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segunda-feira, 1 de abril de 2024

Carta para a humanidade XII

 

 

Às vezes, o silêncio é como um cristal:

Tão delicado que pode ser quebrado a qualquer momento,

E sem percebermos acaba por nos machucar – Triste realidade.

Por alguns instantes pode se moldar feito um espelho,

A emoldura-lo com o cântico dos pássaros –

Entoando melodias com a beleza da harmonia,

Não com estampidos em forma de fogos de artifícios...

Trazendo a leveza –

Na aquarela a beleza.

 

De sua crescente poesia,

Convidando à meditação:

O repouso –

O olhar para dentro de si,

Através das janelas –

Ou no terraço a contemplação.

 

Todo o resquício de verde,

Da Mãe Natureza –

Torna-se o meu refúgio,

Mesmo que seja:

Entre o concreto e o asfalto,

Envolta na densidade do aprisionamento.

***

Não importa o mal do século XXI,

O preço que nos cobra a tecnologia.

O mergulho que, enfim,  realizo,

Ao interior do âmago.

Equivale  à experiências,

Com infinitas quilometragens à anos luz.

O espírito tece caminhos –

Os quais não me permitiria a gravidade.

Há algo maior do que toda ilusão,

Que nos aborta a nossa volta.

Onde permeiam os olhares,

Também as palavras que nos julgam –

Sem a menor cerimônia.

 

Então,  redescobrir a cada nova conquista,

A sensação da liberdade interior.

Esse é a maior de todos os tesouros,

Por aqui existentes.

Entorpeço-me –

Reverbero a gratidão.

Afastando-me do que se faz necessário,

Do perigo iminente.

Percorrendo  -

Navegando –

Pelo curso natural da correnteza do mar ou do rio.

Desvanecendo qualquer ataque dos opositores,

Enquanto,  estão indo –

Estarei vindo –

Regida pela proteção da ancestralidade.

Ensinando a me manter forte,

Independente da hipocrisia que impera na sociedade.

 

O fato é que estamos tão acostumados,

Com o que nos é servido: Migalhas,

E não nos damos conta das falhas.

Ao protestar –

Ou não aceitarmos tais condições –

Somos vistos como pessoas não gratas.

Ao sermos excluídos de certos círculos,

Quebrando o vínculo vicioso –

Não somos obrigados,

A permanecer onde não somos aceitos.

 

O silêncio é tão bem vindo,

Em seu antagonismo é desesperador.

Empregando o papel de nos ensinarmos,

De aprender a lidar com a ansiedade presente –

Perante as ausências.

Devolvendo o afago da inspiração,

Limpando a mente –

Trazendo respostas,

Mesmo aquelas tão íntimas –

Muitas das vezes, não compartilhadas,

Mas que no fundo faz enorme diferença.

 

O silêncio em si é perfeito,

Faz-nos prestar atenção ao que acontece ao nosso redor,

A notarmos o outro.

Forçando-nos a levantar o olhar –

Para tanto o que é perspicaz.

E aos tormentos em tantas questões,

Não notamos as diferenças.

 

Não importa qual seja a sua crença,

Ou que não tenha nenhuma,

E ainda a sua espiritualidade seja livre –

Assim, como a minha,

Que absorve um pouquinho dos ensinamentos,

O que ressoa com a essência.

E o que não,  jogo para o universo,

Respeitando a posição do outro.

 

Na verdade, acostumamos com os barulhos  -

Com a poluição sonora –

Distraindo-nos –

Tirando a atenção ao que se faz urgente.

Cabe a cada um de nós absolvermos os sons da Natureza,

Observando a falta de paciência,

Para então,  transmutar toda e qualquer energia –

Aquelas que nos tira do prumo,

Para encontrar a estrada que tanto desejamos prosseguir.

Por acaso,  se encontrar alguém,

E este desejar o auxílio,

Não recuse.

Do contrário,  lembre-se:

Cada um é livre para seguir a sua própria jornada.

 

O que desejo transmitir:

É que saibamos reconhecer o nosso próprio silêncio.

Saber ouvir as vozes que ecoam dentro do âmago –

Universo interior,

Separando o joio do trigo,

E determina-las,

Afim, distinguir o que desejam nos falar,

Não se preocupe com o caos ao lado de fora.

 

Ao mantermos a mente em equilíbrio,

O coração em silêncio,

Requer exercício e disciplina.

E mesmo que não pareça estar bem,

Não se preocupe.

 

Se a realidade vier se transformar em uma temida turbulência,

Mantenha-se em silêncio –

Tudo continuará bem.

 

Acredite e confie!

 

Carta para Abril - 2.024

 

 

Como não lhe dar boas vindas?

Como não desejar que com você venha acontecimentos bons?

E que saibamos merece-los!

Trazendo realizações –

Refazendo a felicidade,

Anseios alcançados.

 

Um pequeno ciclo composto por trinta dias –

Que seja traduzido em luminescência,

Gerando paz e tranquilidade...

Devolvendo o discernimento ao ser humano.

Mesmo que parecemos conviver com algo que se torne relativamente o contrário.

 

O Ser Divino –

A Centelha de Luz que há em nossos corações,

Possam transcender o lado sombrio que nos cerca a qualquer momento.

 

Que o olhar para dentro seja mais intenso,

Reconectando-nos com o Sagrado Feminino –

Na transmutação da densidade com a leveza,

Pois na verdade, é o que mais desejamos alcançar –

Emanando a luz,

Disseminando os conflitos –

Sejam eles internos ou não.

 

Que saibamos lidar com a ansiedade  dos outros,

E principalmente,  com as nossas –

Amenizando qualquer resquício de dor e tristeza.

 

A cada amanhecer seja irradiada a esperança,

De um dia pleno e satisfatório –

Repleto de coisas boas,

Com sabor de novidades.

Trazendo bons presságios para os próximos ciclos...

Perpetuando a boa convivência entre os povos,

Que a linguagem da harmonia seja universal.

 

Que as vibrações aconteçam em alta frequência,

Em tom lilás.

Onde o apocalipse seja aniquilado,

Para vivermos o que nos foi prometido.

 

Enfim,

Que Abril seja lindo!

 

Assim está feito!

 

quinta-feira, 14 de março de 2024

Prezo pela paz

 

Falta-me paciência -

Para o que não tem alma.

Toda energia,

Tem a necessidade de ressoar -

Com a essência:

O acolhimento.

Senão...

Jogo ao Universo.

Prezo pela paz!

domingo, 3 de março de 2024

Recalcular a rota

 

Sem alguma pretensão,

Apenas procurando compreender:

O que as reminiscências desejam me comunicar?

 

Hoje em dia são tantos os barulhos que nos atrapalham o discernimento –

Ofuscam o nosso brilho,

Bagunçando a nossa essência,

Tirando o foco da atenção necessária –

Para realmente o que é válido,

Disseminando a energia,

Ao que previsivelmente é inútil.

 

Tenho a nítida impressão –

Que devo cessar e respirar,

Recalcular a rota,

Não colidir com a dura realidade –

Outra vez, resguardando-me.

 

Pois querendo ou não,

O ser humano é tão mesquinho.

Tenta tirar proveito em toda e qualquer situação,

Não pensando nos outros.

***

Não  é nenhum crime,

Tirar um momento ou horas para si.

Afim, de se apropriar do que é seu,

O seu bem estar.

Se for preciso se vestindo de várias camadas de proteção,

Não demonstrando o que, realmente se é.

No entanto,  protegendo-se da maldade alheia.

Não precisamos de julgamentos,

Ou bancar o juiz.

Cada um sabe o que é melhor para a sua vida.

Qualquer escolha tem a sua consequência,

Tanto para o bem –

Quanto para o mal.

 

Aquilo que não escolhemos,

Prontamente,  não faz parte da nossa alçada querer mudar.

Nem tudo tem o seu preço,

Mas sim, o seu valor.

 

Cabe ao amor próprio,

Querer valorizar cada pedacinho de paz,

Que nos trás o norte –

Perseverando na trilha da luz.

 

Os dias atuais –

Estão se tornando cada vez mais complicados,

E não é nossa culpa.

A humanidade-

Precisa ter o entendimento:

Se continuar incitando a violência e a guerra,

É o que terá em seu retorno.

Por esta razão,

Precisamos pautar os dias –

Na luminescência.

E desse modo, buscarmos a evolução.

 

Mundo: Em transmutação

 

O mundo não é mais o que tínhamos há tempos atrás...

A ampulheta lentamente demonstrando a sua passagem sem ao menos nos darmos conta.

 

Antes possuíamos a sensação de segurança –

Ledo engano –

Gradativamente,  o mal foi se revelando,

Mostrando a sua cara com efeito de pragas modernas.

Em um passado remoto -

A liberdade de ir e vir à qualquer momento do dia,

Ou certas, horas da madrugada,

Eram degustadas com satisfação.

Por onde andará esse tempo perdido?

Será que ainda o encontraremos,

Ou permanecerá a sensação resguardada na memória de alguns?

 

Efeito psicodélico –

Esvaindo-se em  ritmo acelerado o respeito,

Orbitando fora de controle.

A máquina vai tomando forma,

Invadindo sem pedir licença o lugar da essência.

Ao invés,  de veias e artérias prevalece fios e eletroudos.

 

Por um momento,  não sei por qual motivo o equívoco se deu.

Se foi em razão ao crescimento,

Ou se alguém tirou a nossa inocência.

E/ou se deixamos nos perder pelo meio do caminho –

Aprendendo como é dura a realidade...

Talvez essa seja a verdade,

Instalando-se a saudade do que possuíamos,

Com a correria da vida,

De adquirimos conquistas –

Sem percebermos o essencial foi ficando para trás,

Sem fazermos menção do que abandonamos pela estrada afora.

 

No entanto,  é chegado um momento da encruzilhada da vida –

Ela cobra o seu preço,

Obrigando-nos a ponderar de fato os nossos desejos,

Dando margem ao que realmente é importante da existência na face da Terra.

 

Muitos se perdem pelas trilhas da ostentação,

Aprisionando-se em armadilhas mortais, quem sabe até mesmo limitante, caindo em sono profundo  existencial –

Acreditando que estão em uma alto hierarquia do capitalismo.

Outros se enveredam pelos labirintos da opressão,

Reprimindo os outros,

Usando de artifícios fúteis –

Culminando em violência.

 

Esse movimento vai crescendo continuamente,

Ao ponto de ameaçar ou sem convite algum, invadir as nossas casas,

Seja, em qual ângulo for.

 

O poder brinca com a nossa cara,

Feito um cabo de guerra –

Para ver quem tem maior força.

Ameaçados  -

Invisivelmente amordaçados,

Falsa impressão da Democracia.

Antes a vida seguindo o curso natural,

Hoje percorremos o dobrado para a sobrevivência.

 

Infelizmente,  existem aqueles que se escondem,

Como também ecoa os gritos dos descontentes –

Embora, correndo os riscos de serem abafados.

Por várias camadas, bombardeados,

O multiverso da lavagem cerebral.

O racismo alardeado por mídias sociais ou não,

Na objetificação da pele negra.

A tecnologia usando os irmãos,

Numa luta antirracista –

Onde o branco executa sem dó  e nem piedade,

Comoção à torto e a direita.

O certo e o errado entrando em rota de colisão,

Perdendo-se os valores.

O disse me disse vagando pela rede mundial.

 

Qual é a sua necessidade de fala?

Qual é o tamanho da sua projeção?

Tem algo plausível à acrescentar?

Ou deseja encher linguiça seguindo a moda?

Para se mostrar, é finalmente,  ser notado?

O quanto é verdadeiro?

As fakes news cumprindo um papel inútil e ridículo,

Totalmente fora de contexto –

Apenas para gerar o caos.

 

Realmente, nada não é mais o de antigamente,

Um mundo onde a convivência era mais pacata.

Onde havia espaço para o diálogo,

E ninguém desejava ser maior do que os outros,

Em uma triste competição de egos.

 

Sinto falta da sintonia dos amigos,

Das conversas sem pretensão até tarde na calçada.

Das brincadeiras –

De transitar de um bairro para o outro, após o fim de alguma festa.

 

O lugar que conheci –

Permanece no imaginário –

Habita em meras lembranças.

Em imperfeita transformação,

Regida por forças inimagináveis.

Transmutou-se em bomba relógio,

Na iminência de explodir –

A qualquer momento –

Sem nenhum aviso.

E que Deus tenha misericórdia –

De nossas almas.


sábado, 2 de março de 2024

Carta para Março/2.024

 


Seja bem vindo Março!

 

Florescendo –

Trazendo novos ares –

Rejuvenescendo sensações antes adormecidas no coração.

Não precisa ter pressa para acontecer...

Venha no tempo necessário.

Que os ventos da Mãe Iansã –

Eparrey Oya –

Faça uma revogada em meus cabelos, banindo todo mal à  espreita,

Ecoando em meu ser as boas energias  -

Reverberando ao meu redor –

Guiada por minha ancestralidade.

Todo o bem:

Venha em abundância  -

O amor –

Principalmente,  o próprio.

Toda luz seja infinita –

Aniquilando qualquer resquício  de  trevas.

 

Mesmo que a realidade,

Mostre-nos caminhos diferentes,

Podemos sonhar com algo ainda maior –

Independente do que os outros preveem.

O importante é acreditar em nossa tempestuosa e inacreditável força motriz,

Para mover além...

O mais longe possível.

Porque nada pode invalidar quando desejamos de fato.

 

Então,  Março –

Torne-se o poder da atração para momentos infinitos de felicidade  compartilhados com quem gostamos.

 

Por mais que esteja me curando...

Recuperando-me –

Nenhuma mazela é capaz de me deter.

Pois sou – Somos –

Protegidos por uma benéfica egrégora.

 

O mundo é movido por forças sobrenaturais,

Capazes de movimentar o mais profundo ensejo de nossas almas.

Porém,  nem sempre pode parecer fácil,  porque há escolhas que devem ser realizadas -

Vai muito além da compreensão –

E não podemos deixar nos levar pelo lado das sombras.

 

Do fundo do meu coração –

Desejo que Março...

Seja completamente iluminado!

 

Assim está feito!

 

quarta-feira, 7 de fevereiro de 2024

Carta para a humanidade XI


Seria bom se tivéssemos um modo instantâneo para a compreensão – 

Muitos conflitos seriam evitados...

Vidas seriam preservadas!

Acredito que muitos preferem se adaptar aos outros do que viver a própria vida, não exercendo o papel fundamental na terceira dimensão, com a intenção de evolução.

Talvez isso faça algum sentido...

Certa vez, aprendi que nem todos estão preparados para despertar, porque simplesmente colapsariam.

E como sou de contrariar, mas de indagar para promover a ação benéfica, também sinto na pele o despertar rodeada por pessoas entorpecidas em um sono profundo.

A medida do caos é lidar com as indagações.

Várias questões abrangem esse assunto...

***

Há dias que são tão pesados com julgamentos daqueles que têm a visão tão equivocada e/ou quem sabe  contraditória com alguma fala fora de contexto.

Ninguém está preocupado com o que tu sentes, querendo apenas tirar proveito de alguma situação ou interesse.

Tenho plena consciência de que a minha verdade não é absoluta, como os outros imaginam.

Se algum dia, obtivermos este conhecimento, será no futuro bem distante, muitos ficarão incrédulos.

O que busco não é o reconhecimento,  mas sim, o respeito,  pois este deve ser recíproco.

No entanto, sobrevivemos cerceados por quem julga saber mais, onde vivem tão bitoladas, prostradas em seu lugar de fala, de crenças limitantes, enquanto,  há um vasto Universo a ser explorado.

Não há o sentimento de solidão, porém,  de apreensão. 

Uma sensação de que algo não legal está prestes a acontecer, beirando o desejo de ser tudo e muito mais diferente do cenário o qual desenhamos, numa partilha de experiências, e ajudando no crescimento mútuo.

Portanto, preferem viver aglutinadas em suas bolhas, onde escolhem excluir do que o acolhimento, aceitando em seu grupo aqueles que se moldam a sua maneira de pensar, perpetuando a doutrina equivocada ou não.

***

Será que vale a pena se desestabilizar por algo que não gerará consequências em nós mesmos?

O livre arbítrio precisa ser ponderado.

Está sozinho(a) envolto(a) em próprios sentimentos  e pensamentos, no início lhe trará certo desconforto, mas com o passar do tempo, notará o quanto foi significativo para si.

A reflexão é um momento no qual tiramos para exercer a individualidade com a intenção em cuidar da nossa saúde mental.

Infelizmente,  a humanidade tem a triste mania de julgar e apontar o dedo, assim como e quando lhe convém, principalmente,  para gerar atritos.

Com o avanço da tecnologia, o primordial está se perdendo: A essência humana – O amor se esvaindo como um rápido conta gotas.

Somente quando o perdemos, este é o ponto crucial ao nos darmos conta. E, na grande maioria das vezes é tarde demais.

Por isso, cuide-se em não se perder.

Afaste-se conforme as energias alheias tentarem lhe sequestrar.

Não procure em quem não lhe agrega o conhecimento.

Neste período é necessário que nos mantenhamos fortes, silenciando sensações adversas e transmutando-as, a mente mantendo em paz.

Pois é através desse silêncio que possuímos a chance de nós reconectar com o Divino – Com o Eu Superior – Abrindo novas portas ascendendo e mantendo acesa em nossos corações.

Fale somente o essencial...

Ouça –

E use um filtro para absorver somente o necessário.

Não se preocupe...

Tudo dará certo!

 

sábado, 3 de fevereiro de 2024

Reminiscências


Qual será o propósito de dar uma pausa –

Um ou até dois passos para trás?

Respirar...

Pegar impulso?

 

É isso o que venho sentido durante os últimos dias...

Em que vem um cheiro diferente nas narinas,

Ou de repente, andando pelas ruas do bairro,  encontro pessoas que de alguma maneira ou de outra fizeram parte da minha vida em um passado bem distante.

Talvez isso tudo venha me mostrar que não mudei, apenas amadureci. Mas que posso continuar sendo a mesma, simultaneamente, transformar-me, sofrer a metamorfose.

No entanto, sem me perder ou modificar o meu jeito por alguém.

***

Tenho tantas vertentes dentro do meu âmago, feito um prisma que reflete tantas cores não me deixando levar pela escuridão alheia.

Quem sabe se o meu maior poder seja me tornar invisível, de ser discreta ao ponto de ninguém me notar?

Nos duas atuais, não sei se isso é tão bom assim, neste mundo em que se vivencia o oposto.

De fato a vida não é como as pessoas imaginam...

Também não posso falar nada, porque não sei como ela realmente seja.

E vivendo em um lugar limitado,

Onde em pleno século XXI, onde a grande maioria têm os pensamentos cerceados por uma ditadura velada, caindo em contradição com a tal da democracia na qual vivemos.

No fundo, não passamos de meros fantoches nas mãos daqueles que de todas as formas querem nos calar.

***

A imaginação que trago aqui dentro é tão eletrizante quanto ao som do punk rock que costumo ouvir.

Não há nada de ilícito nisso!

Pois é através das canções que me refaço,  considerando-me uma enorme e infinita caixinha de surpresas.

Onde ao desvendar cada cantinho do recôndito da alma, posso ser quem desejar sem me sentir incomodada por ninguém.

- Se gostarem... Beleza!

- Se não.... Sinto muito... Não posso fazer nada!

***

No mundo da literatura é assim:

Entre papéis, canetas, office e a delirante, ou quem sabe picante inspiração.

Se nesta jornada cheguei até aqui, não são pelos outros que vou mudar.

Eu só quero ser feliz...

Conquistar todos os meus desejos,

Sendo muitos.

Não é fazendo o que os outros querem que irei alcançar.

***

A alma desperta de alguém,

É o maior tesouro que se possa obter.

Até podem colocar amarras em seu corpo,

Porém,  o espírito possui a grande magia de volitar.

Nenhuma realidade é maior,

Porque ela tem o vasto Universo para explorar,

Transcendendo por várias dimensões.

***

Essa sou eu...

Envolvida em várias reminiscências.

Com tantas cicatrizes,

Desde o instante de minha concepção –

Seguindo de cabeça erguida,

Com o espírito desperto.

 

Já me perdi algumas vezes,

Reconstrui-me tantas outras –

Reconectando-me com o Eu Superior.

 

Às vezes, é necessário o caos,

Para nos mostrar quem realmente somos.

Reafirmando as convicções:

Ou nos entregamos –

Ou nos refazemos –

Demonstrando o verdadeiro potencial,

Sem escolhas de sermos ainda mais fortes.

Isso ninguém pode tirar de você!

***

Nunca se contente com o pouco,

Quando ainda há muito chão pela frente –

Oferecendo-nos o que de fato merecemos:

A plenitude do amor!

 

02/02/2.024


sexta-feira, 2 de fevereiro de 2024

Carta para Fevereiro/2.024


Que fevereiro me reserve boas surpresas.

Sempre com a onda de esperar pelo máximo merecido, e nunca pelo menos.

Almejo dias de luz, eterna luminescência, com o intuito de desbravar toda e qualquer oportunidade...  

Resplandecendo o caminho do bem.

 

Quero sentir a leveza das cores...

O perfume das flores.

 

O importante é ser quem se é –

Sem o medo de perdas ou coisas desnecessárias.

Por isso, surfo na vanguarda de meus pensamentos desafiando os limites.

 

Desejo a surpresa –

O âmago que está reservado e desse modo cooperar com a real missão ao qual fui destinada, principalmente,  desenvolver o meu talento.

 

Acredito que há um propósito.

 

Não estou(amos) aqui somente de passagem.

Os momentos de solitude há a sua real dimensão, a razão para existir.

 

Sei que somos mais daquilo do que aparentamos, nesta luz difusa que nos contempla.

Por muitas vezes, o dia é tão corrido sem sequer nos darmos conta de toda a sua mestria.

 

Aqui estamos –

E precisamos rever o curso dessa imensa jornada para contemplarmos ao todo.

 

Não é porque vivenciamos a terceira dimensão que devemos ressoar com ela.

É necessário que tenhamos uma ambição sadia, somente dessa maneira caminharemos à seguintes etapas, rumo à outras dimensões.

Em tudo deve resplandecer a luz.


Desde já muito grata por sua vinda!