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sábado, 28 de outubro de 2023

Nada é perfeito

 


O ego precisa de aplausos –

A alma necessita de silêncio.

 

No momento da imaturidade,

O ser humano busca a validação do outro.

Ledo engano!

Porque o que mais ansiamos está dentro de nós –

É só olhar com atenção.

 

Como somos seres meramente sociais, existe o apelo para sermos aceitos.

Embora, deixando-nos rebaixar, anulando-nos para cabermos na vida de alguém, e não percebemos o quanto se é incrível,  enquanto,  o outro não  passa de um mero bobo da corte.

O ponto é o seguinte:

Idealizamos tanto alguém,  que o colocamos em um pedestal perdendo o nosso brilho.

Não há nada melhor do que o tempo e atitudes alheias para nos fazer enxergar o quanto perdemos a autenticidade  por espíritos mesquinhos que desejam plateia  para ser aquilo que nunca foram.

Transvestem-se de expectativas, mas na realidade não  passam de meros joguetes  nas mãos dos outros.

Não são todos que têm a capacidade de enxergar o que é  essencial: A paz – O bem estar para a sua alma.

Quando pensam que estão no topo, caem de uma tal maneira, feito peças de um quebra cabeça infantil.

O sentimento não está em quem não  se pode oferecer.

O amor está tão próximo e por mera falta de confiança não o descobrimos.

O verdadeiro amor é  o Amor que se pode irradiar e alcançar todas e quaisquer dimensões – O Amor próprio!

Jamais podemos usar o outro como bengala, como válvula de escape  para as nossas frustrações. Pelo contrário,  esta deve ser trabalhada aqui dentro, para que dessa forma possamos progredir alimentando em nós uma alegria infinita.

Nem tudo está perdido!

Nada é perfeito!

O infinito que existe é somente as Galáxias e suas estrelas.

O destino sempre será uma incógnita.

Por isso,  é imprescindível que estejamos bem, e assim,  poderemos fortalecer e amparar quem vier precisar de ajuda.

Não somos melhores do que os outros.

Tudo é uma via de mão dupla para ensinar, e principalmente, aprender de acordo com as necessidades que possuímos no momento.

domingo, 15 de outubro de 2023

Vidas paralelas (interdimensional)


Alta sensibilidade,

No meio invisível.

Conversas nada convencionais,

Fora dos padrões.

Fantasias interdimensionais,

Vidas paralelas.

Desenhando emoções,

Perfeitas aquarelas.

Também desafios,

Gerando propósitos.

Tocando no ponto,

Transformando a realidade.

Mundo indivisível,

Com algum sacrifício.

 

No meio dos iguais,

Posso ser a estranha.

Aos amigos leais,

Compartilho a façanha.

Em outras dimensões,

Habilidades especiais.

Aventuras espaciais,

Repletas de contradições.

Brilha a luz dentro do peito,

Reluz não há atrito.

Na Terra, o ponto de chegada,

A terceira dimensão.

Aprendizado, a expansão,

Stand by, modo de partida.

 

Para alguns a louca,

Na verdade, a desperta.

Ofuscando as sombras,

Ignorando as sobras.

Alegria, água na boca.

Portais, escancarando a labuta.

Sonhos, dualidade ou ficção,

Transportando-me, a devoção.

Ao além, a contribuição,

Sobressaindo-me, luta sobrenatural.

Qual será o estado emocional,

Deixando de lado a razão?

Desejo apenas o vislumbre da Natureza,

Irradiando-nos com total beleza.

 

Não importa a transmutação,

A certeza plena de ser positivada.

É longa a ser percorrida a estrada,

Injusta escalada de ódio.

Falsas religiões dando o norte,

Prega-se imputando como oficio.

Dando ênfase a total involução,

Rastro de dor e de morte.

Do poderio bélico, o contraste,

A maior arma está em nossa essência.

No chacra do coração,

Usufruindo com paciência.

Transfigurando a alquimia da penitência,

Rumo à expansão da consciência.

 

Emaranhado de cores

 


Milhares de informações,

Um emaranhado de cores.

Misturando-se –

Tornando-se –

Branca – A Paz,

Ainda é capaz?

 

Será um sonho distante,

Neste coração flamejante?

Vibra talvez em descompasso,

Minutos a fio –

Passo a passo.

Ordem aleatória,

Aos interesses imprópria.

 

Qual é a equalização,

Dos bombardeios sonoros -

Com o espaço tempo?

Nessa distopia serena,

Em julgar nada serena.

 

Esvaindo-se –

Vidas em um único sopro,

Ensurdecedor –

Nada acústico.

Jogando-as no mesmo buraco:

O da vaidade.

Tanta incredulidade,

Tamanha brutalidade.

 

De onde vem a ordem,

Para tal destruição?

Povos inteiros,

Fadados à destruição.

Há quantos anos?

Outros tantos a mais,

Falta de perspectiva.

Sem futuro –

Causa indignação.

 

Dor – Sofrimento –

Triste lamento.

Demanda em sinergia,

Desperdício de energia.

Em ebulição,

Na guerra –

Tantos corpos em combustão.

 

Inúmeros egos –

Em conflitos.

Entre gemidos de agonia –

Pavorosos gritos.

 

Imperfeitos atos ordinários,

Desfechos extraordinários.

Aos inocentes –

Transcendendo a culpa,

Para o cessar fogo –

Qual é a desculpa?

 

domingo, 8 de outubro de 2023

Carta para a humanidade - VIII

 

A barbárie humana está em uma ordem crescente descomunal.

Em qual contexto soa como normal, generalizando completamente tudo?

O ego se sobrepondo a realidade ultrapassando qualquer limite da intolerância, fato que faz culminar em um derramamento de sangue brutal.

O véu do esquecimento em conjunto com a vontade de sobressair em desmerecimento aos outros geram inconsequências catastróficas.

Os humanos se colocando em pé de guerra, não aprendeu em nada a evitar os erros do passado.

Se Marte em alguns milhares de anos foi habitada, Seres multidimensionais entrarão em ação para que a Terra não tenha o mesmo destino. Porque dela depende a sobrevivência de todas as Galáxias.

Em um momento,  será inviável a nossa salvação. E precisando escolher entre Gaia e a humanidade, sem pestanejar a escolherão com todos os seus recursos prontos para a regeneração.

Porque pensamos tão pequenos, não nos tornando merecedores de compartilhar de sua plenitude.  Pois somos egoístas ao ponto de sempre querer ostentar, o tendo mais e mais de suas riquezas.

Quem foi que disse que era para destruir com desmatamentos e guerras sem fim?

A tecnologia que hoje desejamos alcançar  em um momento  da história da humanidade ele existiu. Porém,  foi retirada ao ponto de não chegarmos onde estamos hoje e a perder tudo novamente em consequência de nossa imaturidade.

Em pleno século XXI,  na altura de 2.023,  às vésperas de 2.024... Batendo à nossa porta, continuamos a nos comportar como seres pirracentos, desejando dominar o mundo  como se tivéssemos capacidade para tal. Se o governo de um único país não tem cacife suficiente para reestruturar o alicerce da própria casa, como poderá prover os demais? Como este evento pode ocorrer sem a valorização da vida?

Quantas tragédias mais serão necessárias  para o total extermínio? Pois chegará um momento em que o pacto selado será totalmente desfeito não pela vontade do Criador, e sim, pela falta de discernimento da criatura.

Porém,  há a parcela daqueles que buscam a ascensão para que possa progredir,  enquanto,  a outra parte prefere se rastejar feito vermes em meio à lama, subjugando os seus semelhantes.

Há um cabo de guerra invisível não somente na Terra para saber quem é que pode mais. E neste intervalo de tempo, pessoas inocentes são assassinadas pelo simples fator de pertencer a outra nacionalidade, como se seus endereços fossem capaz de nomea-los quem são. Mas viemos à Terra com o único objetivo em progredir e não espalhar o terror como uma parte o faz.

Ainda existe muito o que aprender com a cooperação humana, e não é com guerras ou pequenos conflitos internos ou externos  que seremos capazes de evoluir.

Se não pararmos para refletir sobre tudo o que acontece, haverá somente dor e sofrimento para os que aqui ficarem. E os últimos acontecimentos dão conta disso, onde pessoas são feitas reféns em suas próprias casas, por labirintos sem fim, aprisionadas em suas mentes.

Dessa forma não poderemos subir nenhum grau da evolução,  mas ficarmos presos, tornando-se inviável qualquer argumentação, sob um Estado ou Nação  de opressão.

O que através da mídia assistimos estarrecidos em algum momento acontecerá de uma forma ou de outra em grupos pequenos, tornando-se cada vez mais bélicos e cruel.

Qual será o legado? Qual será o futuro que deixaremos para as próximas gerações que não viveu o status da liberdade de algumas décadas atrás? Traumas e gatilhos?  O caminhar livre e de que hoje somos cerceados.

Cadê a tal liberdade de sermos o que somos em um Estado laico? Onde está o direito constitucional de irmos e virmos? Sem o receio se sermos atravessados por um ou demais projetis qualquer no meio do caminho, ou invadindo as nossas casas.

A humanidade se perdeu em seu próprio livre arbítrio ao realizar escolhas erradas. E hoje sobrevive percorrendo, pisando em ovos sem saber o que fazer, sem ter para onde ir.

Não possuímos a certeza de como e quando velhos acontecimentos acabarão.

Mas se não retrocedermos em nossas atitudes, a raça humana será um projeto falido, com pequenas amostras dispostos em vidros de formol, para relembrar de que não deu certo para habitar a Terra. Porque ao invés de protege-la, simplesmente a destruímos, e também aos nossos semelhantes.

Se não nos unirmos ao ponto de nos desviarmos dessa rota de colisão,  sofreremos um enorme colapso sem precedentes.

A Grande Mãe Natureza está demonstrando os seus sinais como se emitisse alertas para cessarmos este processo de destruição.

No entanto,  somos cegos e insensíveis ao ponto de nos tornarmos incapazes em possuir um gesto de empatia, por menor que seja, para transmutar toda percepção lógica que o momento atual pede.

E muito pelo contrário,  investimos cada vez mais em um poderio bélico, usando-o contra a própria humanidade, deixando-nos levar por baixas vibrações e alimentando seres negativados.

O fim está  cada vez mais próximo.

E que a Luz esteja sempre presente com  as pessoas inocentes, em que não tem nada a ver com as escolhas e as sombras alheias.

 

07.10.2.023


segunda-feira, 2 de outubro de 2023

Mural da hipocrisia


Trago marcas,

Gritam as cicatrizes.

Não na pele,

E sim, na alma.

É fácil pedir calma,

Quando a tormenta -

Não se faz ameaça.

Volúvel estado transitório,

Rasga a essência.

Paralisa, descrédito,

Trás o medo.

Aniquila a prosperidade,

Infinita dualidade.

Não sou perfeita,

Humanização em falta.

Trágica inversão de valores,

No mural da hipocrisia -

Estampada estão as dores.

Horas densas, a imensidão,

O amanhecer traz a luz.

 

Por aí, estão os gatilhos,

Em qualquer lugar.

Por trilhos ou esquinas,

Energia pesada, rarefeito ar.

Ao anoitecer,  manhã descortina,

Impossível olhar no espelho.

Enquanto,  passa o tempo,

Através do descontentamento.

Nuvens poluídas,  propensas,

Encobre o céu estrelado.

Quais crimes ou pecados?

Ínfima incompreensão,

Absurdo,  a indignação.

À espreita os riscos,

Jogando-nos no buraco.

Vegetando, estado terminal,

A sociedade,  enraizando o mal.

Surgem as ervas daninhas,

Ao abismo se caminha -

Ágeis zumbis, perde-se a linha.

 

Negacionistas de fato,

Emoldurado o retrato.

Numa sarjeta qualquer,

Em busca de prazer.

Cultura duvidosa, baixo calão,

Merecedor, qual a contribuição?

Seres rastejante de plantão,

Na mídia,  fome por validação.

Forma de entretenimento?

Ou emburrecimento em massa?

Aglutinando a manipulação,

Ao tal governo a subordinação.

Século XXI,  Santa inquisição -

Pensamentos diferentes,

Diversificando o contexto.

Desperta os incautos,

Alquimia,  poder da regeneração.

Fortalece o elo de ligação,

Ao sobrenatural a conexão.

Alcançaremos a comunhão?

 

domingo, 1 de outubro de 2023

Canção da chuva

 

Após dias de turbulência,

Finalmente, o raio solar.

Treino de paciência,

A paz, momento ímpar.

 

Não sei se é o destino,

Histórico desatino.

Impondo o aprendizado,

Discernimento forçado.

 

A luz transcende o irreal,

Vai além do sobrenatural.

Subjugando-nos a dor,

Jeito cruel de se impor.

 

No fundo, modo secreto,

Ativando a resiliência.

No último momento,

O botão da sobrevivência.

 

Para esquecer o desperdício,

Encaixam-se as peças.

Veementemente sacrifício,

Martelando na cabeça.

 

Conquista do paraíso,

Obtendo o igual valor.

Transfiguração do amor,

Olhar da criança, sorriso.

 

Transmutando as energias,

Em constante alquimia.

Invade a imaginação,

Cai o véu,  desfaz a ilusão.

 

Refaz-se em luz, equilíbrio,

Dissipa-se a dualidade.

Imperando o viver, felicidade,

A lucidez em tom ébrio.

 

Observando outro prisma,

Infinita espiritualidade.

Novo ângulo,  singularidade,

Várias dimensões,  a chama.

 

A Natureza tem o seu papel,

O refrigério cai como luva.

Presente – Direto do céu,

Indissolúvel,  dança da chuva.

 

sexta-feira, 29 de setembro de 2023

Iminente fracasso

 

Desastre, a mercê do perigo,

Infinita, triste convicção.

Frio, caminhos sem solução,

Lampejos, a procura de abrigo.

 

Não mais entre becos e vielas,

O receio rasteja pelo asfalto.

Governantes incautos,

Gentrificação – As favelas.

 

Falta de oportunidades,

Desfazendo a felicidade.

Sonho de consumo distante,

A paz desejo – Inconstante.

 

Qual a razão da inconsciência,

Pleno estado de demência?

A população mais hostil,

Nessa estação primaveril.

 

Fatos, não detém o medo,

Do nosso lar, a invasão.

O ego – A transgressão,

Iminente involução.

 

A passos largos, constatação,

Crescente ostentação.

A ambição, evidência da ilusão,

Abandono do Estado, perversão.

 

Onde fica o legado –

Para as próximas gerações?

Um país desordenado –

Repleto de polarizações.

 

Destruindo o pouco construído,

Poder da educação,  destituído.

Na corda bamba, trêmulos,

Direcionando-nos aos túmulos.

 

quinta-feira, 28 de setembro de 2023

Condenação

 

A maior contestação.

Triturados – Olho do furacão,

Violência,  infinita ebulição.

 

Vidas jogadas ao desalinho,

Reféns no próprio ninho.

Ao sobreviver,  falta a graça,

Batendo de frente, total pirraça.

 

Corpos caídos, cercados pela multidão,

Do Estado a sua contribuição.

Qual o respaldo desse tratamento?

Como gados,  nenhum divertimento.

 

A maioria, massa manipulada,

Os zumbis falidos na involução.

Por quem deveria cuidar, abandonados,

Injustiçados – Cadê a absolvição?

 

Condenados pelo poder público,

O CEP – Imputando o caráter.

Subjugados com deveres, sem prazer,

O trigo e o joio no mesmo buraco.

 

Qual o poder que tens nas mãos?

Simples mortal em abnegação.

Introduzido no jogo desleal,

A qualquer momento,  torna-se fatal.

 

Estreitando estão as portas,

Almejando a fuga, a rota.

Desejando o alívio,  o refrigério,

Águas turvas, densidade de rios.

 

Aprisionados pelo martírio,

O caos – Fatídico sacrifício.

Os pensamentos,  a desolação,

Chances para o futuro? Indignação.

 

sábado, 26 de agosto de 2023

Contraste

 

As energias parecem estar em um mar revolto –

Águas turbulentas.

É muito barulho ao redor...

A minha essência, embora calada,

Grita dentro de mim.

Não está adormecida, mesmo que aparente.

É  um contraste do mundo interior –

Com o exterior.

Então,  vejo-me travando essa luta,

Em batalhas cotidianas,

Combates que parecem perdidos –

De cabeça erguida.

***

Algo me dizia que não seria fácil,

E cada vez mais tendo a certeza do meu caminho.

Este se tornará árduo, mas não muito menos alegre.

O despertar da consciência é  um presente, e nem todos estão ou estarão aptos para recebe-lo.

Porque requer muita prática do desapego, onde deixamos não somente  muitas coisas materiais para trás.

Assim, como aqueles que em algum momento, foram importantes em nossas vidas, mas que não ressoam mais com a nossa energia.

Pois cada um está em um degrau diferente  em busca da ascensão.  E na grande maioria, não tem a menor noção do que seja, permanecendo na ignorância.

O estar desperto exige muita disciplina para buscar novos caminhos de conhecimento não nos deixando manipular, principalmente,  ao que somos expostos na mídia.

O marketing é ferrenho para vibrarmos em baixa frequência, envolvendo-nos no medo  e na desordem que é a terceira dimensão.

Ao buscarmos o entendimento,  muitas das vezes, somos tachados de loucos, desmerecendo o mérito de nosso desprendimento.

Há aqueles que são manipulados através  de falsa crenças incluindo os seus e excluindo os que pensam diferentes.

***

Mas nem por isso,  deixei de acreditar no que desde pequena presenciei.

Os espíritos de luz não somente nos acompanham,

Como também nos protegem de todo o mal.

O que faz com que a gratidão sempre esteja presente.

Os princípios estão em ser –

E não em que no ter.

Há tantas maneiras de sermos agraciados com a benevolência.

Basta com que apreciamos e aprendamos com cada gesto, por mais simples que eles sejam.

Através de ações benéficas reconstruiremos a grande jornada.

Um passo... Um tijolo de cada vez...

Pelo exemplo e não sermões.

 

E são nessas escolhas que a vida nos apresenta, que tomei a decisão de realizar uma grande imersão: No que acredito.

Quem sabe dessa forma obtenho o poder, a missão de transmutar o que me cerca.

 

***

Luz e sombras coexistem entre si.

Ninguém é totalmente bom ou mal –

Essas duas forças precisam de equilíbrio.

O destino, às  vezes, arrastam-nos mundo afora,  ou por algum motivo, mantém-nos no mesmo lugar.

E mesmo que possa parecer um fardo, não devemos ler ou reler dessa forma.

Ao ultrapassamos a linha de outras dimensões,  tudo fará sentido sem maiores questionamentos.

É no sentir, no respeito para com o próximo e com responsabilidade afetiva que podemos remodelar uma nova vivência  espiritual.

 

Em prol da coletividade

 

Não há escuridão,

Nem muito menos castelos desmoronando.

A cada dia nos é ofertado a centelha divina em nossos corações...

Nada de pagar o mal com a mesma moeda,

O bem é de valor inesgotável.

Por mais que as sombras insistam em nos atingir,

Há o poder suficiente para transmuta-las em luz.

O mal cai sobre si só  -

O ser inconveniente bebe do seu próprio veneno –

Dê tempo ao tempo...

Não se desespere!

Centelhas se transformam em faróis,

Guiando-se pela estrela maior –

Alimentando-se de luz.

 

Há um caminho muito longo a ser percorrido,

E não é somente este aqui.

A Terra é uma pequena parcela para a grande jornada:

A iniciação!

O grande mérito está na ascensão do nosso ser –

Na expansão da consciência.

***

No dia em que o ser humano se reconhecer tal como é...

Poderemos perceber que muito sofrimento poderia ser evitado,

Trabalhando em prol da coletividade.

Mas no momento atual, com o efeito negativo da polarização que sempre existiu e cada vez mais em evidência, fomentando a iminência de maus guerras, e tantas outras devastando não somente a população tanto a natureza.

Os seres humanos  -

Criados a imagem e semelhança de um Deus!

O mesmo que nos deu o suporte para sobrevivermos e progredirmos na face da Terra.

No entanto,  vestidos de egoísmos, desejando o vil faturamento.

Na penumbra de quanto mais se tem, mais se deseja.

De artifícios sórdidos usando, para mascarar a sua essência nefasta, para potencializar a  manipulação e a destruição.

Em um desgoverno oculto, ninguém é capaz de parar, refletir e contribuir para a evolução dos demais.

A grande massa é moldada para produzir mais e mais riquezas.

Aonde tudo isso nos levará?

Será que teremos forças para sobreviver  e reverter este quadro?

***

A humanidade caminha de braços dados com a involução, deixando de lado o amadurecimento –

Sem o crescimento –

O trabalho em prol da comunidade.

Seremos incapazes de atingir o nosso objetivo, se não tivermos a capacidade de um despertar em massa.

No momento é o que há a se fazer,

É trabalhar em torno –

Envolvidos com a luz.

Entretanto, a maioria prefere agir feito crianças pirracentas sem o mínimo de esforço.

A luminescência precisa ser edificada –

Para que assim possamos alimentar a sua frequência,

Para não salvarmos somente a Terra como o Universo.