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sábado, 30 de novembro de 2024

Fragmentos distópicos


Quebraram-se os espelhos,

E a cada minuto –

Fragmentam-se à minha frente, 

Nesta mentira distópica.

Onde pessoas vagam sem nenhuma razão, 

Afundando-se neste mar de ilusão. 

Fugindo-se de si mesmas, 

Falsa realidade. 

Contaminando-se com o caos,

Alimentando de sombras.

Sem ao menos perceberem, loucura,

Não há julgamentos  -

Nem tão pouco indagações. 

Cada um oferece o que tem,

Esse modo de vida –

Não me entretém. 


A simplicidade,  ato de coragem, 

Desfazendo-me da própria imagem. 

Co-criando novos espaços, 

Multifacetados e interdimensionais. 

A consciência em evolução, 

Com o foco na emoção. 

Não venha me dizer,

Que seja alucinação. 

A serem preenchidos,

Há imensos espaços.

Emergindo sobre os céus,  

Constelações. 

Inúmeras Galáxias, 

Desfazendo-se os véus.

Revelando o extraordinário, 

Almas pressentindo as reações –

Vagando à procura de algo.

Ansiando por respostas, 

Abrindo o portal do conhecimento. 

Compreensão dos acontecimentos, 

O tão sonhado encantamento.


Seguimos um ritmo fora do compasso, 

A maior parte da humanidade  relapsa.

Permite ser manipulada,

Entretenimento da discórdia.

Usando de subterfúgios, 

Ataques diretos ou indiretos.

A ordem é a destruição, 

Não fugindo dos fatos.

Para quê medir os próprios atos?

Se a verdadeira intenção é a devastação,

Sem moderação a intensidade. 

Quanto mais aniquilar, inflando os lucros,

No sentido aleatório.

A promover a turbulência na sociedade, 

Assim,  forjar o teatro das atrocidades. 

Pagando um alto preço, 

Seres inocentes sem noção da realidade -

Insuflando o ódio e a subversão.


Qual será o efeito do cataclisma, 

Para a população?

Um olhar vago em qualquer direção, 

Ao que nos espreita no futuro. 

A falta de diálogo,  a sublimação, 

Guerras sem precedentes, 

Ameaças nucleares.

Pequenos órfãos, 

De algum lugar remanescente. 


Quem é o vilão, 

Ou o mocinho da história?

Cartas na mesa –

Também manchadas na manga,

Escondidas, um jogo devastador.

Agem com promiscuidade, 

Sem moral, escrúpulos  ou pudor. 

Na omissão velada,

Talvez escancarada.

Os humanos sem essência, 

Os atropelos gerando pavor.


Se em algum momento, 

Sairemos deste ciclo sem fim.

Um refugo que nos traga alívio,

Na tentativa de realizar o diferente. 

Mas voltamos ao velho hábito, 

Atando-nos à maldade –

Agindo pelo ego e a ganância. 


Quando finalmente terá um final?

Afim de compartilharmos a lealdade, 

Entre os semelhantes.

Ensaiarmos uma dança, 

Repleta de harmonia. 

As crianças convivendo em paz,

Transbordando de alegria. 


Que tudo se faça novo,

Renovando-nos com esplendor. 

Transbordando as estrelas de amor. 

Esse desejo, 

Não é mera utopia. 


A humanidade  -

Tem por necessidade:

Expandir a luz,

Arrefecendo o mal.

Construindo tempos de abundância,

Desfrutando da prosperidade. 



Sejamos luz!!!


sexta-feira, 29 de novembro de 2024

Veios de um rio


A vida parece está em uma corda bamba,

Às vezes, soa até contraditório. 

Enquanto,  pulso,

Como os veios de um rio.

Em risco de extinção,

Desvanecendo-me pouco à pouco. 


Quem diria que seria dessa forma?

Quem diria que chegaria neste ápice?

Convivendo de maneira remota,

A mente vivenciando o burburinho. 

Almejando alguma novidade, 

Mesmo que em repouso. 

Presa em minha própria armadilha,

Caindo em contradição  -

O coração desejando alcançar novos voos, 

Sem a pretensão em se prender no marasmo -

O que me move é o entusiasmo.


Resplandecente –

Em realidades paralelas, 

Pelas dimensões ascensionada, aventura.

Para alguns, pode parecer loucura, 

Mas não há o que me segure os pensamentos.

Iluminar a essência, 

Favorecendo a disciplina -

Mantendo o equilíbrio.


***


Quem foi que disse que seria fácil,

Transitar pelo sobrenatural –

E não receber ataques?


Estamos sobrevivendo a mercê da ilusão, 

Subjugados, se caímos em contradição. 

Não importa viver a revelia do sistema, 

Quando se está em paz consigo –

Realizando o bom uso da solitude.

Não deixando se perder por situações,

Que em nada acrescenta ao seu âmago.


Nem sempre os obstáculos, 

São para nos fazer arrefecer em nossos propósitos.

Por vezes, os mesmos têm como objetivo de nos fazer cessar,

Com o intuito de observarmos  o que ocorre ao redor. 

Afim de refletirmos,

E perceber com mais clareza –

O que realmente desejamos para os nossos dias.

Portanto,  nem sempre há benefícios, 

Podendo configurar em ataques.


Quando as sombras,

Percebem que estamos obtendo êxitos,

Em nossas missões.

Agem de maneira sórdida com manipulações e jogos desonestos,

Fazendo-nos desviar,

Prolongando o caminho.


É necessário,  focarmos na existência, 

Para alcançarmos as respostas.

Não é fácil distingui-las,

Mas tenho a plena certeza –

Que estão concentradas,

No mesmo lugar que emana a vida.


Sejamos luz!


domingo, 24 de novembro de 2024

Implicações da densidade


Turbulências –

Tempestades –

Tormentas –

Reviravoltas que os dias mais densos nos propõe,

Para nos revelar de fato quem somos,

Ou para nos fazer redescobrir o que realmente habita em nossa essência.


Constituídos de poeira de estrelas,

Vagando por Infinitas Galáxias. 

Renascendo em determinadas épocas, 

Por algum lugar interdimensional. 

A Terra é um deles,

Talvez um dos mais densos.

Onde as pessoas convivem com a luz e as sombras,

Mas não deixa de ser uma experiência gratificante. 

De conhecer a Natureza viva,

Embora, com tantas ameaças de destruição,

Mostra-se imponente –

Diante da pequenez do ser humano. 


Assim, como o menor ser vivo,

Ou a menor planta,

Cada ser humano trás consigo a sua natureza -

Seja ela pacificadora ou devastadora.

Muitos com o despertar,

Permitem-se reavaliar a própria conduta, corrigindo os seus erros.

Ninguém em sã consciência está perdido,

Em algum momento se encontra.

Há até o último milésimo de segundo para a chamada redenção,

Como seres sobrevivendo as implicações da densidade. 

Tudo se torna devastador,

O mesmo oxigênio que nos dá a vida,

É o mesmo que alimenta o fogo.


Então,  ao cessarmos o que  de ruim realizamos,

Poupamos a energia –

Canalizando-a para um bem maior.

Ao contermos a disposição da raiva,

Da vontade de reclamar, 

Estamos clamando por oportunidades maiores de resolver aquilo que não se encaixa com esmero.

O que está fora do lugar.

Criando –

E, principalmente, 

Co-criando  -

A harmonia e o bem estar.

Fazendo com que as engrenagens possam funcionar perfeitamente.


O equilíbrio –

É o primeiro passo a ser dado.

No momento,  o que é seu,

Virá para a sua vida.

Para que aconteça, 

O movimento das ondas precisa tirar tudo do lugar,

Mas com o tempo, 

Abraçaremos a calmaria de dias bons.

Da paz –

Que tanto desejamos.

O amor –

O amor próprio  -

Ressoando com a total vivacidade. 


Não se preocupe!

Acredite!

Confie!


Sejamos luz!


sábado, 23 de novembro de 2024

Carta para a humanidade XXI


 

Com o passar dos tempos –

Dos anos aqui na Terra –

Ou o ser humano aprende, 

Ou se afunda na própria ambição. 

Com o ego moldando  -

Cada parte de sua existência.

Entretanto,  chegará o momento da cobrança, 

O qual não saberemos como se dará. 


A passagem por aqui é uma incógnita, 

Como o abrir e o fechar da porta.

Que invisivelmente está à nossa frente, 

Mas somos incapazes de enxerga-la.

Em compensação,  

Por meios inapropriados,

Torna-se inexperiência. 

Não mudando a sua trajetória, 

Agindo de maneira compulsória. 

Adormecidos pela tormenta, 

Tão devastadora,

Quanto ao pior evento climático.

A tecnologia mal utilizada, 

Esta seria um ótimo armamento para a defesa.

Usada de modo equivocado,

Com os seus recursos,

Não apenas dilacerando vidas inocentes –

Mas destruindo o seu habitat.

Não se compadecem com o sofrimento e a agonia,

É a máxima:

“Quanto mais se tem, mais querem,”

Difundindo o ódio e a soberba.


Quanto tempo mais suportaremos toda essa pressão,  exercida em nossas mentes?

Espalhando o caos –

Petrificando os argumentos –

Respaldo para os erros,

A verdade descendo ladeira abaixo, 

Sem nenhum ato de defesa.

Contribuindo para uma vivência equivocada,

Excluindo o que não era para ser de verdade. 

Indústria de mentiras,

Falsas acusações. 


Quantas pedras no caminho?

Quantas mais nos sapatos?

Furados ou pés descalços,

A mercê de cairmos novamente. 

Colocando-nos de joelhos, 

Em prol de que?

Se nada é garantia –

Nesta longa jornada. 


Qual futuro teremos?

Se ele está lá,

Aguardando bem à nossa frente –

Repleto de surpresas convidativas,

Mostrando-nos que vale à pena todos os segundos,

De está lutando por algo. 


Se cada um de nós contribuirmos para que aconteça, 

Abrirá-se-a a cortina das novidades.

Do contrário,  só avistaremos a devastação,

Em meio à desolação.


E quanto aos que ficarem?

E quanto aos que restarem?

Como será as suas vidas?

Como  sobreviverão?


Já passou o momento de refletirmos, 

E partirmos para a ação. 

Palavras são o auxílio, 

Mas se não transmutarmos para a atitude –

De tomarmos as rédeas, 

Seremos mais do que poeira de estrelas.

Transformaremos tudo,

Principalmente,  reduzir-nos-emos em cinzas.

O pó vagando pelo horizonte, 

Através da ação dos ventos.


Não basta desejarmos o melhor para o Planeta, 

E não colocarmos em prática. 

O Estado governa em benefício próprio, 

No empenho de angariar mais impostos. 


Enquanto, a Terra é devastada,

Enquanto,  vidas são ceifadas, 

De forma indireta,  

Pouco à pouco,

Em decorrência da poluição,

Plena calamidade. 


Desejo de coração, 

Que em algum momento,

Possamos transparecer outra realidade, 

De empatia e cooperação -

Gerando gestos concretos de harmonização.

A paisagem acinzentada, 

De espaço para o verde apoteótico da Natureza –

Espalhando rara beleza.

Com total esplendor, 

O Planeta Terra  -

Seja transformado em Amor.


quinta-feira, 21 de novembro de 2024

Carta para 21/11/2.024


Ressignificar –

Este é o verbo que nos últimos quase dois anos tem feito parte da minha vida.

Ressignificar  -

Os contratempos diários,

As adversidades,

A maldade humana,

A inveja,

Os julgamentos sem nenhum fundamento,

As injustiças,

Os ataques, sejam de quais natureza forem,

A falta de cuidado. 


Esta longa estrada que já percorri  –

Continuo vivendo e sobrevivendo de tantas maneiras às quais não tenho a certeza de ser o modo correto ou não. 

Porém,  trago no peito o orgulho de ser a pessoa que me tornei –

Não me moldando aos iguais. 

Como ser humano tenho a consciência de ter cometido muitas falhas, talvez na tentativa de acertar,

Muitas delas sim!


O dia 21/11/1.975 ainda tem muitos significados, gatilhos e traumas são alguns, em dias atuais ainda reverberam no âmago da minha alma.

Por mais que tente fazer com que não existam, aparecem feito sombras me perturbando.


Ser diferente dos demais –

Os pensamentos divergentes  -

O de contestar o que nos é mostrado, a ânsia por enxergar o que é visto além do véu do esquecimento e das aparências. 

É muito confortável ficar em uma linha indiana, seguir em frente com o raciocínio que não leva ninguém a lugar nenhum. 


Com o passar dos anos que foi acontecendo a compreensão do despertar. 

Muitos ignoram, mas isso faz parte da minha história.

Será que sou mesmo desse lugar,  onde são poucas as pessoas que realmente se importam com as outras –

Ou vim de outra dimensão?


São tantas as perguntas,

Algumas respondidas pela intuição,

Outras são apenas divagações  de um singelo coração. 


Há uma grande lacuna que por meios humanos não pode ser preenchida.

Então, o sobrenatural povoa as sensações da essência, na busca pela nova consciência.


Por outras dimensões tráfego,

O meu espírito livre da terceira dimensão.

Não renego a minha ancestralidade. 

Pelo contrário,  há o respeito máximo percorrendo pelas artérias do meu corpo, trazendo à tona a efervescência dos meus antepassados. 


Para está presente,

Em anos a fio, outras pessoas caminharam por este mesmo chão. 

E, hoje sou fruto dessa trajetória de misticismo, mesmo que a Grande maioria não aprove ou acredite. 

O primordial habita o meu ser,

Embora, sem o total entendido,  cada conquista é um sonho realizado. 


Acreditar na luminescência,  é viver com o extraordinário. 

O que nos trás uma surpresa atrás da outra,

Se assim,  for nos permitido de acordo com o grau de conexão,  transmutando as densas energias em Luz!


segunda-feira, 18 de novembro de 2024

Além da consciência

 


Os mortos não existem, 

Também não estamos vivos.

Entregues ao grande teatro de interesses, 

Frágeis subterfúgios. 

Isso vai além da consciência, 

Transmutar o espaço físico. 

A polarização do Planeta,

Desde o início –

 Principalmente,  da descoberta,

Dividida em duas partes:

O positivo e o negativo,

A dualidade –

O mesmo que despertos,

E, os que estão em sono profundo. 


Há quem siga pelo caminho mais fácil, 

O da ilusão. 

Retornando ao mesmo ciclo,

Fortalecendo o elo do vício –

Tão claramente enferrujado,

Quanto a sua percepção. 

Ao contrário daqueles que possuem um propósito na vida:

De ser da luz,

Durante atacados.


O diabo é apenas uma fantasia,

Um carro alegórico para impor o medo.

O mundo é movido pelas energias, 

Que geram conflitos ou as que curam,

Luz e sombras  -

Cada um tem a sua,

Devemos encontrar o equilíbrio. 

Em um conflito  infinito, 

Cabo de guerra ininterrupto.


Livre arbítrio?

Nem sempre possuímos o poder da escolha,

Gerando uma baita confusão na mente.


Em meu intimo, 

A luminescência faz parte da essência. 

Iluminando os meus dias,

Não importa quantos ataques possa a vir sofrer.

Sinto que, às vezes, vai minando as forças, 

Não tem problema. 

Se for para lutar no lado do bem,

Sei que sempre terei êxito, 

Porque a ancestralidade estará conosco.

Pronto!

Sempre estarei por aqui!


Ledo engano, 

Aqueles que confabulam e  riem por me observarem distante, 

Os rios seguem desaguando em minhas vertentes –

Diretamente para mar aberto,

Co-criando um novo ser a cada dia.


Nunca duvide do sobrenatural!


A humanidade tem a triste mania, 

Ou veio com defeito de fabricação, 

O de julgar aquilo que não conhece –

Deixando-se enveredar por crenças limitantes.


A terceira dimensão está para ser experenciada,

Talvez com escolhas,

E frias consequências. 


As batalhas diárias, 

Obrigam-nos a sermos fortes –

Suportando o que vem pela frente. 

Não importa o que seja,

Se em algum momento:

Próximo ou não, 

Desejarmos alcançar outro nível de consciência, 

Devemos nos despir de qualquer grau do ego –

Levando-nos a raciocinar de outra maneira, 

Reconfigurando ou não os nossos pensamentos. 

Assim, como o modo de agir,

Atitude é tudo.

As palavras são o auxílio, 

Mas devemos ser exemplos. 


quarta-feira, 13 de novembro de 2024

Viagem psicodélica

 


O silêncio é tão viciante, 

Pena que tem data de validade. 


Em plena manhã –

A chuva emoldurando a alegria dos pássaros, 

Enquanto,  na essência,

Reverberava as sensações de sonhos. 

Os pensamentos divagando livres, 

Nas tentativas de decifra-los,

Ledo engano.


Acredito que viver na Terra,

Já seja uma grande aventura. 

Para alguns, a verdadeira loucura,

De uma viagem psicodélica  -

Sem sabermos para onde ir, 

Qual é a direção?


Posso volitar por entre dimensões, 

Percorrer as entrelinhas dos espaços paralelos -

Fortalecendo com a ancestralidade,  os elos.


Ninguém sabe o prazer inigualável  de se está sozinha,

A solitude em seu total esplendor. 

Com a Natureza e seu retoque especial, 

A reação,  senão, gratidão. 

Por toda expectativa,  culminando o poder,

A sintonia de seus sons ao tocar os telhados.

O canto dos passarinhos, a sinergia, 

Revigorando a alma -

Transmutação da sinestesia.


A  música antes tocada no aplicativo, 

Esta cedeu passagem ao natural. 

A orquestra da Natureza exercendo o espetáculo,

Enquanto,  quieta, toda ouvidos.

Para usufruir de cada nota,

Ouvir o mínimo solfejo -

Com a vibração repercutindo no coração. 


Não há som mais reconfortante, 

Quando cessamos para desfrutar do silêncio. 

E redescobrirmos o que a Grande Mãe  tem a nos oferecer. 

Pena que todos, ou a grande maioria,  estão envolvidos em correrias diárias,

Sem sequer dar o valor ao que pode ser finito.

Por isso,  emano a Luz e o brilho, 

Enaltecendo a harmonia e o compasso,

Tudo à contento -

Em seu devido tempo.


É importante desacelerar,

Diminuir o ritmo.

Redescobrindo o que há de mais perfeito, 

Ao nosso redor:

A Natureza!

Independente do caos que nos ameaça, 

A qualquer momento. 



Gratidão!


Alinhamento



Os sonhos -

Eles desejam me revelar algo.

Por mais que reflita,

São enigmas que viajam por minha mente. 

Gerando um apanhado de interpretações,

Também de teorias,

Repletas de conspirações. 


O passado emergindo das profundezas –

Do mar da alma.

Confabulando entre si –

Colidindo-se na contramão, 

Mostrando-se ativamente atual.

Às vezes, sinto-me tão confusa,

Sem saber para qual lado seguir.


***


O que passou –

Passou...

Não existe mais.

Apenas perambula pelas lembranças, 

No subconsciente.

Consciente só a realidade,

No intuito da maturidade. 

Ela vem nos mostrar a verdadeira percepção. 


Cabe a nós decidirmos o que de fato atraímos,

As energias se atraem,

Elas nunca falham.

Procuram-se –

Para perpetuar as sinergias.

Materializam-se –

Para existir,

Co-criar outra realidade. 

Há seres compatíveis, 

Os seus pares -

Portanto,  nem tudo ressoara com perfeição.

Caberá se decidir,

Se correrá riscos ou não. 


Abrindo mão de algo,

Poderemos viver na incerteza. 

O futuro...

Se novamente seremos agraciados, 

Ou se atrairemos o melhor a nós oferecidos. 

Nem sempre vale a pena sair do nosso lugar de conforto, 

Sem a promessa da estabilidade. 


Lembre-se:

Em todas escolhas realizadas, 

Haverá as suas consequências. 

Por mais que sejamos justos,

Por mais que pareça o certo,

O Universo estará pronto para nos devolver,

Na igual medida. 

Todo passo a ser dado,

Deve ser repensado – 

E com cautela.


Não adianta mentir,

Não adianta fingir. 

Palavras ecoam ao vento,

Dissipam-se na fragilidade. 

A energia reverbera para todo o sempre, 

Em nossos corpos –

Demonstrando o que realmente sentimos. 


O que tiver que ser,

Será sentido por sua essência. 

Não tenha pressa,

Dê tempo ao tempo. 

Mesmo que na terceira dimensão, 

Possa parecer uma eternidade. 

Este mesmo tempo está ao nosso favor.

Arrumando tudo, 

Para que finalmente,

Haja o frequenciamento  -

Da alegria,  do reencontro –

O desejado alinhamento. 


Não estamos distantes

 


Nenhuma turbulência é para sempre,

E precisamos reaprender, 

Tirar lições,

Por mínimas que sejam...

Daquilo que acontece ao nosso redor.


O Planeta Terra é maravilhoso,

O Universo é gigantesco,

Em todas as dimensões -

E não estamos distantes. 


Cada um tem o seu propósito, 

Mas apenas uma parcela, 

Está se tornando desperta.


Quando tomarmos posse, 

Da verdadeira consciência -

E,  isso não é certeza,

Que de fato estaremos prontos, 

A darmos o próximo passo:

Rumo a Evolução. 


No entanto,  há um grupo seleto,

Que não deseja que aconteça. 

Para manter concentrado o poder,

E a maior parte da massa -

Contribuir com um reinado de corrupção.

Colocando mais fogo na caldeira,

Alimentando o capitalismo –

Mesmo diante do sofrimento  humano. 


terça-feira, 12 de novembro de 2024

Transmutação da realidade

 


Como mudar essa realidade, 

Que sem ao menos pedir licença, 

Vem e nos atropela?

Causando grandes estragos, 

Tão de surpresa  -

Atravessando os nossos caminhos. 

Qual é o lugar mais seguro?

Se é que ele existe.


Vagamos incrédulos,

Pelas ruas correndo riscos.

A mercê de qualquer tipo de violência, 

Que pouco a pouco –

Destrincha a nossa alma,

Fazendo-nos vagar feito zumbis,

Transformando o peito, pedra de gelo,

Coração de aço. 


Seguimos em completo desatino, 

Por trilhas que os pés reconhecem, 

Mas as sensações não são de alívio –

No mar revolto da ansiedade. 

A qualquer estampido,

Sobressaltos e gritos de pavor.


Não precisa ir muito longe,

Ali acampados na esquina –

Ressurgem as ameaças. 

Não tem idade,

O desespero humano. 

Na luta pela sobrevivência, 

Vem desde criança. 


Gerações sobre pressão, 

Será que veremos alguma mudança?

Neste bombardeio de informações, 

As fakes news e suas vítimas.

Um país amordaçado pela corrupção, 

Respirando a base de aparelhos –

Olhos incrédulos pela consternação. 


O Estado omisso  -

A consciência pesada,

Dorme tranquilamente mais uma noite. 

Para que se preocupar,

A segurança calibrada,

Não  protege a quem deveria. 


Na labuta diária, 

O pobre trabalhador –

Levanta aos açoites,

De uma vida negligenciada.

Fugindo dos tiroteios,

Terrenos hostis.

Em qualquer hora,

Não há momento –

Interrompendo o itinerário,

Da longa jornada.


Onde está o prazer?

O sopro da satisfação, 

Pelas conquistas –

Assistimos perecer.

Em alguma tela disponível, 

O antagonismo da felicidade. 

Deparamo-nos com a fria verdade, 

Aguardando o descanso incrível  -

O que não mais terá,  o justo.


domingo, 10 de novembro de 2024

Principal silêncio

 


A minha alma clama por silêncio, 

Em meio à turbulência do caos.

Tento manter o equilíbrio, 

Limpando a mente –

Apaziguando o coração,

Equalização dos sentimentos –

Desvanecendo a falta.


Não quero o muito,

Apenas o suficiente.

Para sobreviver aos sacolejos,

As consequências da inércia -

Que por vezes, causam-me tonturas.


Quem disse que a vida,

Não seria essa loucura?

Que nos envolve em devaneios,

Promovendo inconstâncias –

Envolvendo-nos em desafios. 


Às vezes, seguimos por um fio,

E ao pensarmos em cair,

Pegamos o impulso. 

Jogando-nos para cima,

Sob o efeito catapulta –

Fortalecendo o nosso brio.

***

Não se martirize,

Por algo que não saiu, 

Como o planejado. 

A vida tem o seu jeito especial, 

Para acontecer.

O resguardo –

É a melhor maneira, 

De preservar as energias. 

Poupando-nos de empecilhos maiores,

No momento exato,

Os teus anseios se realizarão. 

Dádiva maior –

É aquela quando estamos bem,

Principalmente,  conosco. 

A ajuda é necessária, 

Mas não basta querermos.

Do outro precisamos da autorização, 

Para que receba o auxílio. 


O que vivemos na terra,

É um ciclo.

Tudo precisa está em comunhão, 

Para que as engrenagens –

Possam se movimentar. 

O principal silêncio, 

É o que ocorre –

No profundo de nossa essência. 


Sonhos lúcidos

 


Passos lentos...
Pela noite escura,
Tentando desvendar os mistérios.
Os que me perseguem sempre,
Ultrapassando todos os limites –
Principalmente,  do meu corpo.

Volita o espírito, 
Percorre por outras dimensões.
Não me peça explicações, 
Na essência, 
Reverberam as reações. 

A cada sonho,
Ressoa tudo tão enigmático. 
Prevalecendo as pistas,
São inúmeras as tentativas. 
Infinitos pontos, 
Novas perspectivas. 

Sinto-me em um beco sem saída, 
Lutando,
Como se dependesse a vida.
Para respirar o ar,
Os labirintos se tornam mais densos.
Pareço cair, ao chegar mais perto,
De toca-lo fazendo menção. 
Tudo desaparece feito mágica, 
Causando-me ansiedade –
O coração quase saindo pela boca.

Por que acontece,
Se o desejo é de conexão?
O presente da aproximação, 
Para aliviar o desconforto da alma,
Sei que essa é apenas uma viagem –
Que terei que suportar até a passagem.
Se em algum momento terei a resposta?
É simplesmente um grande ponto de interrogação, 
O início está na linha tênue do equilíbrio. 

A terceira dimensão trás os seus percalços,
Repleto de sustos e sobressaltos.
Em algum momento,  receberei a recompensa, 
Os meus dias de volta.
Será o que vivo nesta realidade,
É apenas uma missão?

Desde que me entendo,
Convivo com o despertar. 
Enquanto,  aos outros  -
Mergulhados em sono profundo,
Sem visualizar o entorpecimento,
Causado pela ilusão. 

Não importa!
Basta apenas um piscar de olhos,
Desvendarei –
Se a mim for permitido. 
Cairá por terra,
O  véu do esquecimento. 
O que aqui plantar,
Colherei na sutileza,
O que construir por direito. 

sábado, 9 de novembro de 2024

Recado da espiritualidade


Ressoo em gratidão, 

Por fazer parte dessa egrégora –

Da ancestralidade.


Peço sabedoria e discernimento, 

Para saber o momento:

De falar,

De agir,

De ouvir,

Principalmente,  o momento do silêncio. 

De saber entrar e sair,

Do essencial respeito, 

E reconhecer também quando não há. 


Sou humana,

Com toda a fragilidade. 

Como também possuo poderes,

Em realidades paralelas.

A espiritualidade, 

Abrangendo o sobrenatural. 

O pacto enaltecendo a luz,

Na transmutação do caos. 


Entrego o meu corpo,

Devoto minha alma.

Permito ser membro da reconstrução,

Da convivência com a harmonia. 

Da nova conscientização,


Quem se despir:

Da vaidade,

Do ego,

Da ganância,

Da soberba,

Da ambição, 

Constituirá de sua parcela.

Do contrário,  

Serão barrados.

Palavras pronunciadas em vão, 

Não se farão necessárias.

E, sim, o frequenciamento das energias,

Em sinergia. 


Selaremos uma nova Era,

Onde desvanecerá o véu do esquecimento. 

O corpo físico será um mero acaso,

Então,  vigiemos cada atitude.

Sem pressa,

Sem julgamentos,

Sem o apontar dos dedos.

Banindo as religiões, 

Condicionados à espiritualidade. 


Que toda egrégora, 

Possa nos encaminhar –

Para a realização do bem.

Somente dessa maneira, 

Vivenciaremos a paz.


Solitude em si


A terceira dimensão, 

É tão enigmática –

Quanto aos nossos atos.

Abastecendo-nos de ilusões, 

Por vezes, serenas –

E, na grande maioria,

Apoteóticas.


Não me espanta o fato,

Do deslumbramento. 

Não necessariamente, 

Estamos acostumados –

A lidar com o extraordinário, 

A menos de centímetros –

De distância. 


O que aconteceria, se ao menos,

Conhecêssemo-nos de verdade?

Quantas máscaras, 

Cairiam ao chão?

O que aconteceria,

Se não pudéssemos mentir?

Reconstruiríamos um mundo bem melhor,

Um lugar ameno e habitável.


Para ser bem sincera,

Não sei se alguém  -

Realmente tem esse poder,

De saber quem eu sou –

Em minha total essência. 


Se for para me socializar, 

Com quem não tem a igual energia, 

Prefiro co-criar em mim –

Um Planeta,

Em minha mente. 

Do que me permitir a futilidade,

E me despir da completa vaidade. 

A solitude em si tem as suas vantagens, 

E é ela que me mantém viva.


sexta-feira, 8 de novembro de 2024

Imperfeições de uma vida


A ancestralidade – 

Sempre está presente diariamente.

Mas quando criança não nos damos conta de sua companhia,

E agimos com naturalidade. 

Com o passar dos tempos,

Senti uma tomada de consciência,

Transformando-se no pulo do gato –

Um salto quântico. 

***

Certo dia, com os pensamentos livres,

Andando pela rua,

A mente vazia.

Alguém de outro plano astral soprou aos meus ouvidos:

- “Você já conheceu a sua alma gêmea!”

Uma voz tão suave e melodiosa.

- Como assim? Não a reconheci!

Nenhuma resposta.

Ficou o completo silêncio. 


Em tempos atuais,

Não apresento mais essa necessidade de está com alguém. 

As linhas do destino nos leva em tantas direções,

Apresenta-nos tantas possibilidades.

Sem contar que, para viver neste grande teatro chamado Terra,

Você se ver obrigado a viver e a interagir com várias personalidades e caráter. 

Muitas agem de forma duvidosa.


Compreendo que a minha vida não foi difícil, 

Como também não foi fácil,

E,  nem facilitada por alguém. 

Desde cedo, fui moldada, fomentada a ferro e a fogo para me proteger. 

Quem sabe esse meu comportamento atual seja resquício disso:

De evitar perigos e a maldade humana. 


Mas quem sempre esteve comigo?

A proteção divina: 

A espiritualidade,

A ancestralidade, 

Principalmente,  do meu povo negro e indígena.

Em tempos atuais, posso ser branca como uma cera,

Porém, lá trás, a melanina ditava as suas regras -

E com certeza, trago isso comigo. 

Muitos tentaram apagar de minha consciência, 

Qualquer sensação de pertencimento -

Que hoje vibra por minha essência. 

***

Quando não se tem a oportunidade de se pronunciar, 

Escrevo –

Para que nossos escritos possam alcançar distâncias permitidas e despertar o desejo para o entendimento. 

***

Momentos marcantes,

Sejam eles felizes ou não,

Determinaram muito o que sou hoje.

Principalmente,  a maneira como fui tratada, 

E que de certa forma não mudou muito. 


Observando vários lados de um mesmo prisma,

Amo a perspectiva da invisibilidade.

Onde as pessoas estão à um palmo e não me enxergam.

Confesso que não é de todo ruim,

Evita bastante coisa –

Prendendo-me ao meu verdadeiro eu.

Não querendo me transformar em alguém que não sou:

Fútil.

***

Não importa o que aconteça, 

Há toda uma egrégora caminhando ao nosso redor –

Protegendo-nos, se assim, o permitirmos que se faça. 

Todos esses espíritos desencarnados,

Sempre tiveram a missão de nos proteger.

E enviando pessoas encarnadas  para também o fazer.

Não que tenhamos algum merecimento, 

Todos na Terra o tem!

Mas que por algum motivo, não tem permissão para não interferir no livre arbítrio alheio.

***

Acredito que faço alguma menção de quem seja essa alma gêmea.

Portanto,  como disse, 

Não soube reconhece-la.

Porque quando se apresentou,

Já carregava alguns de meus traumas.

Sem intenção,  despertou-me um gatilho. 

Naquela época não falávamos sobre este assunto.

E nós dois ficamos sem saber o que de fato aconteceu, 

A imaturidade sentimental gritava.

Mas tudo bem...

Sobrevivemos ao caos dos anos noventa.

Sem falar sobre outro aspecto,  a vida era bem mais tranquila, 

Sem frequentes ameaças.


Hoje em dia,

Só desejo uma vida mais equilibrada,

Depois de todos os riscos,

E de tantas turbulências  -

Deixei para trás,

Qualquer inquietação. 

Guardei em uma gaveta do coração,

O amor romântico dos contos de fadas.

Já que as minhas experiências não foram muito bem como as planejei.

Os felizes para sempre,  surtiu efeito quando tomei as minhas próprias rédeas,

Permitindo ficar quieta com a minha paz de espírito,

Preferindo ser a bruxa da história. 


Não são todos que estão preparados para possuírem a tal da responsabilidade afetiva,

Seja em qualquer tipo de relacionamento.

Então,  optei por ser responsável por minha pessoa, 

Ainda mais quando se está em pleno ano de dois mil e vinte e quatro. 


E pelo andar da carruagem, 

Não encontrarei a tal da alma gêmea.

Porque possuímos vidas bem distintas,

E para falar a verdade, 

Está bem confortável por aqui.

***

A vida flui –

Segue o seu curso.

Não posso ser a melhor pessoa do mundo, 

Não há problema em não ter um diploma, 

Ou realizar um discurso pronto.

Cada um fez e realiza as suas escolhas –

Eu fiz e faço as minhas.

Nenhum arrependimento,

Porque hoje sou o que me tornei a partir delas.

Seguirei o meu caminho,

Por aqui traçando cada rota –

Até quando Deus me permitir.


Sendo luz na vida de alguém,

Ou de quem precisar. 


Sejamos luz!


quinta-feira, 7 de novembro de 2024

Renascidas das cinzas


Nem sempre estarmos acompanhadas,

Trás algum sentido.

Às vezes, possuímos a nossa melhor versão, 

Ou melhor,  ela renasce quando estamos sozinhas.

Somos mulheres,

Feito fênix –

Renascidas das cinzas.


Não é por egoísmo, 

Mas sim, porque possuímos a Natureza de nos anular quando acompanhada.


A Mulher não reconhece o poder que tem,

Por isso,  que desde o início foi:

Atacada,

Subjugada, 

Ameaçada,

Muitas tombaram.

Infelizmente,  continuam a perecer,

Diante da perversidade humana. 

Pelo simples intuito de querer domar a sua personalidade,

Porque a resiliência brota de sua essência. 


A Mulher –

Tem a astúcia de sangrar todos os meses,

E, de não morrer.

Pelo contrário...

Revigora as suas energias. 


Então ,  Mulher!

Não tema em ficar sozinha!

Lute por algo que valha cada gota de seu suor,

Jamais se permita sangrar na mão de algum algoz.


Como Mulher,

Devemos aprender a lidar com as nossas próprias sombras, 

E, principalmente,  com o caos alheio.


A paz existe!

Ao reconhece-la, 

Não a trocamos por nada!


Que sempre haja luz em nossos caminhos. 


terça-feira, 5 de novembro de 2024

Verdadeiro poder

 


Abstenho-me –

Devoto-me -

Ao absoluto nada,

Esvaziando a mente.

Sincronicidade com anos de decepções, 

Ressoar com a invisibilidade  -

Co-crio a felicidade. 


Diferente de todos,

Quer dizer, não igual a todo mundo.

Restabeleço a conexão, 

Aceitando o papel da espiritualidade –

Gratidão à Ancestralidade,

Proteção, a realidade. 


Purificando os pensamentos  -

A alma e o coração. 

Buscando incessantemente o equilíbrio, 

Iluminação com os bons presságios.

A densidade da terceira dimensão, 

Antagonismo com o caos.

Para validar o que realmente somos,

Independente dos cromossomos.

Cada qual escolhe o lado do livre arbítrio,

Toda ação gera uma consequência. 

Desbravando do destino o mar bravio,

Transformando as linhas tracejadas.

Em constante reta,

Unindo os pontos –

Tornando o inevitável em abundância. 


O verdadeiro poder, 

Não se encontra ao lado de fora -

Está em nosso interior. 

Tornamo-nos capazes a compreensão, 

Abrir os olhos para o novo.

Redescobrindo dimensões paralelas,

Em diferentes planos. 

Deixando de lado o físico, 

Corpo denso.

Volitando –

A sutileza suspenso.


sexta-feira, 1 de novembro de 2024

Carta para Novembro - 2.024

 


Novembro  -
Seja muito bem vindo,
Com alegria e felicidade. 
Que com você também venha:
A energia da purificação e da cura.

Em novo ciclo que se abre,
Com ele renovadas as esperanças. 
Descortinando no céu um azul piscina, 
Sem ameaças turbulentas.

Novembro da luminosidade  -
Novembro do signo de escorpião  -
Novembro que acolhe a minha data –
Que traga novas possibilidades a serem exploradas. 

Os dias estão cada vez mais corridos, 
Sem ao menos nos darmos conta dessa agitação. 
Ao piscarmos os olhos, já passou.
E ao nos darmos conta, parece  que todos os planos ficaram apenas em nossas mentes ou desenhados no papel.
Com a ventania fazendo bagunça, retirando tudo do lugar.
Mas ao final de tudo,  amamos colocar as coisas em ordens.

Embora, com todo o caos que nos ameaça,  há sempre uma ponta de utopia.
Recriando a dignidade por dias melhores diante das alheias escolhas equivocadas.

Novembro deve e precisa ser mágico com a sua densidade costumeira, transformando-a em translúcida. 
Para que as novas gerações possam fazer parte deste ciclo sem correrem riscos.

Perdendo o medo –
Desvanecendo o desespero  -
Colocando na vida especial tempero,
Acrescentando alegrias e momentos leves em suas vidas.

Novembro  -
Seja e traga boas notícias.
Aquelas radiantes que tanto necessitamos ouvi-las,
Como canções da nossa banda preferida. 

Novembro  -
Seja a dualidade de escorpião. 
Com todo o seu magnetismo e mistério,
Fazendo equilibrar os seus polos:
Positivo e negativo. 

Que Novembro –
Seja repleto de paz!

Sejamos luz!