da sociedade,
Governantes da involução.

Mais um inocente nascendo,
Em meio à comemoração.
Bem vindo ao jogo da manipulação,
Crescerá com a perspectiva de mudanças.
Se for mais forte,
Talvez ultrapasse as sujas estratégias.
No despertar da consciência –
Raciocinando fora da caixinha.
Contestando valores,
Não aceitando a sordidez das regras.

Se assim não for:
Será apenas mais um recruta.
No exército da imbecilidade,
Outro igual diante da implantada realidade.
É necessário que haja a indagação,
Para a democracia se manter de pé,
Com o clamor da indignação, tenha fé.

O debate é justo e necessário,
Afim de cessar a frustração.
Do mundo envolvido no teatro de interesses,
Culminando nesta guerra infernal.
Onde se perdem vidas –
Possibilidades de transformação,
A oportunidade crescente de equilíbrio.

domingo, 27 de fevereiro de 2022

Sumariamente derrotados


Realizamos as nossas escolhas?
Ou já nascemos com os nossos destinos traçados?
Doce melancolia no desejo –
Pelo anseio da verdade,
Nuances descortinando  em estranhos devaneios.
As injustiças por todos os lados,
A realidade cruel e aterradora -
Avalanche em nossos sonhos, avassaladora.

Magnífico é o despertar,
O exame de consciência, nem sempre para todos.
Pois somos moldados para obedecer,
Acatar as ordens –
Daqueles que se julgam mais fortes.
Protegidos pelo poder aquisitivo maior,
Subjugados  - Entregues à própria sorte.

No futuro próximo para a humanidade,
Chegaremos ao momento crucial.
Em inúmeras questões,
Faremos a escolha -
Certa ou não é uma incógnita,
Será selado o futuro dos seres humanos.
Se sobrará alguém ou não –
Quem é que sabe?

A natureza a cada dia,
Mais devastada pelo poder público,
Com a ajuda da população –
Não há o respeito.
Sem o menor resquício de piedade,
Na luta desleal contra o fogo e máquinas –
Também a poluição.
Construímos o nosso próprio fim,
Um desfecho impiedoso –
Sem clemência.

Não haverão tributos para reverter o caos,
A Grande Mãe Terra cobrará com sacrifícios.
Os desmandos contra a força maior do Planeta,
Os algozes em demasiada escala,
Seres repugnantes de uma guerra sem trégua.
Sumariamente derrotados –
Não haverá riquezas que possa reverter a devastação,
Enfim, aos intrusos do planeta, aniquilação.


Espaço - Tempo

 


Algum dia desejei das flores –
A leveza,
Mas o rio de lama, arrastou-me –
Em sua correnteza.
Por caminhos que desconheço –
Mostrando a dura irrealidade,
Na imaginação a beleza.
Nem sempre colhemos aquilo que plantamos,
Por terra se foram os planos –
Eventos de dualidade.

O que faço aqui por entre papéis?
Desenhando um mundo que não reconheço,
O multicolorido em meio a ilusão.
O despertar das sensações –
No corpo desejaria as reações.

Compreendo que podemos ser mais –
Apresentando-nos de maneira atrativa,
Subjugandos como simples mortais.
Promovendo os horrores de uma guerra,
As ponderações nunca fizeram parte do script.
Agindo pelo impulso – A falta de paciência,
Visando lucros exorbitantes.
Os anseios gerados pelas sugestões,
Inúmeras são as questões –
Sem o alcance de respostas,
Medidas pela força e poderio bélico.
Em um futuro promissor,
Façam as suas apostas –
Certezas inconstantes.

Estradas tortuosas –
Levam-nos à vários lugares.
Do contrário a realidade –
O anseio do sono –
O escape por algumas horas,
O repouso não significa o descanso.
A carne desperta maltratada – A ilusão,
Na percepção fora do normal, presente.

Não há a compreensão dos fatos,
O destino – Escolha do livre arbítrio.
Por vezes, nunca faz sentido,
Na incógnita, vivenciando o virtual.

Almejamos a satisfação,
Leva-la da melhor forma possível –
Em todos os sentidos – Aplausível.
Sinto-me perdida – Sem orientação,
A escrita como bússola.
Desfazendo alguns mistérios –
Acrescentando outros,
Acessando alguma dimensão.

Contatada –
Quem sabe não me reconecta com o verdadeiro eu,
Com tudo aquilo em que acredito?
Uma galáxia –
Ou outro planeta –
Ainda algo mais que faça sentido?

Aqui talvez seja uma passagem –
O momento para adquirirmos experiências,
Mostrarmos a essência da alma sob pressão.
Se caímos ou não em falsas tentações -
No entender da sensibilidade –
Um lugar para nunca mais retornar.

A humanidade é uma caixa de surpresas,
Sempre pronta para provocar –
Nunca sabemos o que encontraremos,
Ao olharmos através do espelho.
Convivemos com a imparcialidade,
A neutralidade na corda bamba –
Conflitos de interesses.
Alimentando a sanha da guerra –
A Matrix irreal e imperfeita.
Na luta extrema pela sobrevivência,
Prevendo o futuro das próximas gerações.

A invisibilidade desacreditada,
Onde não se é notada -
Apenas por interesses fúteis.
Os versos a adoração devotada,
Em meus sombrios dias, perfeita religião–
A indulgência de efêmera solidão.

Inconscientemente vagando pela Terra,
No subconsciente a busca incansável –
Em demonstrar o verdadeiro potencial.
Na quimera da ascendência capitalista,
Para de obter um cantinho sob o sol, o valor.
Do contrário, tratado feito marginais,
Sinto o “chicote” na pele –
Enigmático e surreal.

Cada um escolhe o seu modo de vida,
O meu grifei com marca texto.
Ser diferente, nas trilhas –
Quem sabe se os tracei?
Este é o essencial contexto.

Permanecendo o ensejo no âmago,
De aqui (na Terra), não mais voltar.
São batalhas e lutas a serem travadas,
A ansiedade no corpo,
A transmutação por mudanças,
Em crescente ascensão espiritual.