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sexta-feira, 4 de novembro de 2022

Religados ao sobrenatural

Alucinação –
O berro das massas.
A manipulação –
O mal na aberração.
Os valores de lado,
Velha concessão -
Falso patriotismo.
Arregimentação –
Da perversidade.

O psicopatismo amplificado,
Armamentista –
Poderio bélico disseminado.
A falta,
A falha de caráter.
Primordial –
Em espalhar a fake news.
Não há espaço:
Para o destempero,
Desconfiança.
Na luz se deve prevalecer,
Na inquietude,
Ansiedade –
Para passar os dias,
Ao amanhecer –
Mudanças atemporais.

A humanidade,
Precisa se refazer.
O processo para a expansão,
É longo e doloroso.
As mentes enfraquecidas:
Não evoluem,
O despertar é primordial.

Na nova colonização,
Não haverá espaço –
Para jogos de interesses,
Ganância e poder.
Todos trabalharão,
Em prol da cooperação -
No bem estar mútuo.
Afim, de alcançar,
Renovada civilização.

A mágica –
A magia acontece,
Quando todos estão conectados –
Com o igual grau de empatia.
Sem disputas da hierarquia,
Ou de espaço físico.

Todos na Terra,
Ou em outras dimensões –
Estamos religados com o sobrenatural,
Só não nos damos conta.
É necessário o despertar,
Para a maestria –
Da reformulação.

Radiante luz

Só desejo uma razão para acreditar,
Que daqui por diante –
Possa ser diferente.
Nova luz brilhando,
Radiante no céu –
Sem alguma possibilidade,
De ameaça.

Há muito o que ser feito,
Dissipando o sofrimento.
Jogando por terra,
Principalmente,
O preconceito e racismo.

A humanidade –
Foi criada na mesma essência.
Mas a usurpação:
De poder e também ganância,
Desviaram todos os planos.
Não adianta querer retornar,
O que está feito, aí está.
Com toda a manipulação,
Desordenando o caos.

O mundo em constante –
Apreensão.
Países inteiros,
Envolvidos em guerras,
Batalhas –
Culminarão na destruição.
Se sairemos ilesos,
O maior ponto de interrogação.

Tornamo-nos frágeis,
Com o passar dos tempos.
Não há a cooperação,
O retardamento –
Cobra o seu preço:
Altíssimo.
Os agentes do caos,
Os baderneiros.
Estão sempre prontos,
Para insuflar –
Aqueles que não possuem,
O próprio discernimento.

Os que governam,
Os que manipulam.
Desejam que a maioria,
Acate com os desmandos –
Atos de perversidade.
Em ciclos e ciclos,
A mesma história.
Reverberam em círculos,
Nunca aprendem os humanos,
A livre transmutação.

segunda-feira, 31 de outubro de 2022

Alta vibração

 

Envolvendo-nos em boas energias,
A alta vibração.
O mundo mergulhará na boa aventurança,
Até lá muitas coisas acontecerão.

A humanidade –
Precisa estar preparada,
Mas a maioria estarão dormindo,
Para o que ocorre de fato.
Sob o julgo da lavagem cerebral,
Esquecendo o primordial.

Ao contrário do que muitos pregam,
A liberdade forjada.
Teimando em nos aprisionar,
Nas falidas ideias –
Condicionando a mente.
O raciocínio deve ser livre,
Sem as amarras que o pressionam.

O reflexo no espelho,
Límpido –
Revelando diferentes nuances,
Do país – Do mundo –
Acobertado pela neblina.
Fumaça que impede de enxergar,
O que realmente faça sentido.

Há poderes nefastos,
Amplificando o mal –
Existente no interior das pessoas.
Não dá para ficarmos calados,
Devemos nos unir.
Bradarmos uníssonos,
Para revertermos o caos –
Que se apodera.

A angústia se dissipará,
Também a dor e sofrimento –
Removido de nossas essências.
Recriando potentes ideais,
Para que possamos dialogar.
A democracia se desenha,
Entre a situação e a oposição.
Mesmo em um jogo incoerente,
Jogado com dignidade,
Sem trapaças e atropelos.

Alicerce para a expansão


Sou apenas um grão de poeira,
Nesta imensidão cósmica.
Mas com grande poder –
De imaginação,
Hibernando em pensamentos –
No arremedo da ilusão.

A luz se mantém viva,
Na constelação do ser.
Emanando a positividade,
Para na Terra sobreviver.
Buscando sempre a paz,
Pelo simples prazer.

A luminescência deve ser a base,
O alicerce para a expansão –
Dissonante consciência,
Em combustão.
No linear da alquimia,
A exaltação.
O fogo crescente,
Como caieira –
Difusa iluminação.

A mente não mais confusa,
Pelo aspecto da religiosidade.
A abertura do discernimento,
Acrescentando o novo.
Velhos hábitos deixados para trás,
No movimento do mar revolto.
Revelando para alguns:
O inesperado.

Talvez a rigidez valha algum sentido,
No ato velado e retumbante.
A mercê de resultados veementes,
O aprendizado frequente.
Na figura geométrica,
Ultimamente pungente.
Demonstrando os mistérios,
Do triângulo.

No lusco fusco difuso,
A vertente do poder –
A ilusão.
Às vezes, com distrações,
Só desejo a calmaria.
A imensidão espelhada,
Com o Planeta Terra sem disputas.
Enormes áreas verdes,
Para quê possamos repousar.
Viver para o que realmente importa,
Sem preconceitos e julgamentos,
No verdadeiro respeito.

Céu estrelado


Vestimo-nos de esperança,
Para enxergarmos o céu estrelado.
A aura que nos inebria,
Entorpece as sensações –
Disseminando as sombras.

Nenhum lugar é imaginário,
A saudade infinita –
De viver sem atropelos e sobressaltos.
Há um caminho,
Que nos levam à boa aventurança.
No entanto,
Parece que somos marcados –
Por algo.
Fazendo com que realizamos,
Tudo ao contrário.

Andando pela linha tênue do desequilíbrio,
A atmosfera,
Revolvendo a energia obscura –
Pegajosa,
Lambuzando-nos na sujeira.
A lama impregna os corpos,
De se livrar quase impossível.

Desejamos a liberdade,
De ser quem se é.
Sem medo de represálias,
Na autenticidade –
Do pensamento.
Sem a discordância dos atos.
Reivindicando os fatos,
Arrefecendo as anomalias.

Não deveria haver:
Cortina de fumaça,
Encobrindo os maus feito.
Aos pobres a dignidade –
O zelo de ir e vir.
No tratamento desigual,
Cortando direitos –
Acrescentando os deveres.

Algum dia,
Haverá a mudança de chave.
No tratamento igualitário,
Na grande transformação de pensamentos –
A revolução.

sábado, 29 de outubro de 2022

Quantos mais


Outra vez a história se repete:
Um corpo tombado ao chão.

Alvejado –
Forjado –
Vilipendiado –
Arrancada a inocência.
A família,
A sociedade –
Pedindo clemência.

Não são ouvidos –
Os gritos.
A dor –
Transpassada na peito,
Jogada para baixo do tapete.
A carne preta –
Sangrando na sarjeta.

Um número acrescentado,
Na vil estatística.
Ordem numérica e desleal,
No lugar,
Que a vida deve ser primordial.
O curso,
Não segue natural.

Destruindo,
Passando por cima de todos.
No contraponto do retrocesso,
O caminhar –
O sustento deixado de lado,
Rotulado como marginal,
Pelo Estado.

Governantes –
Armados e cruéis.
Não tem o discernimento,
Da luta pela sobrevivência.
Desde sempre:
Armando,
Dissimulando em conchavos.

Indo por água abaixo,
A civilidade.
Entorpecendo a realidade,
Arrefecendo a verdade.

Batalhas travadas no dia a dia,
Esperando o amanhecer –
Na luz irradia.
Inconstantes são os sonhos,
Dando margem aos pesadelos.
Com a esperança do melhor,
Fortalecendo os elos.

Nesse turbilhão de energias,
Viscerais e condensadas.
É necessário a transmutação,
Para renovarmos na alquimia.
A sinergia –
A transformação –
Da conscientização.


Show de horrores

Show de horrores,
O apogeu da decadência humana.
Como tentáculos,
Desejando nos asfixiar.
Poluição atmosférica,
Falta de ar.

Culmina na energia do mal,
Imperfeita conclusão.
O Estado –
Fomentando a exclusão.

A morte à espreita,
O lado sombrio –
Atormentando à todos.
Condicionando-nos:
Aos maiores pecados.

A mente humana –
Em involução.
As arbitrariedades –
Em demanda de procriação,
No reflexo embaçado.
Nas trilhas,
Inúmeras bifurcações.
No vil mercado infundado,
Das contestações.
Formas geográficas,
Incongruentes.
Pensamentos aleatórios,
Pertinentes.
Na famigerada falta de empatia,
Atormentando-nos –
Sangrando a alma,
Dilacerando o espírito.

Está chegando o aguardando momento,
De separar o joio do trigo.
Transformando a Terra,
Em habitat ideal.

A humanidade para prosseguir,
É necessário drástica mudança.
Onde atitudes cristicas,
Serão as primordiais.
O bem estar  - O zelo –
O cuidado com o próximo –
Serão corriqueiros,
Não mais derradeiros.

Não distorcendo os fatos,
A verdade pioneira.
Não mais a maldade,
Colocando lenha na fogueira.

A vida –
Deve ser mais do que se apresenta.
Com respeito para as boas ações,
Sempre aberta as portas.

 

Expoente do extraordinário

 

O poder da transformação,
A alquimia da alma –
No vislumbrar da regeneração,
Contemplamos o universo –
Imensidão.
No entoar das boas novas,
Gratificação.

Reverberando no espírito ,
A energia translúcida –
Poética.
Ao contrário da trajetória,
Ao lado de fora –
O inverso.

No expoente do extraordinário,
A maior parte da humanidade –
Incrédula,
Pensamentos reacionários.

Em novo tempo,
Velhos costumes –
Ficarão para trás.
Nada de revés,
O retrocesso.
Impulsionando a consciência,
Total expansão.

No dilúvio de sinergias,
Benéficas.
Emanar o poder,
Reconstruindo única –
E exponencial nação.
Não haverá a divisão,
Lutas e guerras serão esquecidas.
O âmago e essências  aquecidos.

A natureza,
No auge da exuberância.
Enriquecendo-nos a visão,
No vislumbrar da realeza.
Com os humanos,
Em total comunhão.

Reconectando-nos ao divino,
Interagindo com o sobrenatural.
Seres excepcionais –
E proativos.
Incumbidos em demonstrar –
O verdadeiro caminho,
Arrancando os espinhos.

A vida -
Desenhando outras expectativas,
Ganhando diferentes perspectivas.

terça-feira, 25 de outubro de 2022

Nivelamento quântico


Infinitas galáxias,
Os pés no chão.
A mente –
Em constante equalização.
Observando o céu,
Ou na curiosidade:
Pelo fundo do mar.

Tão misteriosos,
Quanto o vislumbrar –
Da sobrevivência.
Aos incautos,
Demonstrando a arte –
Da resiliência.

Na exclusão,
O descobrimento –
Do próprio amor.
Apaixonando-se –
Pela solitude,
Nunca mais a solidão.

Na certeza –
Do retorno para o lar.
Redescobrindo –
A sensação do bem estar.
Onde é o seu lugar –
Com o dever de justiça.

Na essência,
No resplandecer da luz.
Emanando perfeitas radiações,
Em ações cristicas –
No nivelamento das energias.

A segregação,
Será uma vaga lembrança,
Do período turbulento.
As atenções,
Voltadas para o aprendizado,
E mútuo ensinamento.

Tudo e um pouco mais,
Fará sentido.
Em consideração ao crescimento,
No ser a expansão da alma –
A libertação.

Há muito o que ser feito,
Para revertermos a aniquilação.
A humanidade,
O controle populacional.
Espalhando-se as pragas,
Em pleno século XXI -
Contribuindo para a devastação.

O Planeta Terra –
Está em apuros.
Não somos merecedores,
E sim os impuros.
Disseminando a demolidora poluição,
Sem freios,
Acabando com o primordial.
Diariamente a involução,
Em meio a putrefação.

Lubridiar da resistência

A ganância pelo poder,
Levarão-nos  à destruição.
A massa dividida,
Atolada em dívidas.
Cegos em meio ao tiroteio,
Da polarização.

Como gados subjugados,
Caminhando direto para o abatedouro.
Enquanto, acumulam fortunas,
Desejando o ouro –
Engalfinhando a maior fatia do bolo.
Desmerecendo a vontade alheia,
Culminando no sofrimento.
Pela vida nenhum valor,
Total desprezo.

No tempo atual,
Repetindo os erros do passado.
Crimes em desagravo,
Ultrapassando as leis –
Infligindo pecados.
Pisando nos mais fracos,
Humilhando os menos favorecidos.
Recriando contendas,
Forjando injustiças.

A humanidade,
Demonstra o lado mais cruel.
Agindo dissimuladamente,
Sem remorso na mente.
Na lavagem cerebral:
Muitos criticam,
Outros não acreditam.

Há quem lute,
Para reverter a escuridão.
Seres despertos,
Em meio à turbulência.
Não se deixando levar,
Pelas armadilhas.
Nem se contentando com migalhas,
Na tentativa de abrir os olhos de alguns.
No lubridiar da resistência,
A labuta diária –
Mesclando com a harmonia.