Há uma egrégora –
De luz e sombras,
Pairando pelo interdimensional.
As ameaças são constantes,
A mulher designada como sexo frágil,
Colocadas em riscos constantemente no cotidiano.
Elas são os verdadeiros portais,
Entre o prometido e o Planeta Terra.
Vidas ceifadas abruptamente,
Eliminando a possibilidade de desenvolvimento.
A inquisição hoje e dia tem outro nome:
Feminicídio!
O perigo está a espreita,
Vem de onde menos se espera.
Pode está ao nosso lado,
De repente, a violência revelada.
A manipulação,
O ata covarde,
Causando alarde,
Nenhuma reação.
Normalizando o absurdo,
Arrigementando mais inquisidores.
O retrocesso em forma de leis,
Na iminência de calar as vozes.
Alimentando o poder do masculino,
De progredir com o movimento hostil.
Escondendo-se atrás de religiões,
Impondo pautas sem respaldo.
A negligência no alto do pódio.
Em último os direitos de fato,
O silêncio dos argumentos.
Na televisão estampado mais um crime,
Da estupidez sem tamanha.
Para tanta crueldade interior,
Falta de conscientização.
O indivíduo caminhando na face da terra,
Apenas um número na aquisição.
Sem conhecimento,
Nem tão pouco discernimento.
Nenhum raciocínio que leve a expansão,
Falhos pensamentos.
Essa luta é de todos,
Mulheres e homens –
Devem promover a união e respeito.
Afim de transmutarmos essa realidade,
Arrefecendo a fatalidade,
Continuar com a evolução.
Diminuir – Zerar a estatística,
Extinguir a turbulenta barbaridade.
Desse genocídio global feminino.
Deixando vários órfãs,
A mercê de um futuro incerto.
Reféns dessa maldade,
Até quando conviveremos com essa situação?
Toda vida é importante,
Necessária a mudança de chave,
Cessando com esse entrave.

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