Quem desejar colaborar com a manutenção do Blog Poesia Translúcida, é muito simples: Pix 21987271121. Qualquer valor, o mínimo será muito bem vindo! Muito grata!

sexta-feira, 18 de março de 2022

Elo


As circunstâncias –
Não me fazem ser quem sou.
Tenho personalidade própria,
Nada de seguir com os demais.
Cada um faz o lugar,
No qual sobrevive.

Criatividade na forma de pensamento –
Atividade na maneira de discernimento.
Faço parte do ambiente translúcido –
De energias –
Conectada com a luz.
A mente fluindo com a sinergia,
Do espaço sideral –
As dimensões religadas.

Muitos julgam o sobrenatural,
Porém, é tudo natural.
Principalmente, a conexão,
No íntimo com a natureza -
Exuberante e explorada.

Tenho a plena certeza,
De que algum dia reverterá.
O verde e o colorido –
Serão parte fundamental –
Para a sobrevivência.
A resiliência como parte crucial,
Performando com a maestria digna,
De seu império.

Percebo ser inusitado,
O falso ponto de vista,
Ou melhor, a cegueira.
Porque está tão óbvio –
Sem as plantas, Natureza viva –
Somos apenas mais uma espécie,
Na face da Terra.

Não sobrará nenhum resquício –
De nossa existência.
Pois devido,
Ao comportamento humano,
Não haverá nenhum elo –
Com outras dimensões.

Conquistas fora de foco

 


Conquistas!

Desejamos tanto –
O melhor para cada um.
Principalmente, nesta realidade apocalíptica que nos cerca.
Sem ao menos saber:
O que acontecerá no próximo minuto.

Viver é uma dádiva!

Escolhemos por algum motivo estarmos aqui.
Se cumpriremos ou não a nossa missão –
O que de fato viemos realizar,
Talvez não saberemos.

A vida na Terra se faz tão misteriosa,
Ao ponto de enfrentarmos expiações –
A lidarmos com a fraqueza humana.

Porém, precisamos vigiar –
Através do livre arbítrio, realizarmos as melhores escolhas.
Mas desde sempre, preferimos o pior,
Deixando remanescer o lado impuro da essência.

Há um novo caminho –
Outro horizonte a ser descoberto.
No entanto, permitimos que o egoísmo fale mais alto.

No momento, em que nos despirmos da vaidade,
Teremos um Planeta Terra renovado –
Em toda a sua imensidão –
Transparência.

Infelizmente, desde o início –
Convivemos  com a disputa.
Um mundo tão vasto –
E a ganância em sua direção.

quarta-feira, 16 de março de 2022

Base para a reconstrução


Revigoram-me –
As plantas,
Na alquimia –
Energia substancial,
Para todos os dias.

Transmutam-me –
Para vencer qualquer obstáculo,
Mesmo aqueles que penso ser inviáveis.
Nenhuma tormenta –
Pode ser maior do que os meus sonhos.
Na desconstrução da alma,
No ato revolucionário de escrever.
Recebo como missão,
E o que faço –
Traçando em cada letra,
Sob o mesmo compasso.

A preservação da Natureza –
É a chave de tudo.
Porém, a humanidade –
Está focada na sua destruição,
Ao ponto de obterem riquezas.
De que nada valerá –
Sem o oxigênio, sem o ar puro,
Tão necessário para a sobrevivência.

Estamos muito distantes,
De obtermos o êxito.
A cada minuto que se passa,
O tempo escorre em nossas mãos.
E o caminho mais longo a se percorrer.

Talvez tenhamos sucesso –
Com a colaboração de todos,
Não com a devastação em massa.

O ser humano –
Ainda tem muito o que aprender.
Não é desfazendo os elos,
Com os antepassados.
Tudo coexiste entre si –
E não é nos desvinculando,
Que haverá a resolução.

Este processo é muito abrangente,
Através de todas as dimensões.
O respeito é a base –
Para a reconstrução.


Realmente humanos

 


O que está acontecendo com a humanidade?
A cada dia mais perdendo a razão,
Com o julgamentos arbitrários,
Sem alguma condição de discernimento
Partindo para a injustiça,
Como alvo a crueldade.

Não sei mais o que pensar e/ou relevar,
Nas inconstâncias dos acontecimentos.
Sem a bússola –
Ou qualquer direção para onde devemos seguir.

Sinto-me de mãos atadas,
Os pensamentos entorpecidos.
É tanta maldade desencadeada,
Sem nenhuma motivação.

O estresse sobrecarregando a psique da humanidade,
Comandando –
Condicionando para caminhos torpes,
Propagando o caos.

Jamais imaginaríamos tal retrocesso,
Na condição humana.
O desamor pregado aos quatro cantos da Terra,
Ainda bem que não é uma falácia generalizada.
Ainda há seres humanos que compactuam –
Com a solidariedade e empatia ao próximo.
Na tentativa de amenizar um pouco a dor e o sofrimento.

De certo modo, podemos possuir a esperança,
De que tudo isso, um dia  acabará.
Tornando-nos melhores como pessoas,
Como seres realmente humanos.

Carta para a humanidade - III


Qual será o refúgio mais seguro?
Ou não o teremos?
Mísseis ecoando por todos os lados –
A Terra em constante ameaça.
Céus do apocalipse –
A noite se transformando em dia,
Vespertino antes do amanhecer.
Nada indiferente, a claridade encoberta pela vasta fumaça.

Bombas dilacerando corpos -
Triste realidade em pleno século XXI,
Destroços para todos os lados.

Quem são os humanos que se julgam deuses?
Não põe a mão na consciência,
Será que dormem o sono dos justos?
Seguranças ao seu redor,
Ao ponto de morrer por eles.

Enquanto, nos abrigos –
Crianças sob a proteção de seus pais.
Será que não correm perigo?
No choro incontido de uma mãe,
Ou na força para não demonstrar o medo.

Quantos já morreram?
E quantos mais perderão a vida?

Inocentes em meio a uma guerra,
Uma disputa que não é a sua -
Vislumbrando a crueldade no horizonte,
Destruição espalhadas pelas cidades em chamas.
A sombra da sobrevivência que não existe mais,
O pão de cada dia para se manter alimentado com os seus.

As almas que sobram são os resquícios do medo –
A resistência de escapar do martírio.
O sangue dos inocentes –
Transformados em rios,
Enterrados em valas comuns.

Em uma guerra nada se ganha,
Tudo e um pouco mais subtrai –
Todos perdem.

A devastação como herança –
Pequeno fio de esperança,
Em meio à confusão,
Resguardando forças –
Para a possível reconstrução.
Sob o olhar atento de seu algoz,
Pertinente ameaça.
Na pressão das sansões,
Atenções voltadas para si.

No velho jogo de tabuleiro –
O movimento –
Estratégias em próximas jogadas.
Nas mãos de governantes inescrupulosos,
Personalidades doentias –
Caráter egocêntricos –
Atitudes megalomaníacas –
Disfarçando a visceral loucura.
Nuances psicopatas,
Idolatrados como mitos.

Como consequências –
Os menos favorecidos jogados ao relento,
De nada valem, a não ser o voto em época de eleições.
Fora disso, números de identificações cancelados,
Situações forjadas –
Na crueldade nenhum ser é poupado.
Prevalecendo o ódio e o rancor,
Sem perceber que caminhamos para a extinção.

Julgando-se os mais poderosos,
Armas nucleares –
Em suas mãos o destino do Planeta Terra,
Onde pode cessar apenas com um botão.

Ninguém sobreviverá!

Somos cartas fora do baralho,
Fora disso, nenhum atalho –
Ninguém deseja ceder.

A humanidade destinada a extinção,
Mergulhada no egoísmo –
No poder em alto teor de concentração.

Vivenciamos um teatro macabro,
Pisando em terreno hostil.
Se não aprendemos nada até aqui –
Com o sofrimento dos inocentes:
Crianças nascendo e morrendo –
Em meio a está realidade sórdida,
Não me surpreenderá um ponto final.

Acredito que não nos criaram,
Para vivermos em tais circunstâncias.
O livre arbítrio em vão,
E suas consequências.
Levando-nos cada vez mais para o buraco,
Puxando-nos para baixo de uma sociedade sem moral e escrúpulos.
Não há menor empatia pelo diferente,
O que nos torna descrentes.

Não somos merecedores –
De continuarmos em um Planeta repleto de belezas naturais.
A humanidade espalha o caos e a destruição por onde passa,
Com o vil interesse em se dar bem e obter vantagens –
Priorizando o capitalismo e não o bem estar de todos.

A Terra não será destruída –
Assim como depois do dilúvio na época de Noé.
Ela sofrerá uma grande regeneração,
Para viver o ápice de sua existência.

segunda-feira, 14 de março de 2022

Igual frequência vibratória

 


Desconecto-me –
Das energias ruins e negativas que me cercam.
Inspiro a positividade que há em meu ser,
Emanando em correntes elétricas –
Irradiando na aura –
Resplandecente na luz:
Branca e límpida –
Regozijando.

Nada mais é tão perspicaz,
Quanto o vislumbre da transformação.
Ainda há tanto por ser feito,
Mesmo com a falta de eficácia –
Nos últimos e sombrios acontecimentos.

Sei que parece clichê,
Mas devemos nos apegar aos preceitos,
Transmutarmos com o poder da mentalização –
O caos espalhado pela Terra.
Não devemos nos entregar –
Ao que desejam os espíritos nefastos.

Precisamos ser translúcidos –
Ressoando o bem –
Na magnitude da excelência,
Independente dos eventos.

É imprescindível,
Que fatos ruins sejam deixados de lado.
Para concentrarmos as nossas forças,
Na reconstrução –
Não somente física, como espiritual.
Assim todos possam transcender –
Em uma mesma frequência vibratória.
Fazendo com que o Planeta Terra –
Possa recuperar todas as suas energias.
É necessário que haja a comunhão,
Entre os seres vivos –
O respeito é primordial.

Vivos na essência


Insatisfações é o que nos movem através da inércia atemporal,
Ao menos em nossas mentes –
Descortinando um novo enredo.

Mesmo com todas as tempestades,
Feito tormentas por todos os lados.
Helicópteros pairando no ar,
Sobre as nossas cabeças –
De forma ascendente.
Sensação infernal até quando?

Não podemos deixar de sonhar,
E possuir esperança em um Planeta igualitário –
Para todas as questões envolvidas.
Porém, a realidade vem nos mostrar,
Que estamos entregues –
À mercê das intempéries humanas.

Somos poeira de estrelas,
Mas vivos na essência.
Estado cognitivo racional,
O caráter ou a falta dele.
Abrangente em plena defesa,
Ferrugem e impurezas.

O temperamento -
Equivale muito da natureza da personalidade,
Do raciocínio como lidamos com as respostas –
Que os outros nos oferecem.

Não é o lugar que nos molda,
A maneira pela qual vivemos.
E sim, de acordo com a generosidade e grau de empatia -
Com os demais.

Porque não devemos aprender,
Somente com as nossas experiências.
Devemos lidar com a dor do outro,
Para que possamos ameniza-la.
E ampara-lo da melhor maneira.

Não há aprendizado solo –
Este se faz no coletivo.
Sem pré-julgamentos, preconceitos ou racismo,
Dessa forma, poderemos enxergar com clareza –
As perspectivas de nossas vidas,
Tornando-nos melhores,
Consequentemente,
O mundo para todas as gerações.

Carta para a humanidade - II


Medo e destruição –
Seres abandonados a própria sorte.
Há sanidade que suporte?
Desagravo da desconstrução,
Pessoas alienadas em prol da involução.
Deturpando o poder, manipulação,
Governantes atingindo o objetivo.
Lavagem cerebral –
Cultura do emburrecimento.

Baixa frequência espiritual,
O lado financeiro equivale sempre mais.
Quem não o detém – Nenhum espaço,
A humanidade dissoluta.

Como se dará o próximo passo?

Subjugados pela incapacidade,
Denotando a sombria realidade.
Mergulhados no falso moralismo,
Algo pregando – Mascarados –
Realizando por detrás ao contrário.
Em jogos de palavras –
O marketing a favor da mentira.
Ao ponto de favorecer os lobos em peles de cordeiros,
A população de bem enganada outra vez.

Chegará um momento –
Em que não valerá nada disso.
O deserto tomando conta das matas,
Engolindo o pouco verde que restará.
Tudo e um pouco mais, vigente a escassez,
Nenhuma possibilidade de compra.

No mundo atual –
Apenas uma pequena amostra.
Líderes mundiais se julgando deuses,
Dispondo de vidas humanas ou não.
Os animais seres indefesos,
Aguardando a nossa contribuição.
E parte dos que se dizem racionais,
Na frieza realizando maus tratos.

A humanidade prepotente,
Achando-se os únicos moradores das galáxias.
Não passamos de irracionais e cegos,
Porque não conseguimos enxergar através do simples –
A magnitude dos acontecimentos nós puxando para baixo.
Na mesquinhez de atitudes infundadas,
O livre arbítrio posto à prova.

Em um futuro próximo –
As consequências serão cobradas.
Nada ficará escondido,
Através dos dias, o importante para o momento –
Será revelado!

Devemos nos preocupar com o presente,
Dele dependerá o futuro do Planeta Terra.
O passado deve ser relembrado para não repetirmos os iguais erros,
Mas vejo que não aprenderam a lição.

Os egos de alguns –
Não deveria ser colocado em evidência,
Principalmente o egoísmo.

O momento é de compartilhar,
De haver compaixão.
Mal saímos de uma pandemia,
Onde vidas importantes partiram nesse processo.
Porém, nem mesmo assim,
O ser humano aprendeu a possuir um olhar mais sensível para com o próximo.

É necessário, que saibamos nos reconhecer como parte importante,
E não somente de estarmos de passagem.
É imprescindível que possamos deixar algo de concreto –
Para a ascensão do espírito.
Não somente individual como no coletivo:
Façamos a nossa parte.
Ao mesmo tempo com a Natureza demonstrando a sua imponência,
E não catastrófica, como em nossa percepção.

Não é atoa que estamos abandonados,
Como aqueles alunos que não demonstra interesse em aprender a lição.

Apesar de todo o sofrimento que há nas guerras –
Internas ou externas –
Devemos manter o equilíbrio de nossas ações.
Para que possamos transmutar em aprendizagem,
E que logo cesse para amenizar a agonia,
Mesmo deixando as cicatrizes –
Em nossos irmãos.

A Terra e subdividida em nações,
Mas somos filhos de um mesmo Criador –
Na maioria das vezes, esquecemo-nos.
E devemos cuidar do Planeta Terra como a nossa casa.
Embora, pelo egocentrismo, perca-se quase tudo.

sábado, 12 de março de 2022

Realidade arbitrária

 


Como poderemos superar todo o mal acontecendo?
Perplexidade nefasta –
Condicionando-nos a maior margem de erros.

Habitantes terrenos –
O Planeta Terra em constante ameaça,
O que estamos realizando para arrefecer a destruição?
Completamente nada,
Apenas contribuindo para o inevitável.
Subjugados por mentes diabólicas –
Encarregados pela vil realidade.

Governantes mesquinhos –
Pensamentos insanos –
Complexo de inferioridade.
No inconstante arremedo –
Do frio medo,
Descortinando por detrás da fria dimensão.

O que de fato somos ?
Ou no que nos transformamos?
Revelando a verdadeira face do absurdo,
Espalhando – Disseminando – Espelhando a energia sombria.
Escravizando o raciocínio –
Comprando o caráter alheio,
Ascensão da desigualdade social.
Importunação insaciável,
Excluindo seres do bem –
Expansão notável.

Engrenagens se movendo,
Teatro forjado – A manipulação –
Inocentes aprisionados.
Qual a pior forma de detenção?

Cadeias sem grilhões,
A ditadura cotidiana –
Esfregada em nossos rostos.
Cidadãos comuns –
Sem alguma condição de sobrevivência.
De um lado para o outro – A hora do abate –
Tratados como sardinhas em lata.
Será que haverá mudança na forma de tratamento?

A cada dia nova maneira de julgamento,
O receio de ser forjado no meio do caminho.
Durante meses sem o alento,
Atmosfera estranha –
Intenso movimento.

A realidade arbitrária,
Alimentando de terceiros a carga tributária.
Enquanto, permanecemos com os restos,
Indefesos – Nem os arestos.

Burguesia  - Alto intitulada,
Hipocrisia – Poder público rotulado,
Na heresia – Mergulhados  -
Em dias condensados.
Pagando pelos pecados cometidos,
Inconscientes ou não –
Em uma sociedade omissa,
Sem alguma premissa. 

Nova concepção de vida


Atraídos por uma força sobrenatural e invisível –
Habitantes do Planeta Terra,
Sem sabermos exatamente o que somos.
Na desconfiança gerados –
Preparados para produzir,
Na incumbência de servir e obedecer.

Enfim, qual será a verdadeira finalidade?
Porque as nossas mãos também geram a destruição –
A poluição como arma para sobrecarregar –
O Planeta Terra,
Minando qualquer chance de sobrevivência.

Sem indagarmos o futuro,
Vivenciando com tudo o presente.
A exploração em contexto,
Deixando de lado o respeito.

Infantilidade a nossa, a prova,
Selando a fatídica extinção.
Não somente dos animais,
Vítimas inocentes do capitalismo.

Uma realidade triste –
Vandalismo e degradação,
Não somente ao espaço físico –
Involução.

Ofuscando a essência,
Para os espíritos mais evoluídos –
A decepção.

A humanidade é merecedora da bem aventurança,
Mas está inserida no espaço da manipulação.
Deixando de lado a esperança,
O caos fomentando a mente.

Ao invés da expansão,
Tornam-se fechadas.
Seguindo a cada dia feito zumbis,
Repletos de demandas e sobrecarregados.

Desejo que haja espaço –
Para uma nova concepção de vida.
Transformando o caos –
Emanando boas energias.